Aspol: policiais da Paraíba recebem o pior salário do país

 A Polícia Civil da Paraíba iniciou na manhã desta quarta-feira (27) a paralisação de atividades por 24 horas. Em João Pessoa, os policiais se encontraram na Central de Polícia da capital.

De acordo com a presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol) Suana Melo, a paralisação acontece para manifestar a insatisfação dos policiais com as condições de trabalho que são oferecidas.

“Estamos em protesto contra o pior salário do país, e contra a defasagem salarial dos policias civis, recebemos metade do que se paga em 16 estados. Além disso, a Polícia trabalha com uma estrutura muito deficiente”, relata.

Outro motivo do protesto é o Projeto de Lei que foi aprovado na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Segundo Suana, o Projeto concede privilégios para delegados. “Estamos tendo um tratamento com privilégios para um grupo de delegados que está na gestão. Esse grupo tem atuado de forma arbitrária”, afirma.

Nota oficial

Em nota, a Delegacia Geral de Polícia Civil da Paraíba informou que está acompanhando de perto a manifestação dos Policiais e que já tomou as medidas cabíveis junto com a Procuradoria Geral do Estado.

Ainda de acordo com a nota, as medidas administrativas e disciplinares necessárias vão ser adotadas conforme as situações existentes. A Delegacia também considerou em nota que os motivos que levaram à paralisação foram ‘precipitados’, e se diz aberta ao diálogo com os policiais.

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Da Redação com Roberto Noticia

Manoel Júnior vive a expectativa de ser o prefeito de João Pessoa

 O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, do PMDB, tem deixado escapar em conversas informais que está absolutamente confiante na hipótese de assumir a titularidade plena do cargo a partir de janeiro de 2019. A hipótese só será viável se o prefeito Luciano Cartaxo, do PSD, lograr vitoriar na disputa ao governo do Estado no próximo ano. A projeção é de que por conta da campanha de 2018 Júnior venha a ser mais exigido nas tarefas administrativas, enquanto Cartaxo ganha liberdade e espaço para pavimentar a candidatura ao Palácio da Redenção num páreo ainda indefinido.

Uma vez efetivado prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior terá a possibilidade de concorrer à reeleição em 2020. Na prática, ele estará resolvendo uma “Sena” acumulada que possui em relação a cargos administrativos em João Pessoa. Em 2004, Júnior foi indicado pelo PMDB para vice de Ricardo Coutinho à prefeitura. A chapa foi vitoriosa, selando a coligação PMDB-PSB. Ricardo, porém, não abriu espaços para a ascensão de Júnior, que praticamente passou em “brancas nuvens”. Em represália, o peemedebista decidiu candidatar-se a deputado federal em 2006, obtendo resultado positivo.

Por três vezes prefeito de Pedras de Fogo, Manoel Júnior foi deputado estadual e, na Câmara, aprofundou o conhecimento e a discussão dos temas municipalistas. Fontes ligadas ao prefeito Luciano Cartaxo garantem que a relação entre ele e o vice é de absoluta confiança. Júnior tem sido útil para encaminhar, em Brasília, demandas administrativas que estão congeladas. Utiliza como trunfo as relações com pessoas influentes que costurou quando do exercício do mandato federal. Ele percorre com desenvoltura gabinetes de ministérios e outros escalões do governo de Michel Temer, pegando “carona” no fato de ser filiado ao partido do presidente. “Os dois tocam de ouvidos e essa afinidade é essencial para uma campanha estruturada”, revela uma fonte ligada a Júnior, comentando sua relação com Luciano, que, aliás, lhe transferiu o cargo em algumas ocasiões, devido a viagens ao exterior.

Um problema para Júnior, em tese, seria a articulação do senador José Maranhão para o PMDB ter candidato próprio ao governo da Paraíba em 2018, na figura do próprio Maranhão. O atual vice-prefeito de João Pessoa, pelo estatuto partidário, teria que se engajar no palanque de Maranhão. O próprio senador José Maranhão já fez insinuações a respeito, afirmando que é mais vantajoso para o PMDB ter o governo do Estado do que a prefeitura de João Pessoa. Júnior confia, porém, em que esse contencioso será resolvido na base do diálogo – e, providencialmente, evita alimentar atritos com peemedebistas.

