Roberto Refrigeração participa do 1º Brega Max de Lucena e destaca importância de título de cidadão ao governador João Azevêdo

 O empresário Roberto Refrigeração e sua esposa Eliane Gomes que participam hoje do 1º Brega Max na cidade de Lucena  recebem amigos e correligionários no maior encontro da música brega nordestina. Entre os seus convidados estão o deputado estadual Edmilson Soares, vereador em João Pessoa Professor Gabriel, prefeito Marcelo Monteiro, o pré-candidato a prefeito em 2020 Alex Monteiro e muitos outros amigos em um momento de lazer e descontração no dia de hoje e amanhã em Lucena.

Roberto Refrigeração que é pré-candidato em Lucena a uma vaga na Câmara Municipal  é o autor da ideia de apresentar o título de  cidadão ao governador João Azevedo, que foi encaminhado pelo seu amigo vereador Claudio das Tintas para ser votado pelos seus pares na Câmara de Lucena.

O empresário Roberto Refrigeração agradeceu ao vereador Claudio das Tintas por ter absolvido a sua ideia de apresentar o título de cidadão Lucenense ao governador João Azevedo o que se sente honrado em fazer parte da história da cidade de Lucena.

“Espero poder trabalhar muito mais por toda população de Lucena a partir de 2020, quando estiver no mandato, se assim o povo da minha amada Lucena me confiar mais essa missão em minha vida”, disse Roberto Refrigeração.

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Roberto Noticia  - DRT 4511/88

Empresário Roberto Refrigeração participa ao lado do governador João Azevedo e do prefeito Marcelo de entrega do recapeamento asfáltico em Lucena

 O empresário Roberto Refrigeração esteve ontem ao lado do governador João Azevedo e do prefeito de Lucena, Marcelo Monteiro  participando da entrega do recapeamento asfáltico da rodovia PB-025, no trecho ligando a BR-101 a Lucena, com 29 km de extensão. As obras receberam investimentos superiores a R$ 3,2 milhões do tesouro estadual, beneficiando diretamente cerca de 18 mil paraibanos.

Na ocasião, Roberto Refrigeração destacou o trabalho do chefe do Executivo estadual e disse que a presença do governador em Lucena demonstra o compromisso do Governo de assegurar avanços e obras pleiteadas pela população.

“Nós sabemos da importância dessa obra para Lucena, pelo potencial turístico do município e, acima de tudo, por entender que, por meio das ações da gestão, a mudança é feita na vida das pessoas”, disse Roberto Refrigeração. 

O governador João Azevedo em seu pronunciamento, também detalhou todo o esforço do Governo para garantir a implantação do estaleiro para reparos navais em Lucena, um investimento que irá injetar, inicialmente, R$ 3,5 bilhões na economia do Estado e gerar cerca de seis mil empregos.

“Essa semana fizemos uma maratona nos Ministérios, em Brasília, para mostrar aos ministros que o projeto do estaleiro de Lucena ultrapassa os limites da Paraíba e eles entenderam, de forma unânime, que o empreendimento é importante para o Brasil e eu não tenho dúvida nenhuma de que esse sonho será concretizado”, frisou João Azevêdo. 

O prefeito de Lucena, Marcelo Monteiro, enalteceu o trabalho do Governo do Estado no município. “Essa obra gerou emprego, movimentou a economia e vai melhorar muito o trânsito da nossa cidade, que vai ser vista também com outro olhar pelos turistas”, enfatizou. 

A ação do Governo visa promover o desenvolvimento socioeconômico do Estado; modernizar a infraestrutura viária da região; apoiar o crescimento das atividades turísticas do Litoral Norte; melhorar a qualidade de vida da população local; e reduzir acidentes de trânsito. O tráfego médio diário do trecho é de 652 veículos entre automóveis, ônibus, caminhões e motos.

Os principais serviços executados no local foram: recapeamento da pista de rolamento com micro revestimento produzido com asfalto de alta resistência à ação do tráfego e às intempéries, recuperação dos acostamentos, limpeza do sistema de drenagem e sinalização horizontal e vertical.

A solenidade foi prestigiada por deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças da região e auxiliares do Governo da Paraíba.

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 Roberto Noticia  - DRT 4511/88

 

Variações da crise: Ricardo Coutinho fica com o partido, João Azevêdo com o governo?

 Não há como negar que o ex-governador Ricardo Coutinho, que não desencarnou da cadeira de mandatário, foi rápido no gatilho e juntou assinaturas necessárias para dissolver o atual diretório regional do PSB na Paraíba, atingindo de chofre o então presidente Edvaldo Rosas e, por tabela, o governador João Azevêdo.

