CRISE INSTITUCIONAL - Caso Alexandre de Moraes e a blindagem do Supremo Tribunal Federal

 O caso Alexandre de Moraes já deixou de ser apenas uma crise política. É uma crise institucional. A Polícia Federal encontrou mensagens, encontros e informações que colocam o ministro no centro de uma relação com Daniel Vorcaro que precisa ser explicada. André Mendonça quer que o material seja analisado pelo plenário do STF. A PGR quer arquivar.

A situação é tão absurda que a pergunta passou a ser outra: por que tanta pressa para impedir que se investigue? A sociedade quer explicações, quer investigação.

Moraes construiu sua trajetória recente enfrentando poderosos, determinando prisões, bloqueios e investigações. Sempre com o argumento de que as instituições não podem recuar diante de ninguém.

A mesma régua precisa valer para dentro do Supremo. O Brasil não pode ter uma regra para quem está do lado de fora e outra para quem veste a toga. Se o STF abrir a investigação, Moraes terá de enfrentar a maior crise de sua carreira. Se impedir a investigação, o Supremo carregará uma acusação ainda mais grave: a de que protege os seus.

E se surgirem novos elementos, a crise pode chegar ao Senado com uma força que ninguém conseguirá conter. O problema, portanto, já não é apenas Moraes. É saber se existe algum poder no Brasil capaz de investigar o Supremo.

Porque, se a resposta for não, talvez tenhamos descoberto o verdadeiro dono da frase “ninguém está acima da lei”.

E certamente não é o cidadão comum.

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Roberto  Notícia - Jornalista - DRT 4511/80.

 

ELEIÇÕES 2026 - Dados mais recentes divulgados pelas pesquisas Quast, Real Time Big Data e Sete devem ser questionados pelos candidatos a Governador e Senador da Paraíba

 As três últimas pesquisas que foram divulgadas sobre as eleições de 2026,para o Governo da Paraíba, Senador e Presidente da República, merece no mínimo uma reflexão. Os três Institutos de pesquisa, Quaest/TV Cabo Branco, Real Time Big Data e SETA/Polêmica Paraíba, todas registradas no TSE e TRE-PB. 

É necessário uma reflexão, em um espaço de tempo bem curto, como o candidato Lucas Ribeiro pode ter aumentado a diferança sobre o segundo colocado Cícero Lucena e terceiro Efraim Filho. Basta vê a diferença dos números da Seta e Real Time Big Data, ue mostra uma diferenlça acima de 10%, enquando a Quaest mostra uma diferença de quse 20%. 
 
Outro questionamento, é o número de entrevistados. A Quaest entrevistou 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
 
O Real Time Big Data ouviu 1.600 pessoas nos dias 19 a 22 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº PB-07790/2026.
 
A pesquisa SETA/Polêmica Paraíba foi realizada entre os dias 19 a 21 de agosto, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 84 municípios do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.
 
O estudo está registrado sob o número PB-09880/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
 
Os números mostram o Governador Lucas Ribeiro na primeira colocação com 34,1%, com Cícero Lucena em segundo tendo 24,3% dos votos. O Senador Efraim Filho aparece em terceiro com 21,5%, empatado tecnicamente com Cícero Lucena.
 
Mais atrás nós vemos Pedro Coutinho tendo 1,2%, seguido por Camilo Duarte com 1% e Yuri Ezequiel na última colocação, ao atingir 0,7%
 
Aqueles que afirmaram que não sabem ou que não responderam em quem irão votar são 6,8%, enquanto os que afirmam que irão votar em ninguém, branco ou nulo atingiu 10,4%.
 
Já o instituto Real Time Big Data divulgou na segunda-feira (24) uma pesquisa de intenções de voto para governador e senadores no estado do Paraíba, nas eleições 2026.
 
Lucas Ribeiro (PP) e Cícero Lucena (MDB) são os mais lembrados em cenário espontâneo. Porém, a 48 dias para a realização do primeiro turno, que ocorre em 4 de outubro, 48% do eleitorado paraibano ainda não sabe ou não respondeu sobre qual deve ser o voto para governador.
 
Em cenário estimulado, Lucas Ribeiro abre vantagem na disputa pelo voto no 1º turno para os demais concorrentes, com 35% das intenções de voto.
 
Foram simulados três cenários de segundo turno. Se as eleições fossem hoje, conforme levantamento do Real Time Big Data, o candidato do PP venceria Lucena por 42% a 35% e ganharia de Efraim Filho (PL) por 46% a 30%. Em eventual disputa direta entre Lucena e Efraim Filho, o candidato do MDB venceria por 42% a 31%.
 
A primeira pesquisa eleitoral do Instituto Quaest na Paraíba, contratada pelas TVs Cabo Branco e Paraíba, mostra o candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (PP), liderando a corrida eleitoral para o Governo do Estado com 38% das intenções de voto na sondagem estimulada - onde são ditos os nomes dos candidatos aos entrevistados.
 
Em seguida, de acordo com o levantamento, aparece o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, candidato do MDB, com 19%.
 