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Da Redação com Roberto Noticia e
Nonato Guedes

 

 

Governador Ricardo Coutinho pensa que é Lula e também vai tentar eleger a sua Dilma

 Assim como o ex-presidente Lula, em 2010, o governador Ricardo Coutinho também tentará eleger seu sucessor, em 2018. Proporções a salvo, a narrativa de ambos é bem parecida. RC acredita que faz um bom governo e este merece ter continuidade nas mãos de um “técnico” sem experiência no executivo e até então desconhecido do eleitorado.

Dilma era pra Lula o que João Azevedo é hoje para Ricardo Coutinho; um braço direito. Mas o tempo mostrou que a “técnica” de Lula foi a presidente mais despreparada da história do Brasil, com dificuldades até para fazer um simples discurso à nação. Decisões político e econômicas equivocadas fez o Brasil se aprofundar ainda mais numa crise internacional originada na queda dos preços das commodities.

No plano nacional, Dilma será um eterno exemplo para desconstruir a estratégia retórica de presidentes que tentem eleger novamente um poste sem a mínima experiência administrativa. Porque ser secretário e ministro é uma coisa, mas pra comandar um Estado/Nação é preciso muito mais que um simples “rótulo” de técnico.

Diante de uma crise que ainda se arrasta e de fatos políticos tão recentes, será que o eleitor paraibano vai comprar esse discurso do sucessor “técnico”, mas sem história, serviço prestado, experiência administrativa e jogo de cintura na política?

O poste do Lula custou (e ainda custa) muito caro ao País, pois foi o poste do PT que pariu o vampiro Temer.

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Da Redação com Roberto Noticia e Alan Kardec

Projeto do Centro Administrativo do Governo Ricardo Coutinho ficou só na promessa

 O governador Ricardo Coutinho, ganhou fama de ser um bom administrador. Mas, me parece que entre a realidade e a promessa, existe uma distância muito longa. Hoje, o governador repete o mesmo ato dos administradores do passado, que costumavam lançar pedra fundamental, para tudo que erra obra e em seguida ficava apenas no papel, digo isto em relação o tão famoso Centro Administrativo da Paraíba. Obra fundamental para o funcionamento da maioria das secretarias e Órgãos do estado.

O assunto ficou no esquecimento da população, e até agora o projeto se quer saiu do papel. Entendo que o Estado tem inúmeras demandas de prioridades, porém, o anúncio de obra de tamanho importância, não pode ficar no esquecimento, apenas na vontade.

Vejam a seguir na integra matéria publicada nos principais veículos de comunicação, onde o governador Ricardo Coutinho relato o que seria o novo Centro Administrativo da Paraíba.

O Governo do Estado deve iniciar em junho a construção de um novo Centro Administrativo, orçado em R$500 milhões. O novo prédio vai ficar situado na Costa do Sol, em uma área pertencente ao Estado, nas proximidades do Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima. O Centro será construído por contrato de parceria público privada (PPP) que terá duração de 35 anos.

A PPP foi firmada com as empresas KPMG e CPD, que já apresentaram projeto inicial aos secretários de Estado e ao governador Ricardo Coutinho (PSB), que pediu a readequação de alguns trechos, a exemplo de um prédio de oito andares para abrigar um elevado número de servidores. O pedido foi feito para que não haja degradação e poluição visual da área.

O governador solicitou aos secretários um levantamento referente aos gastos de cada pasta com segurança, limpeza, água e energia. A obra deve ser executada em até 4 anos, sendo dividida em duas fases: a primeira entregue em 2 anos e a segunda em mais 2 anos. Com a PPP, o Governo do Estado deve reduzir uma série de gastos.

O novo complexo administrativo vai reunir todas as secretarias de Estado. A parceria deve ser efetivada pelo governador Ricardo Coutinho em janeiro, quando serão iniciados os trâmites burocráticos. A partir da PPP, as duas empresas terão um período de 20 anos para explorar serviços de vigilância e limpeza do novo Centro.
Conforme o projeto, 70% dos recursos serão empregados nas obras civis para construção das quatro torres: portaria e atendimento ao cidadão, sede administrativa do governador, e dois prédios administrativos. O projeto apresentado prevê a aplicação de 24% dos recursos em imobiliário, enquanto outros 6% serão empregados na aquisição de equipamentos e sistemas, como geradores e nobreaks, controle de acesso e segurança, e limpeza de fachadas.

