OPINIO - Que Brasil este de governantes de cala frouxa ou apertada? - VEJA VDEOS

 A turbulência vivenciada pela classe política nos últimos anos chaga a servir de piada pelas suas atitudes e falta de discernimento para enfrentar os principais problemas da população e apresentar soluções para pelo menos reduzir o sofrimento de um povo que tem perdido a esperança em seus governantes.

Que Brasil é este de governantes de calça “Frouxa ou Apertada”? Pergunta esta que não quer calar. A falta de surgimento de uma liderança que possa vir acabar com esta polarização que temos vivenciado nos últimos tempos, mostra com clareza e incerteza de um futuro melhor para o povo brasileiro.

Parece-me que para as eleições de 2022 não será diferente um grupo político defende a volta ao passado e outro a permanência do que está aí.  Ou seja, nade de novo, em idéia, que possa apresentar a população para enfrentar os sérios problemas que todos sabem e estamos convivendo numa inércia sem perspectiva nenhuma de dias melhores.

O que temos observados são conjecturas nefasta que vem predominando com adjetivos de classificação a exemplo de calça “Frouxa ou Apertada”  que não leva a nada e a lugar nem em qualquer setor da sociedade brasileira. A falta de compromisso da classe política e outros segmentos com a nação é gritante.

Sem o bom censo tão esperado pela nação barsileira. O que esperar dos poderes se degladiando  em busca de mostrar "força" ou quem manda mais. O povo que se lixe para o que estáacontecendo e as futuras gerações sem um norte do que será o seu futuro.

Em vídeo que circula as redes sociais, na quinta-feira (9), mostra o pastor bolsonarista Jackson Vilar chamando o presidente Jair Bolsonaro de “calça frouxa”. O ataque ao chefe do Executivo acontece após ele pedir, em um áudio vazado, para que os caminhoneiros desbloqueassem as pistas das rodovias e após a publicação de uma nota, em que o presidente pede desculpas pelas ofensas e ameaças ao Supremo Tribunal Federal (STF) feitas no dia 7 de setembro.

No vídeo Vilar diz que Bolsonaro “traiu” seus apoiadores e cita o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, que está foragido no México, após ter sua prisão decretada no dia 3 de setembro pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Aqui em São Paulo nós temos um calça apertada e em Brasília nós temos um calça frouxa, Chamado Jair Messias Bolsonaro. Hoje grava um vídeo mandando recuar. Eu fui processado várias vezes defendendo o Bolsonaro, mas agora eu te digo, eu não acredito em Bolsonaro mais. Eu quero queimar minha camisa com nome de Bolsonaro, você traiu o seu povo, porque você é um frouxo, covarde”, afirmou o pastor.

 pastor.

 

 

Durante uma live na noite de quinta-feira (24/12), nas vésperas do Natal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou a viagem do governador de São Paulo, João Doria a Miami, nos Estados Unidos. Segundo Bolsonaro, a ação do governador foi contrastante com a política de fechamento do estado paulista durante a pandemia de covid-19. "O povo tem que ficar em casa que eu vou passear em Miami. Pelo amor de Deus, calcinha apertada. Isso é coisa de calça apertada, calcinha apertada", afirmou o presidente.

Veja as declarações de Bolsonaro em live.  https://www.youtube.com/watch?v=an5gi5KQiGU  

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Ps 7 de setembro: repercusso e reaes, vento e tempestade

 Era natural que os atos de protestos comandados pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira, 7 de setembro, tivessem repercussão. Talvez não se imaginasse que viesse no plural, como acabou ocorrendo durante toda a quarta-feira, e numa avalanche de reprovação ao presidente. 

Na verdade, as reações começaram ainda na terça-feira à noite, com dois importantes partidos políticos – PSDB e PSD – anunciando reuniões ou a criação de comissão para discutir a adesão ao impeachment. 

Na sequência, outras legendas também abriram discussão sobre a possibilidade de apoiar o pedido de impeachment do presidente. Foram o Solidariedade, MDB e o PDT.

O PSL e o DEM, partidos da direita, repudiaram o tom do discurso de Bolsonaro e o PL mandou avisar que entregará os cargos se os ataques às instituições não cessarem. 

