Vereador Helton Renê diz que Diego Tavares deve ser o escolhido por Cartaxo para ser o candidato a prefeito de João Pessoa

 O vereador Helton Renê foi o entrevistado de hoje, dia 23 de junho do Programa Resumo Final que vai ao ar de segunda à sexta das 17:00 às 19:00 horas na 1001 Notícias FM – 87.9.  O vereador foi sabatinado por Roberto Notícia e Jacyara Cristina e participação do presidente da ONG S.O.S Rio Cuiá & Estações do Bem. Além do líder comunitário Ricardo Carvalho.

Durante o programa Resumo Final o vereador Helton Renê respondeu as perguntas do ouvinte e internautas que participaram pelo telefone  21 77 – 31 80 ou pelo Whattsapp 9 88 66 – 50 11 além das perguntas feitas através das redes sociais  pelo Facebook e Instagram.

O vereador Helton Renê voltou a defender não só o adiamento das eleições municipais como a prorrogação dos mandatos dos atuais vereadores e prefeitos em uma unificação de uma eleição unificada para todos os cargos em 2022.  O que traria uma economia de 2 bilhões do Fundo Partidário além custos com a justiça eleitoral nas eleições que traria uma economia de 6 bilhões, que deveria ser aplicado para o covid – 19.

Outro ponto defendido pelo vereador Helton Renê foi a participação da iniciativa privada em serviços públicos como já vem ocorrendo em muitos lugares. É necessária a iniciativa pública privada para muitos serviços tornando os mesmos mais produtivos e de qualidade, defendeu o vereador.

Sobre as eleições municipais para prefeito de João Pessoa, o vereador Helton Renê acha que o prefeito Luciano Cartaxo já fez a sua escolha que deve recair no nome do ex-secretário Diego Tavares, segundo o mesmo, devido o trabalho desenvolvido por Diego Tavares na secretaria da SEDES. “Todos tem condições, dos que deixaram o cargo, mas acredito que a escolha deva recair no nome de Diego Tavares”, disse Helton Renê.

Por fim o vereador foi indagado sobre a lembrança de seu nome para ser candidato a prefeito de João Pessoa. O mesmo respondeu que foi gratificante a lembrança de seu nome e que teve momentos em que foi colocado seu nome em enquetes que se apresentava em primeiro colocado. “Isso é muito importante para um político, no meu caso, fiquei grato pela lembrança, mas tudo em seu momento e na hora de DEUS”, disse o vereador Helton Renê.

 A entrevista na íntegra você vê e escuta  no link abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=i1GFp-d-T7o

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88


ELEIÇÕES DA PANDEMIA - Começa a se desenhar o quadro de disputa com Diego, Nilvan, Cícero, Walber, Ruy, Amanda, Anísio e Raoni

 Começa a se definir o quadro da disputa pela prefeitura de João Pessoa. E o desenho mostra um cenário de muitas opções. O PV do prefeito Luciano Cartaxo ainda está indefinido, apesar de uma sinalização em favor do ex-secretário Diego Tavares. Mas, não se descarta as opções por Daniela Bandeira e Socorro Gadelha. O atual cacife de Luciano faz o PV largar com boa margem.

Na sequência, o MDB do senador Zé Maranhão, que traz a pré-candidatura do radialista Nilvan Ferreira, que tem pontificado bem nas pesquisas. O Patriota deve vir com o deputado Walber Virgolino, que, pela ferrenha oposição a governo do Estado e prefeitura, tem um discurso mais ostensivamente de oposição. O PSDB deve vir com o deputado Ruy Carneiro, que tem alguma ressonância em setores do eleitorado.

O ex-senador Cícero Lucena, pelo PP do deputado Aguinaldo Ribeiro, é um peso-pesado na disputa, e tem munição para surpreender, após tanto tempo fora da atividade política. O PT acaba de apresentar o deputado Anísio Maia, após algum tempo de indefinição, se deveria lançar candidato próprio ou manter a aliança com seu antigo parceiro, o PSB de Ricardo Coutinho.

