FAMÍLIA - A arte de ser

 FAMÍLIA - A arte de servir

Qual importância da família para a vida?

Neste domingo, Dia dos Pais, irei expressar um pouco sobre a importância da família para sua vida, a final de contas, com o advento da internet com as novas tecnologias, estamos perdemos o sentido da importância da família em nossas vidas.

A importância da família da formação de um indivíduo. A família é a primeira sociedade que convivemos e que levamos por toda vida, portanto, base para a formação qualquer indivíduo. É no convívio familiar que aprendemos, um com o outro, a respeitar, partilhar, ter compromisso, disciplina e a administrar conflitos.

Se existe algo ou alguém em que podemos depositar toda nossa confiança, é na nossa família. Ela nos mostra o que é certo, indica os melhores caminhos, e nos proporciona um amor verdadeiro e incondicional. Uma família em harmonia, que se ama mutuamente, permanece unida por uma vida toda. E é também fonte de exemplo para todas as gerações, inspirando a formação de novas famílias.

É também no ambiente familiar que conhecemos nossos primeiros valores e recebemos as primeiras regras sociais. Aprendemos a perceber o mundo, damos início a nossa identidade e somos introduzidos no processo de socialização.

Por isso, é tão comum que nos comportemos como quem nos criou, como nossos pais e avós, trazendo traços da personalidade e atitudes muito semelhantes.

Não podemos esquecer que cada um tem um papel fundamental dentro de casa, onde existem direitos e deveres, e todos devem cumprir com suas obrigações. Aí entra o respeito mútuo, a consideração pelos mais velhos, as tarefas domésticas, os deveres diários.

Há situações em que toda responsabilidade do dia a dia e os serviços de casa ficam por conta da mãe, os filhos culpam os pais por não poderem presenteá-los com aquilo que desejam ou os irmãos vivem se desentendendo.

Nestes casos, a família permanece em desarmonia, sobrecarregando apenas um integrante, tornando instável a união do lar e a estrutura familiar.

Sua família é perfeita? Será que existe família perfeita?

Certas situações podem causar grandes frustrações em uma vida. Muitos definem a família como sendo a “base de tudo”, uma expressão bastante utilizada para caracterizar o laço familiar que vai além do sangue, sendo também emocional e espiritual. Mas esta base pode se desintegrar, desgastando e se tornando prejudicial. Então, é preciso preservá-la sempre.

A partir da adolescência, o indivíduo procura o ambiente fora de casa e os amigos para buscar aprovação e se identificar, e depois volta para o lar. Quando a família tem uma base sólida e oferece amor e atenção, ele não sente necessidade de buscar uma fuga da realidade nas ruas, ao lado dos amigos; ele usa o ambiente externo de forma saudável.

Mas, quando sua vida é instável no âmbito familiar, ele busca suprir na rua aquilo que lhe falta dentro de casa; neste caso, é onde tem início a dependência química, a rebeldia e o comportamento violento.

Portanto, a família é algo único e insubstituível, extremamente necessário para a formação do ser humano. Sua ausência gera graves consequências. Pais e filhos precisam se manter unidos, dialogando diariamente.

É preciso cuidá-la com carinho, dedicação e fé, para que sua estrutura se mantenha forte e seus indivíduos não caiam no mundo dos vícios e das futilidades.

Roberto Notícia

Jornalista

APENAS PARA REFLETIR - Da vida não levo nada, do jeito que a vida vem, depois de fechar os olhos ninguém é ninguém

 APENAS PARA REFLETIR

Como bem diz em seus versos o poeta Alcimar Monteiro, Da vida não levo nada, do jeito que a vida vem, depois de fechar os olhos ninguém é ninguém.
A vida é boa! E estamos aqui nesta terra de passagem
De nada somos donos, apenas mordomos.
O mundo gira,
o tempo passa,
pessoas nascem,
pessoas morrem.
Nesta vida estamos de passagem,
e nessa viagem tente ser o melhor,
não pra ser lembrado,
mas para jamais ser esquecido.

Digo sempre, entre acertos e erros dei o meu melhor.
Não adianta ter “tudo”, sem ter o principal que é a sua saúde, para aproveitar os bons e maus momentos que a vida nos proporciona.
 