A avaliação generalizada é que o presidente Jair Bolsonaro passou dos limites em seu ataque ao ministro Alexandre de Moraes (STF), contra o próprio Supremo e exagerou na perspectiva antidemocrática ao afirmar que não cumpriria algumas decisões da Justiça. 

A insistência na condenação ao voto eletrônico também foi tomada como um ataque à democracia. 

O discurso de Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, foi avaliado como crime de responsabilidade por diversos juristas. Acabou virando mote de articulação para apresentação de novo pedido de impeachment. Mais de 10 partidos já discutem o assunto, com a nova fundamentação jurídica. 

O tom do discurso presidencial foi condenado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. O presidente da Câmara, Arthur Lira, condenou a parte sobre as urnas eletrônicas e o radicalismo político, e até o procurador-geral, Augusto Aras, pediu moderação.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) fez um pronunciamento incisivo em defesa do Poder Judiciário. Disse que ninguém derrubará o Supremo e que os ministros o sustentarão em pé. Sem citar nomes, fez referência ao suposto crime de responsabilidade cometido por Bolsonaro e remeteu ao Congresso a oportunidade do julgamento.

No mercado financeiro, a bolsa caiu e o dólar disparou. 

Não resta a menor dúvida de que a grandeza dos atos que tanto agradou ao bolsonarismo tiveram efeito contrário e parecem ter isolado cada vez mais o presidente politicamente. 

A favor

No dia seguinte, a favor do presidente, com repercussão, registre-se a permanência de um grupo de caminhoneiros na Esplanada dos Ministérios em Brasília querendo entrar no Senado pela pedir o impeachment dos 11 ministros do STF e o bloqueio de rodovias em 14 Estados por caminhoneiros. 

Já se fala numa greve de caminhoneiros e em desabastecimento de combustíveis. O problema é que se o país paralisar e a economia for afetada, o governo pode também ser afetado.

Além da intervenção da Polícia Rodoviária, o governo está garantindo que não haverá desabastecimento e o presidente da maior entidade de caminhoneiros, disse que impeachment de ministros não é pauta da categoria.

Vento e tempestade

A ressaca do Dia da Independência dá plena razão à sabedoria popular segundo a qual “quem semeia vento colhe tempestade”.

Por Josival Pereira

Lderes do nosso Pas no se lembram de cobrar o fim dos Penduricalhos e s pensa no povo para falar de crise

 O amanhã depois das manifestações populares de 7 de setembro. Foi criada uma expectativa para os discursos do Presidente da Câmara Federal  Arthur Lira (PP-AL) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux e do Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que se pronunciou ontem em tom moderado.  Hoje o deputado Arthur Lima, falou que que Câmara é ‘motor de pacificação’ entre Planalto e STF. Já o presidente do STF, ministroLuiz Fux, em pronunciamento disse que a “ninguém fechará” a Corte e que o desprezo a decisões judiciais por parte de chefe de qualquer poder configura crime de responsabilidade.

 

Supersalários refletem desigualdade social

 

Dos 11 ministros do STF, só três recebem abaixo do teto  Fonte: STF
Dos 11 ministros do STF, só três recebem abaixo do teto Fonte: STF

 Resumo da Ópera. Todos jogaram para galera em seus discursos, o ministro Luiz Fux disse o seguinte: conclamo os líderes do nosso país a que se dediquem aos problemas reais que assolam o nosso povo: a pandemia, que ainda não acabou e já levou para o túmulo mais de 580 mil vidas brasileiras, e levou a dor a estes familiares que perderam entes queridos; devemos nos preocupar com o desemprego, que conduz o cidadão ao limite da sobrevivência biológica; nos preocupar com a inflação, que corrói a renda dos mais pobres; e a crise hídrica, que se avizinha e que ameaça a nossa retomada econômica.

Para quem vive no Brasil com inúmeros problemas sabe muito bem que o Presidente do STF, Luiz Fuz se esqueceu de falar em seu discurso como os demais membros do poder Executivo, Judiciário e Legislativo, que estes manifestantes que foram as ruas ontem, 7 de setembro também cobram o fim da “farra” com o dinheiro público do cidadão que paga imposto neste País.