Bem, se não houvesse Operação Calvário, este mesmo PSB teria chances de entrar em boas condições na disputa pela prefeitura. Mas, altamente desgastado pelas investigações do Gaeco, o partido, a preço de hoje, entra apenas como figuração. Lembrando que a sua pré-candidata, a ex-secretária Amanda Rodrigues, esposa de Ricardo Coutinho, foi denunciada no âmbito da Calvário.

Finalmente, o Cidadania do governador João Azevedo apresentou, recentemente, a postulação do vereador Bruno Farias. O Democratas tem sugerido o ex-deputado Raoni Mendes e o PSL de Julian Lemos deve lançar um pré-candidato a definir.

Neste cenário, parte melhor quem tem um coeficiente maior na largada. Nesse particular, o PV de Cartaxo, o PP de Aguinaldo (com Cícero), o MDB de Maranhão (com Nilvan) e o Patriotas de Walber estariam, a preço de hoje, na primeira fila da disputa. Mas, seria apenas um instantâneo. O jogo ainda não começou e sequer há uma definição sobre data do pleito. 

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88 e Helder Moura

 

 

Justiça condena ex-prefeito de Catingueira a devolver R$ 471 mil e a pagar multa 20 vezes maior que salário que recebia na gestão

 O juiz Jailson Shizue Suassuna condenou o ex-prefeito de Catingueira, José Edivan Félix, a devolver R$ 471.764,50, a pagar multa civil 20 vezes maior que valor de salário que ele recebia no encerramento do seu mandato, além de suspender seus direitos políticos por cinco anos. A sentença corresponde ao processo por improbidade administrativa por irregularidades no exercício financeiro de 2011 e foi proferida durante o Mutirão da Meta 4, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Judiciário estadual. Contra a decisão cabe recurso.

Além da multa, ressarcimento e suspensão de direitos políticos, José Edivan Félix foi condenado a perda da função pública que porventura exerça ao tempo do trânsito em julgado da sentença; e proibição de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

De acordo com os autos da Ação Civil Pública por ato de Improbidade Administrativa, no exercício de 2011, o ex-prefeito realizou despesas não comprovadas. No julgamento da prestação de contas, o Tribunal de Contas do Estado determinou a restituição da quantia de R$ 471.764,50 relativa a despesas não comprovadas com a aquisição de ônibus, aparelho de ultrassonografia, combustíveis, best book, capacitação de professores, divulgação e promoção de atos da Prefeitura, aquisição de fardamentos escolares, aquisição de peças e pneus para veículos e aquisição de materiais gráficos.

"No caso, houve a realização de despesa sem a observância das normas pertinentes ao seu regular processamento. A conduta se coaduna ao prescrito no artigo 10, XI, da Lei de Improbidade Administrativa", ressaltou o juiz.

Ainda nos autos consta que o ex-prefeito não aplicou o mínimo constitucional de verbas públicas em saúde. Conforme o TCE, o montante efetivamente aplicado em ações e serviços públicos de saúde correspondeu a 10,71% da receita de impostos, inclusive transferências, não atendendo ao mínimo exigido constitucionalmente que corresponde a 15%.

"Dessa forma, a conduta do agente em não aplicar o percentual constitucional mínimo exigido, viola o princípio administrativo da legalidade, incorrendo o promovente na prática de ato de improbidade administrativa descrita no artigo 11 da Lei nº 8.429/92", destacou o juiz Jailson Shizue Suassuna.

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/8

Daniella Ribeiro inclui Bombeiros e brigadistas entre as prioridades para teste da Covid-19

 Uma emenda da senadora Daniella Ribeiro ao Projeto de Lei 1.409/2020 incluiu os bombeiros e brigadistas na lista de profissionais com prioridade na realização de testes do novo coronavirus e direto a equipamentos de proteção individual (EPIs). Segundo a senadora, estes profissionais também estão na linha de frente do combate ao Covid-19 e, portanto, estão em contato direto com pessoas contaminadas. “Esta é uma medida de segurança para esses profissionais”, disse a senadora.