Tenho cumprimento nestes meus dias de vida uma missão, creio que enviada por DEUS. Não tem sido fácil, uma luta incansável, em busca de dias melhores para uma pessoa super especial que carrega em suas veias o meu sangue.
Mas entrego tudo nas mãos de DEUS, sei que ele em sua sabedoria fará o melhor. Vida que segue...
 
Dessa vida nada levaremos, estamos aqui só de passagem. Ela é um presente dado a nós pelo Criador. E tudo que precisamos para gozarmos dessa enorme regalia é darmos sentido a nossa existência. Fazer sempre algo, que nos faça sentirmos realmente vivos! Procurando fazer o gostamos de verdade e nunca por obrigação.
 
E o sentido da vida também se encontra na prática de fazermos o bem, praticando sempre a bondade e a caridade. Se Assim vivermos alcançaremos a felicidade, que tanto perseguimos e almejamos , é dando valor as pequenas coisas que nos tornamos realmente felizes.
Dar valor às coisas, não pelo que elas valem, mas pelo que significam. É amando sem buscar retorno que somos realmente amados. E é sendo amado que se sente o prazer de viver. Não viemos nessa vida para levar e sim para nos doar. E assim vamos descobrindo o verdadeiro sentido da vida: Viver!!!
 
“Da vida não levo nada, do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos ninguém é ninguém
Se me vejo parado pensando nas coisas do mundo
Eu às vezes duvido que o povo tem a voz de Deus
É que o homem ás vezes se sente mais realizado
Ao invés de dizer parabéns ele fala coitado”
Alcimar Monteiro
 
Nas Mãos de Deus
Cristina Mel
 
Minha Vida está nas Mãos de Deus
Tempestades Eu não Temerei
Minha Casa, Meu Futuro
Nas Mãos do Meu Senhor já coloquei
 
De ti senhor, Sei que preciso
Da Tua Graça necessito
És Meu Refúgio, És Meu Guia
Nas Tuas Mãos estão Meus Dias
Pra onde irei Senhor?
Só em ti encontro salvação
Pra onde irei Senhor?
A Minha Vida está em Tuas Mãos
 
Escute Damares - NAS MÃOS DE DEUS
 
https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=R0pPNt5P2wQ
 
Roberto Notícia
Jornalista

Ar condicionado a 24 °C. Economize doença e energia

 Adoro frio. Natural. O de Bananeiras, então… Já o frio de ar condicionado… Só acho bom quando os donos dos ambientes fechados que frequento (cinemas, consultórios médicos, shoppings e restaurantes, principalmente) lembram ou sabem da existência de uma coisa chamada conforto térmico.

Lamentavelmente, em João Pessoa raramente empresário de qualquer dos ramos citados importa-se com a saúde da clientela nesse particular. O frozen, como diria Bruno Filho, é a regra. Até mesmo em clínicas que (em tese) tratam doenças respiratórias. Outro dia, quase sem voz, respirando pela boca e tossindo incessantemente, recorri a um desses serviços de urgência. Lá dentro, fui bombardeado por ventos de potentes splits a 21 graus.

Reclamei. Falei com a moça do balcão que me encaminhava a um dos médicos em atendimento. Disse-lhe que era absurdo manter as salas naquela temperatura, capaz de provocar um choque térmico nos pacientes que do lado de fora, a céu aberto, iriam enfrentar de 28 °C pra cima. As paredes do ‘pronto-socorro’ devem ter prestado mais atenção neste reclamão aqui.

Já a médica que me atendeu, a quem também prestei queixa, nem fazer que me ouvia fez. Cortou-me a reclamação perguntando se eu tinha alergia a algum medicamento, enquanto teclava no computador a requisição dos indefectíveis exames clínicos ou radiológicos que engordam a receita (financeira) da casa. Ainda bem que consulta nos otorrinos de hoje em dia demora pouco, muito pouco, pouquíssimo.

Menos de dez minutos depois de entrar na sala da doutora, de receita (médica) na mão fui embora me convencendo intimamente que essa medicina totalmente dependente de aparelhos, do gênero linha de produção, deve ter alguma parcela de culpa por tanta automedicação no Brasil. Se de um lado afugenta pacientes resmungões feito este blogueiro, do outro faz a festa da indústria farmacêutica, especialmente das marcas que garantem prescrições automáticas ou recorrentes nas clínicas parceiras.