Os líderes do nosso país não se lembraram de cobrar o fim dos Penduricalhos em todas as esferas, seja no Executivo, Legislativo e Judiciário.

Existe protocolada na Câmara Federal uma PEC do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) que protocolou na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 147/2019, conhecida como ‘PEC dos Penduricalhos’, que recebeu 173 assinaturas de parlamentares. Eram necessárias 171 assinaturas. A proposta altera artigo 37 da Constituição Federal e prevê o fim dos auxílios creche, mudança, livro, saúde, alimentação ou qualquer outro para quem recebe mais de 1/4 do salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (aproximadamente R$ 10 mil). A matéria precisa passar pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e sendo aprovada a admissibilidade, segue para a Comissão Especial.

Tratados como seguro para garantir a independência e a probidade da Justiça, os benefícios dos juízes brasileiros custam muito aos cofres públicos. Fora os salários, que acabam de aumentar R$ 16,3%, cada um dos 18 mil magistrados do país recebe em média aproximadamente R$ 20 mil mensais com os mais variados penduricalhos para suavizar as despesas com casa, comida e escola dos filhos.

Poupados da reforma administrativa, juízes e promotores públicos gozam das maiores regalias salariais, com direito a auxílios, subsídios e privilégios. Neste momento de crise do Brasil os que defendem a Democracia e são contra as manifestações antidemocráticas esquecem-se de fazer a sua parte, que é acabarem com os privilégios e os mais variados penduricalhos.

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Fux reage ameaa de Bolsonaro: Ningum fechar o Supremo

 O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quarta-feira, 8, que “ninguém fechará” a Corte e que o desprezo a decisões judiciais por parte do chefe de qualquer poder configura crime de responsabilidade. A fala de Fux ocorre no dia seguinte ao discurso do presidente da República, Jair Bolsonaro, que, na terça-feira, 7, durante manifestação em favor do governo e de pautas antidemocráticas, fez ameaças golpistas e declarou que não vai mais cumprir decisões do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Moraes é responsável pelo inquérito que investiga o financiamento e organização de atos contra as instituições e a democracia. Bolsonaro e aliados dele são investigados nesse inquérito e Moraes chegou a determinar a prisão de apoiadores do presidente. Em seu discurso, ontem, na manifestação verificada em São Paulo, Bolsonaro defendeu o “enquadramento” de Alexandre de Moraes. O ministro-presidente da Corte, porém, rebateu: “Este Supremo Tribunal Federal jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções. Ninguém fechará esta Corte. Nós a manteremos de pé, com suor e perseverança”.

Luiz Fux também defendeu que “ofender a honra dos Ministros, incitar a população a propagar discursos de ódio contra a instituição do Supremo Tribunal Federal e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas e ilícitas, que não podemos tolerar em respeito ao juramento constitucional que fizemos ao assumir uma cadeira na Corte”. E acrescentou: “Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do chefe de qualquer dos poderes, essa atitude, além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade, a ser analisado pelo Congresso Nacional”. Frisou: “O Supremo Tribunal Federal também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões”.

Fux pediu que os brasileiros se atentem aos “falsos profetas do patriotismo, que ignoram que democracias verdadeiras não admitem que se coloque o povo contra o povo, ou o povo contra as suas próprias instituições”. Na sequência: “Todos sabemos que quem promove o discurso do “nós contra eles” não propaga democracia, mas a política do caos. Povo brasileiro, não caia na tentação das narrativas fáceis e messiânicas que criam falsos inimigos da nação”. Ainda conforme Fux, o “verdadeiro patriota não fecha os olhos para os problemas reais e urgentes do Brasil. Pelo contrário, procura enfrentá-los, tal como um incansável artesão, tecendo consensos mínimos entre os grupos que naturalmente pensam diferentes”. Fux declarou também que “num ambiente político maduro, questionamentos às decisões judiciais devem ser realizados não através da desobediência, não através da desordem, e não através do caos provocado, mas decerto pelos recursos que são as vias processuais próprias”.