Depois dele, com 18% das intenções de voto, está o senador e candidato do PL, Efraim Filho. Levando-se em conta a margem de erro de três pontos percentuais (para mais ou para menos), os candidatos Cícero Lucena e Efraim Filho estão tecnicamente empatados.
 
Além dos três, a pesquisa também registrou as intenções de voto dos paraibanos com relação aos candidatos Pedro Coutinho (DC), com 2% das intenções de voto; Camilo Duarte (PCO), com 1%; e Yuri Ezequiel, do Unidade Popular. Yuri não pontuou.
 
Brancos, nulos e pessoas que disseram não votar em nenhum dos candidatos somam 10%. Já os indecisos somam, de acordo com a Quaest, 12%. Os números foram divulgados nesta terça-feira (25), no JPB2.
 
 
Três pesquisas confirmam cenário de crescimento da candidatura de Efraim Filho ao Governo da Paraíba. Veja os números.
 
Os levantamentos divulgados nesta semana apontam Efraim Filho consolidado na disputa pela segunda vaga no segundo turno:
 
Quaest/TV Cabo Branco
Efraim Filho: 18% | Cícero Lucena: 19%
Empate técnico pela margem de erro de 3 pontos percentuais.
Registro: PB-07850/2026 e BR-00699/2026.
 
Real Time Big Data
Efraim Filho: 21% | Cícero Lucena: 25%
Empate técnico pela margem de erro de 2 pontos percentuais.
Registro: PB-07790/2026.
 
SETA/Polêmica Paraíba
Efraim Filho: 21,5% | Cícero Lucena: 24,3%
Cenário de equilíbrio considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Registro: PB-09880/2026.
 
A pesquisa Quaest coroou a rodada de mais duas pesquisas – as do Instituto Seta, com exclusividade para o “Polêmica Paraíba” e a do Real Time Big Data, que apresentaram percentuais aproximados na apuração das manifestações de intenção de voto do eleitorado paraibano, enfocando a média ponderada das opiniões dominantes.
 
Um dado que chamou a atenção foi a vantagem expressiva atribuída ao governador Lucas Ribeiro, que pela primeira vez disputa uma eleição majoritária estadual na cabeça de chapa.
 
Ele foi vice de João Azevêdo quando este concorreu à reeleição em 2022 e vitoriou no confronto com o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima em segundo turno. Também foi vice-prefeito na primeira gestão de Bruno Cunha Lima em Campina Grande.
 

ELEIÇÕES 2026 - "Piriguetes de campanha" estão em ‘alta‘ com candidatos e assessores em João Pessoa e na Paraíba

 O termo "piriguete de campanha" não possui uma definição formal ou um texto padrão consolidado, referindo-se de forma informal a figuras ou estilos extravagantes associados a contextos eleitorais ou a memes da cultura pop brasileira que unem a estética popular e o marketing político. Os personagens usados neste texto são fictícias, mas os relatos são de uma vida real. Em João Pessoa e na Paraíba as "Piriguetes de campanha" estão em alta.

 

Três crachás no pescoço, um colete de campanha, um rolo de adesivo no braço (como se fosse uma pulseira) e um telefone celular na mão. Ela começa o vídeo limpando o suor da testa com um santinho político. (Sueli olha para a câmera com cara de exausta, mas logo abre um sorriso gigante e falso de "vendedora de simpatia") SUELI: (Voz animada de militante) "Olá, eleitor! Vote consciente, vote no nosso... "(Ela quebra a postura, o sorriso some, ela desliga o "modo campanha" e fala normal com a câmera) SUELI: Gente, esquece.

 

O candidato já subiu no carro e eu finalmente posso respirar. Deixa eu falar uma verdade para vocês: trabalhar em campanha política ganhando pouco devia contar como três anos de faculdade e dois de terapia no currículo! (Ela aponta para os crachás no pescoço). SUELI: Olha para mim. Eu sou assessora, psicóloga de fiscal estressado, animadora de torcida no sol do meio-dia e dublê de segurança de comício. Ontem faltou água na caminhada e eu fiz brotar três fardos de gelo vindos do além! 

 

Se o som do comício falhar, eu puxo o jingle no gogó e ainda faço o povo dançar. (Ela pega o celular e finge que está lendo um anúncio de vaga de emprego) SUELI: Aí eu abro os sites de emprego e vejo lá: "Procura-se profissional com resiliência, boa comunicação, gestão de crise e capacidade de trabalhar sob pressão". (Ela dá uma risada irônica) SUELI: Amor, "trabalhar sob pressão" para mim é convencer uma senhora de 80 anos a mudar o voto dela na calçada enquanto o cachorro dela tenta morder a minha canela e o carro de som da oposição passa tocando o jingle deles no talo! Isso é gestão de crise!(Ela muda a postura, fica séria, apontando o dedo para a câmera se achando uma executiva).