Bem, mas o caso aqui é despertar interesse – quem sabe uma campanha – de combate ao excesso de frio em lugares de fruição coletiva, seja para lazer, seja para justificar minimamente planos de saúde tão caros quanto os que pagamos. O objetivo é chamar a atenção, inclusive das autoridades ambientais e sanitárias, para botar na cabeça dessa gente que ar refrigerado não tem que ficar no frio máximo sempre para mostrar que seu aparelho ou sistema é “bom de torar”.

Só fico imaginando esse pessoal vendendo equipamentos de som. Coitados dos ouvidos de quem entrar na loja. Quanto aos frozenistas juramentados, garanto-lhes que há estudos técnicos abalizados que elegeram 23 ou 24 graus Celsius (a depender do tanto de gente a refrescar) como a temperatura boa e bacana para um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza. Além de tudo, naquele grau o aparelho consome menos energia.

Manter seu split em 23 ou 24 °C é tudo de bom, portanto. Especialmente se a gente vive em uma região como o Nordeste onde a temperatura média anda pela casa dos 27 °C. O que torna verdadeiramente insuportável encarar os 16 ou 17 graus que já vi no mostrador luminoso de uma das usinas de frio do lugar onde costumo tomar meu café da manhã. Ainda bem que o dono do pedaço entendeu e maneirou na pegada de ar. Literalmente.

Pra esquentar, digo, pra terminar, recordo que em espaços cibernéticos ou impressos bem mais vistosos, que me couberam em passado recente, fiz campanha por faixa de pedestres, regularização de calçadas, combate à poluição sonora, fim de estacionamentos privados nas ruas da Capital… Todas parcialmente bem sucedidas porque conseguiram sensibilizar autoridades da vez nas esferas estadual e municipal. Ajudem aí e espalhem mais essa, portanto. Será bom pra todo mundo.

 

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Da Redação com Roberto Noticia  e Rubens Nóbrega

 

As opções da deputada Danielle Ribeiro para definir sua opção em disputar o Senado

 Estamos chegando à última semana de julho e às vésperas do início do prazo para realização das convenções partidárias que escolherão os candidatos das coligações que disputarão a eleição de 2018. Para manter a tradição, o Partido Progressista do ex-ministro do governo Dilma Rousseff e atual líder do governo Temer na Câmara, Aguinaldo Ribeiro, não sabe ainda se é governo ou oposição.

 

O motivo para essa indefinição todo mundo sabe: não se trata, por óbvio, de questões de ordem programáticas ou ideológicas, mas de cálculos de várias ordens que apontem o melhor caminho para eleger a irmã de Aguinaldo, a deputada estadual Daniela Ribeiro, para uma das vagas ao Senado.

Escolhida a noiva dessa eleição, com as exceções de praxe do PSTU e do PSOL, a ex-oposicionista Daniela conversa com tudo e com todos. Ela já esteve mais próxima de anunciar a entrada na chapa liderada pelo PSB para fazer companhia ao conterrâneo campinense e até então tradicional adversário político, Veneziano Vital do Rego, um dos candidatos do PSB ao Senado.

Mas, depois que o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, lançou à mesa de negociação o ás da candidatura de sua esposa, Maísa Cartaxo, à suplência de Daniela, o ânimo governista da deputada arrefeceu.

E o motivo é que Daniela Ribeiro tem muito a ganhar quando amarra sua candidatura com a de Maísa Cartaxo no maior colégio eleitoral do estado onde ainda é pouco enraizada. Com a vantagem adicional de que, em João Pessoa, o eleitorado de Cartaxo não torceria o nariz para Daniela, como tende a fazer o eleitorado ricardista − é sempre bom lembrar que, em 2010, Cássio, o então “senador de Ricardo”, foi derrotado em João Pessoa por outro campinense, mas de estatura política muito menor, Vital do Rêgo Filho.