A crise está instalada nas hostes socialistas. Mais do que isso, escancarada, já que expoentes da legenda buscam os holofotes para anunciar se estão com João ou com Ricardo – os dois artífices da vitória ao governo em primeiro turno no ano passado. Alega-se que é o confronto da caneta contra os votos – ou seja, Azevêdo simbolizaria o poder efêmero, que nomeia e demite, dentro do governo, não no partido, enquanto Ricardo acumularia as honras devidas à sua condição de líder maior, de estrategista que nocauteou Cássio Cunha Lima, José Maranhão e Luciano Cartaxo. “É pouco, ou querem mais?”, indagam os ricardistas ortodoxos, sem disfarçar o tom desafiador, beligerante até.

Aliás, se há algo indisfarçável é o clima de animosidade que em pouco tempo passou a reinar entre Ricardo e João, aparentemente estimulado por pescadores de águas turvas, por socialistas de carteirinha (ou seriam ricardistas?), que se julgam desprestigiados e sem espaço no governo de Azevêdo.

Não sejamos ingênuos a ponto de achar que não há interesses pessoais em jogo. Há, e muitos, a começar da ambição do próprio Ricardo Coutinho não de voltar a ser prefeito de João Pessoa mas de retomar o governo do Estado lá na frente, confinando João a um mandato só, que pareceria emprestado, já que RC é imantado como o grande “comandante” da vitória no primeiro turno, em outubro de 2018. No reverso da medalha, Azevêdo quer as alvíssaras por ter disputado uma eleição renhida e ter saído vitorioso. Ou será que seu perfil não contribuiu em nada para a própria eleição? São insondáveis os terrenos e os humores da política, hein?

O que surpreende os meios políticos em geral, e desnorteia os adversários dos socialistas, em particular, é a forma fulminante com que tudo está acontecendo. Tudo bem que já no começo do governo Azevêdo houve ruídos e olhares enviesados de ricardistas por causa de medidas profiláticas tomadas como desdobramento da Operação Calvário.

A debandada teria começado aí, com exonerações de secretários remanescentes da Era Ricardo, a pedido ou sem pedido dos ditos cujos. Para os aliados de Azevêdo ficou claro que ele preocupou-se em preservar a governabilidade e, ao mesmo tempo, em poupar até certo limite a gestão do antecessor e suposto guru político Ricardo Coutinho. Mas, dizem, a fogueira de vaidades é maior do que se imagina. Combinada com interesses pessoais que urgem solução, a fogueira só faz se alastrar. Não é á toa que se indaga, em tom pérfido, se o teatro Pedra do Reino seria o Campestre de Azevêdo. Para quem não manja arqueologia, é uma comparação com o desaguisado entre Ronaldo Cunha Lima e José Maranhão em 98 no Clube Campestre em Campina Grande, quando o poeta, dedo em riste e microfone a pleno vapor, duvidou da capacidade de Maranhão governar e insinuou que a cadeira do Palácio lhe fosse devolvida.

Naquela crise que acometeu e rachou o então PMDB inexoravelmente, Ronaldo e agregados políticos ficaram encurralados, de tal sorte que perderam o controle do partido em convenções que ungiram o engenheiro Haroldo Lucena presidente do diretório regional, batendo o próprio Ronaldo Cunha Lima. “Não acredito que derrotei Ronaldo”, chegou a dizer Haroldo, na época, talvez lembrando que no seu currículo havia derrota até em eleição para síndico de prédio, conforme a versão não menos pérfida dos seus inimigos.

Ronaldo e sua trupe bateram em retirada, aninhando-se no PSDB. Maranhão virou dono de um partido que cada vez mais definha e é candidato indiscutível a ser o último a apagar a luz de uma agremiação que já foi gloriosa, quer nos domínios tabajaras, quer no plano nacional.

Na crise atual no arraial socialista, que é o que interessa e que rende manchetes, Coutinho aparentemente ganhou o primeiro round, assegurando para si o controle do partido, que lá atrás ele já tomara de Nadja Palitot, como recapitulamos em artigo anterior. A opção da cúpula nacional por Ricardo e não por Azevêdo parece visível em face da destituição da atual direção, que, por mais que se tente colocar panos mornos, equivaleu a um ato de força, a uma intervenção que o pernambucano Carlos Siqueira recusa admitir, cioso da sua própria semântica aplicada a instantes de crise.

Há quem suspeite que Azevêdo, antevendo dias tenebrosos, já estaria cogitando migrar para outra sigla – e ofertas não lhe faltam. Se isto acontecesse, o caso Campestre de 98 no PMDB se repetiria de modo inverso, com o governador batendo em retirada e o “ex” ficando com os despojos da legenda.