Após a fala de Fux, o procurador-geral da República, Augusto Aras, que também estava presente à sessão da Corte, afirmou, sem citar Bolsonaro, que “a voz das instituições também é voz da liberdade” e que “discordâncias, sejam políticas ou processuais, hão de ser tratadas respeitando o devido processo legal e constitucional”. Aras disse que os protestos de 7 de Setembro foram “uma festa cívica com manifestações pacíficas, que ocorreram hegemonicamente de forma ordeira pelas vias públicas do Brasil”. Ainda: “Foram uma expressão de uma sociedade plural e aberta, característica do regime democrático. Após longo período em distanciamento social, a vacinação já possibilita que manifestantes se reúnam. A voz da rua é a voz da liberdade do povo”. Juristas ouvidos pela TV Globo afirmaram que o presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao afrontar princípios constitucionais, como ao dizer que não vai cumprir decisões do ministro Alexandre de Moraes.

 

Nonato Guedes

Jornalista

MANIFESTAES DE 7 DE SETEMBRO - Amanh pode acontecer tudo, inclusive nada

 Para quem pensava que o presidente Jair Bolsonaro tinha perdido sua força. Hoje teve que mudar de opinião ou não? O povo saiu às ruas neste dia 7 de setembro a acendeu novamente a chama do “Bolsonarismo” por todos os lugares do Brasil. São inúmeras as interpetrações, os favoráveis ao presidente, estão comemorando, os contra ficaram de orelha em pé, pelo que viram.

O Jornal Nacional passou 10 minutos tentando justificar as manifestações. As pesquisas indicam que Bolsonaro não tem apoio da população. Os que foram para as ruas representam grande parte de eleitores de Bolsonaro e não a maioria da população.

 

As manifestações convocadas para hoje em favor do governo foi um teste decisivo para o futuro do presidente Jair Bolsonaro. Com a popularidade não tão alta, refém do Centrão no Congresso Nacional e pressionado pelo fraco desempenho da economia, o capitão reformado  mostrou que tem respaldo popular para manter as críticas ao Judiciário e defender o que bolsonaristas entendem por liberdade de expressão. 

 

O apoio das ruas é a cartada de Bolsonaro para virar o jogo e mostrar que ainda tem força política. Mas são grandes os obstáculos que se acumulam à frente do chefe do Planalto. Ainda que tenha o respaldo de apoiadores para uma guinada mais radical.

Bolsonaro aposta forte no teste das ruas. Estimulado pelo povo nas ruas, o presidente confia em seus adeptos para manter as investidas contra o Judiciário e ganhar fôlego político até 2022. Enquanto os mais céticos avaliam que os problemas do governo vão continuar, aliados acreditam em hora da virada.

As manifestações de 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, região central de Brasília, dividem opiniões. Mesmo depois que o ato em apoio a Bolsonaro foi encerrado, internautas seguem em discussão para saber se o movimento fracassou ou foi um sucesso. Isto vai continuar por muito tempo.

Os apoiadoras do presidente Bolsonaro foram ao Twitter para comemorar e argumentar o que foi o 7 de setembro no Brasil Segundo eles, a Esplanada estava realmente lotada e a manifestação em apoio ao governo, contrária ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema eleitoral, foi um sucesso.

O ato a favor do presidente Jair Bolsonaro neste 7 de Setembro reuniu pessoas de todo o país em Brasília e outras cidades do Brasil. Desde o fim de semana caravanas chegaram à capital. A Polícia Militar e os organizadores não divulgaram estimativa de público. Porém, nas redes sociais, opositores do governo apontam que público nos movimentos foi muito abaixo do que o esperado.

 No contexto de instabilidade política e crise institucional, o feriado de 7 de Setembro deixa de lado as comemorações pela Independência do Brasil para dar lugar a manifestações populares lideradas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e por opositores ao chefe do Executivo. Capitais de todo o país registraram atos nesta terça-feira.

Conclusão de tudo que aconteceu neste dia 7 de setembro. “O povo na rua jamais será vencido”. Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Se avexe não. A lagarta rasteja até o dia em que cria asas. Se avexe não...

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