Durante solenidade de diplomação dos eleitos, no último dia 17, o governador Ricardo Coutinho afirmou que a construção de um novo Centro Administrativo estava sendo discutida e destacou os valores elevados que o Governo do Estado tem empenhado para pagamentos de aluguel de imóveis.

“Nosso Centro Administrativo é da década de 70, o nosso prédio na Epitácio Pessoa foi interditado pelo Ministério Público do Trabalho causando um prejuízo enorme porque aumentou muito o nosso custeio de locação de imóveis. É um quadro muito difícil então, estamos pensando e discutindo”, disse o governador.

O Governo do Estado ainda vai definir o que será feito com o atual prédio do Centro Administrativo após a conclusão das obras do novo complexo, contudo, a maior probabilidade é que o prédio seja vendido.

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Da Redação com Roberto Noticia

 

Por que o governador começou a sofrer seguidas derrotas no TJ, MP e TCE?

 Algo de novo está ocorrendo na relação entre o governador Ricardo Coutinho, setores do Judiciário, Ministério Público e até Tribunal de Contas do Estado. Após navegar em céu de brigadeiro, sem ser praticamente incomodado, ao longo de seu mandato, quando ganhou praticamente todas as demandas em que se envolveu, eis que trovoadas começam a ser formar no horizonte.

Judiciário – Num curto espaço de tempo, três decisões do desembargador Fred Coutinho, suspendendo a votação da LOA 2018 (Lei Orçamentária Anual), por conta da redução em repasses orçamentários decretados pelo governador contra Ministério Público, Tribunal de Justiça e Defensoria Pública, surpreenderam a praça. Foi um fato novo, sem dúvida. O governador terá de recuar, ou a crise se agrava. Também tem perdido ações para a UEPB.

Em três decisões, certamente históricas, a juíza Flávia Lins Cavalcante (1ª Vara da Fazenda) também fez o governador perder a empáfia, cumprir suas sentenças, e ainda teve uma multa aplicada em sua conta pessoal. A magistrada, certamente alertada pelo hábito do governador de descumprir decisões, primeiro se respaldou em denúncia remetida à ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça.

MPPB – Poucas semanas após a posse do novo procurador-geral de Justiça, Seraphico da Nóbrega, o Ministério Público do Estado, pelo visto, deu sequência a várias investigações contra autoridades governamentais, que, aparentemente, estavam tomadas de mofo em gavetas no MPPB. A mais emblemática delas, o famoso propinoduto, cujo inquérito policial havia sofrido curiosa combustão espontânea.

TCE – Já o Tribunal de Contas do Estado, de forma também surpreendente, acompanhou decisão do conselheiro Fernando Catão e suspendeu o programa Empreender PB, após auditorias identificarem várias irregularidades que, a rigor, a rigor, deveriam ter sido flagradas desde 2014, durante as eleições, quando, segundo o Ministério Público Eleitoral, choveram ilegalidades na liberação de recursos públicos. Há inclusive uma ação que pede a cassação do governador por essas razões.

Final de mandato – Duas razões parecem explicar essa alteração na meteorologia política do Estado. A primeira delas, a mudança no comando do TJ e do Ministério Público do Estado. Depois, obviamente, o afunilamento do final de mandato do governador. A curva descendente já se iniciou, está claro. Será o momento do governador começar a colher tudo que plantou, especialmente no capítulo das perversidades.

Fora da curva – Como nem tudo são flores, a Assembleia Legislativa e o Tribunal Regional Eleitoral seguem como um ponto fora da curva. A submissão do Legislativo beira ao servilismo. O governador aprova tudo que quer, a toque de caixa quando necessário, sem enfrentar uma marola sequer. Uma situação que, aliás, reflete a relação do presidente da Casa, deputado Gervásio Filho, com o governador.

E o TRE? Bem, o TRE não é preciso dizer muito. Enquanto o contribuinte é chamado a trabalhar para pagar todas as suas contas, inclusive dos feitos eleitorais, os integrantes do Tribunal, certamente esfalfados com tantas tarefas, parecem flanar acima dos mortais, e não conseguem tempo sequer para julgar ações como essa AIJE do Empreender. Resta esperar que a História faça esse julgamento.

Helder Moura