Como aconteceu com Cássio, e agora num ambiente de muito mais radicalização política, Daniela deve passar muitos constrangimentos ao longo da campanha, tendendo a sofrer com o “fogo amigo” dos eleitores de João Azevedo, e até mesmo de candidatos que estarão na coligação “socialista”, como, aliás, já está acontecendo. Nos grandes centros, Daniela viverá um questionamento permanente da base social do PSB e PT, que, registre-se, é a mesma.

Motivo principal: o irmão de Daniela Ribeiro, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, parlamentar da base do governo petista até às vésperas do impeachment, mudou de posição depois de turvas negociações para aderir ao golpe parlamentar que depôs Dilma Rousseff da Presidência. Hoje, Aguinaldo é um dos líderes do governo Temer no Congresso.

Será muito engraçado, para não dizer vergonhoso, ver a sigla do PT ao lado da do PP compondo a coligação liderada pelo PSB, cuja principal liderança na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho, teve papel de destaque na luta contra o impeachment. Mas, como esse tipo de coerência anda escassa na feira das alianças na Paraíba, Daniela e o PP podem incluir entre suas opções, ao ponto de ser paparicada, dividir o palanque com ferrenhos adversários.

Além de tudo, ao apoiar o candidato governista, Daniela vai passar boa parte do tempo explicando mudança tão repentina de discurso, depois de quatro anos como deputada do bloco oposicionista na Assembleia, quando ocupou por diversas vezes a tribuna para desferir ataques ao atual governo.

Tudo isso certamente compõe os cálculos dos Ribeiros para tomar a decisão de qual palanque compor em 2018. Talvez tenha chegado a hora da família incluir em seus cálculos os ganhos associados à coerência no discurso, fidelidades às alianças e trajetórias assumidas. Além de um toque, mesmo que seja para dar um leve sabor a essa anódina maneira de tratar as diferenças, de identidade política e ideológica.

Na chapa do PSB, Daniela vai ter a estrutura do governismo e da máquina eleitoral do PSB, sobretudo no interior − mas, é bom lembrar que, em 2014, José Maranhão se elegeu senador derrotando sozinho as máquinas eleitorais do governo e da oposição, − mas vai perder discurso e enfrentar tensões internas que atrapalharão muito sua candidatura (e Daniela sabe mais ou menos onde está pisando devido a experiência de 2012 quando disputou a Prefeitura de Campina em aliança informal com o PT).

Na chapa de Lucélio Cartaxo, Daniela terá suporte nas maiores cidades do estado, aquelas com mais de 20 mil eleitores e onde reside mais da metade do eleitorado paraibano, sobretudo em João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Guarabira, Patos, Sousa, Cajazeiras, só para citar as maiores prefeituras controladas pela oposição. De quebra, ainda manterá a coerência das alianças, do discurso, e com os valores políticos e ideológicos que sua atuação parlamentar exprime cotidianamente, aspectos que o eleitor pode começar a prestar atenção a partir de 2018.

O exemplo da Croácia

 Nossa seleção brasileira ficou pelo caminho na Copa do Mundo. Nada impede que possamos aprender e treinar com os que seguiram.

Vem da Croácia, novata em copas, um belo exemplo. E não é só pelo futebol que rendeu chegada à final.

A presidente do País, Kolinda Grabar-Kitarovic, tirou dias de folga de suas atividades para incentivar a seleção croata.

O mérito, entretanto, não está no espírito de torcedora da política.

Para acompanhar o time, todos os dias fora de seu mister estão sendo devidamente descontados de sua remuneração oficial.

Kolinda paga o próprio ingresso. Nenhum centavo patrocinado pelos cofres públicos, como costuma ser por aqui em terras verde-amarelas.

Como não viajou a trabalho, a presidente da Croácia pegou avião de carreira até a Rússia. E pagou a passagem do próprio bolso.

Gestos políticos que já fazem da Croácia, uma pequena nação recém-emancipada, campeã.

Porque, fora de campo, a líder do País já fez um gol.

Imagine quanto seria gasto e qual tamanho do aparato de uma viagem presidencial brasileira à uma Copa.

Pra nós, fica a lição.

No país do futebol, no esporte dos exemplos de gestão do dinheiro público, nossos governantes brasileiros só dão bola fora.

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