O PL 1.409/2020 foi aprovado na sessão remota do Senado Federal da tarde desta terça-feira (12/05) com 20 emendas. Por isso, retornará para votação na Câmara dos Deputados. Quando aprovado será inserido na Lei 13.979/2020, que trata das medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia. “Esse projeto é uma legítima preocupação do Poder Legislativo com a atual condição da saúde dos profissionais que atuam diretamente no enfrentamento da calamidade pública que atinge todo o país, numa luta dia-a-dia para salvar vidas, se expondo a todos os riscos inerentes ao combate do coronavírus”, disse a senadora
Ao justificar a emenda, Daniella Ribeiro lembrou que os bombeiros e brigadistas são acionados pelos profissionais de saúde para prestar serviços em hospitais e unidades de saúde. Além disso, cumprem escala de plantão. “Eles estão em contato próximo com as pessoas que podem estar contaminadas pelo Covid-19 que, em muitos casos, não apresentam sintomas”, disse.
Na apresentação da emenda, a senadora disse que foi procurada pela deputada federal Edna Henrique (PSDB-PB) que externou sua preocupação com os bombeiros e brigadistas civis. As duas categorias não haviam sido incluídas no projeto por conta da tramitação célere no plenário da Câmara dos Deputados.
A emenda da senadora Daniella Ribeiro foi a primeira acatada pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN) relatora do Projeto de Lei 1.409/2020. A proposta obriga também os empregadores a fornecer, gratuitamente equipamentos de proteção aos profissionais que atuam em atividades essenciais e em contato direto com portadores ou possíveis portadores do coronavírus.
O texto aprovado determina medidas de proteção para os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais; policiais, guardas municipais, integrantes das Forças Armadas, agentes de fiscalização; agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, técnicos de enfermagem, motoristas de ambulâncias, biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas, trabalhadores de serviços funerários e de autópsia, profissionais de limpeza, farmacêuticos, bioquímicos, técnicos em farmácia, dentistas e outros profissionais convocados a trabalhar no período de isolamento social e que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo coronavírus.

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/8

Câmara derruba relatório da Comissão e dá prosseguimento a processo contra Márcia Lucena

 A Câmara Municipal de vereadores da cidade de Conde, no Litoral Sul do Estado, rejeitou em sessão remota, realizada nesta terça-feira (12), o parecer da Comissão Processante pelo arquivamento do processo contra prefeita Márcia Lucena (PSB).

A Comissão Processante foi presidida pelo vereador Pinta do Gurugi e teve como relator o Irmão Kaká, ambos são do mesmo partido da prefeita, portanto compõem a base de sustentação da prefeita. O componente da comissão foi o vereador Juscelino Araújo (Cidadania).

O argumento do relator para arquivamento do processo foi o COVID-19. Segundo ele, a situação de isolamento impediria a outiva de testemunhas, consequentemente afetaria as investigações.

Votaram pelo arquivamento do processo os vereadores Luzimar Nunes (PSB), Naldo Cell (PSB), Pinta do Gurgi (PSB) e Irmão Kaká (PSB). Os favoráveis foram Daniel Junior (Cidadania), Malba de Jacumã (DEM) Josélio Jogador (PROS) Juscelino Araújo (Cidadania) e Adriano Ferreira (PROS).

O processo agora seguirá com as oitavas para ouvir as testemunhas de defesa e acusação. Esse pedido é baseado nas denúncias da Operação Calvário, que apontou o envolvimento da prefeita  em uma organização criminosa responsável pelo desvio de recursos públicos. Marcia é ré nesse processo. O pedido de cassação foi protocolados pelo corretor de imóveis, Júlio Mafra.

Com informações do Canal do Povo