Uma coisa é certa: o clima é propício, demais até, a uma variedade de análises, explicações, interpretações. Já há quem diga que tudo não passa de uma cortina de fumaça para desviar o debate das próximas etapas da Operação Calvário. Nenhuma pista pode ser descartada nessas horas. Os socialistas “históricos” apenas lamentam o calvário a que a legenda está se expondo, justo quando cresceu e ampliou os espaços de poder no Estado. Esperemos os próximos capítulos.

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Da Redação com Roberto Noticia  - DRT 4511/88  e  Nonato Guedes

 

 

RESPOSTA É NÃO - Vereadora Elíza Virgínia diz que jamais tira licença para o suplente Marmuthe assumir vaga na Câmara de João Pessoa

 EXCLUSIVO -  Em entrevista ao repórter Joan do Valentina hoje pela manhã na Câmara de João Pessoa a vereadora Eliza Virgínia (PSDB) acabou de vez com as especulações que poderia tirar uma licença para o suplente de vereador Marmuthe Cavalcanti poder retornar a Câmara da Capital.

Indagada pelo repórter Joan do Valentina do Portal 1001 Notícias se a mesma iria tirar uma licença para o suplente assumir. Eliza Virgínia (PSDB) foi taxativa em dizer um sonoro não. “Jamais faria isso, mesmo que tivesse doente, esse suplente já mais tem qual quer respeito com as pessoas, ele não foi muito cortês da parte dele ao entrar com aquela ação e foi uma derrota feia do mesmo”, disse a vereadora Eliza Virgínia.

Essa semana é o segundo vereador que diz não ao suplente na busca de ter seu retorno a Câmara Municipal de João Pessoa. A primeira foi o vereador Professor Gabriel do PSD, que recebeu o suplente Marmuthe e o líder do governo Fernando Milanez Filho que foram pedir para Gabriel tirar uma licença e teve como resposta um não.

ENTENDA O CASO -  ELÍZA  X MARMUTHE

Apesar de beneficiado por oitos meses com o mandato na Câmara Municipal de João Pessoa, após a vereadora Eliza Virgínia (PP) assumir uma vaga na Assembleia Legislativa, o suplente de vereador, Marmuthe Cavalcanti (PSD), entrou com ação no Tribunal Regional Eleitoral, para tomar o mandato da parlamentar.

Na ação, assinada pelo procurador do Trabalho, Eduardo Varandas, Marmuthe alega que houve infidelidade partidária de Eliza ao trocar o PSDB pelo PP, durante a janela partidária. Prestes a assumir a vaga da deputada Daniela Ribeiro (PP) na Assembleia Legislativa, ao saber da ação, Eliza suspendeu a posse.

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Roberto Noticia  - DRT 4511/88

Gestão do prefeito Luciano Cartaxo em João Pessoa tem aprovação de quase 70%, aponta pesquisa

 De acordo com a pesquisa do Instituto Opinião, a gestão do prefeito Luciano Cartaxo conta com a aprovação de 68,6% da população de João Pessoa. O número é superior à aprovação do governador João Azevedo, que alcançou apenas 58% na mesma pesquisa.

Os números foram obtidos da pergunta direta: “Na sua opinião, o(a) Sr.(a) aprova ou desaprova a maneira como o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, vem administrando a cidade?” O resultado foi que 68,6% afirmam que aprovam a forma como Luciano vem administrando a Capital. Menos de um quarto dos entrevistados (24,4%) disseram desaprovar a administração pessoense.

O levantamento apresentado pela pesquisa Opinião/Arapuan praticamente confirmam pesquisas realizadas ao longo dos últimos anos, que sempre apontam elevada aprovação da gestão do prefeito Luciano Cartaxo, indicando a consolidação da boa imagem do gestor em suas duas administrações.

Ótima e boa

Um dado que chama a atenção na pesquisa é que, numa outra questão, que avalia administração de forma mais estratificada, 53,1% consideram a gestão do prefeito Luciano Cartaxo ótima ou boa. Se a estes números forem agregados os 26,4% que apontam a administração como regular, a aprovação da gestão do prefeito Luciano Cartaxo atingiria 79,5%.  Apenas 6% consideram a administração ruim e 10,6% avaliam como péssima.

Dados técnicos

A pesquisa Opinião/Arapuan foi aplicada nos últimos dias 14 e 15 de julho, em 40 bairros da Capital. O levantamento foi feito entre moradores com 16 anos ou mais, e a margem de erro máxima estimada é de 3,7%.

 

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Da Redação com Roberto Noticia