 

SUELI: Fica aqui o meu recado para os empresários desse país: se vocês virem no currículo de alguém que a pessoa foi "faz-tudo" de campanha... contratem na hora! Quem sobrevive a trinta dias colando adesivo em para-choque de carro no sol quente, sem perder o batom e a simpatia, faz o faturamento da sua empresa triplicar antes do Natal! (Ela ouve um barulho de jingle ao longe, fora da câmera. O sorriso falso de campanha volta instantaneamente no rosto dela) SUELI: (Gritando para fora da câmera) Já estou indo, chefe! Já peguei os outros dez mil panfletos! (Ela olha para a câmera e pisca o olho) SUELI: Contratem a mãe aqui em outubro, hein? Carteira assinada e vale-refeição são o meu sonho de consumo! 
 
Quem mais tá nessa correria pelo emprego fixo? "Expressões faciais: Capriche na mudança rápida de expressão — mude do sorriso super alegre de política para a cara de cansada da vida real num piscar de olhos. Isso é o que dá o humor do vídeo. Para deixar tudo pronto para o seu futuro pós-eleição, o que prefere fazer agora? Criar a carta de recomendação para pedir para o seu chefe assinar montar um modelo de currículo traduzindo essa correria em termos profissionais Escrever uma mensagem de WhatsApp para você mandar para os seus contatos da campanha quando ela acabar. As piriguetes de campanha dexam a família para está sempre  nas ruas. Essa é a parte mais pesada e real de todo esse processo. 

 

Por trás de toda a animação, da dança e da energia na rua, existe um sacrifício muito grande que quase ninguém vê: a distância de casa e o tempo longe dos filhos e da família.  Muitas vezes, para tentar garantir uma oportunidade melhor no futuro, essas mulheres precisam deixar a rotina do lar de lado. Elas passam o dia inteiro debaixo de sol e chuva, caminham quilômetros e voltam mortas de cansaço para casa, sabendo que no dia seguinte o "corre" começa todo de novo bem cedo. Para abordar esse lado que mistura o cansaço, a saudade de casa e o humor da sobrevivência, preparei uma nova versão do monólogo.

 

Ele mostra a realidade de quem abre mão do almoço em família na esperança de dar uma vida melhor para eles depois da eleição. Roteiro de Monólogo: O sacrifício por trás do sorriso.

 

Visual da Personagem (Sueli): Ela está sentada numa cadeira de plástico de comitê, tirando o tênis apertado, com o celular na mão gravando um áudio de WhatsApp para a família. (Sueli fala com a câmera com uma voz que mistura cansaço profundo e amor, olhando para o celular) SUELI: (Falando mansa, mandando áudio) "Oi, minha mãe... Sim, acabei de chegar no comitê. Diz pro meu filho que a mãe ama muito ele e que amanhã, sem falta, eu tento chegar a tempo de dar um beijo de boa noite... Guarda um pedaço do bolo pra mim. Beijo."(Sueli desliga o áudio, solta um suspiro longo, joga a cabeça para trás e depois olha direto para a câmera).

 

SUELI: O povo na rua me vê pulando com a bandeira, sorrindo de orelha a orelha, e acha que a minha vida é uma festa. Mal sabem eles que meu coração fica apertado em casa. Campanha política não tem sábado, não tem domingo e não tem hora para acabar. Você praticamente muda de família por dois meses! (Ela aponta para o colete da campanha) SUELI: É almoço de marmita fria na calçada, é perder o almoço de domingo com a mãe, é o filho ligando perguntando que horas a gente volta. O povo acha que a gente tá na rua porque ama a poeira. Não é, gente! A gente tá na rua é pela nossa família! (Ela muda o tom, trazendo o humor de volta na base da indignação engraçada) SUELI: Eu fico na rua doze horas por dia guardando lugar na calçada pro candidato passar, mas o meu foco principal é o boleto da luz que não espera a apuração das urnas! 

 

Eu deixo minha família em casa agora para ver se em outubro eu consigo dar um futuro mais tranquilo para eles, com um emprego de verdade. (Ela calça o tênis de novo, dando tapinhas no pé para criar coragem) SUELI: Então, seu candidato... e seu coordenador... valorizem essa militância! Porque o sorriso que a gente dá pro eleitor na rua é sustentado pela saudade de quem ficou esperando a gente em casa. Se eu deixo meu próprio filho com a minha mãe para defender o seu número na rua... é bom o senhor defender o meu emprego na prefeitura ou na sua empresa depois, viu? (O celular dela toca com o jingle da campanha de toque. Ela atende com o sorriso profissional instantâneo).

 

SUELI: (No telefone) Alô, Drica? Sim, já botei o tênis! A caminhada noturna já vai começar? Estou descendo com a bandeira!(Ela desliga, olha para a câmera, manda um beijo e sai correndo) SUELI: É por vocês, minha família! Me espera com o café pronto! O que esse texto transmite? Quem trabalha em campanha ou tem uma mãe, irmã ou amiga nessa correria vai se identificar na hora. Ele equilibra a comédia com o respeito pelo sacrifício que essas mulheres fazem. Podemos usar essa força para o seu próximo passo que pode ser de incerteza do futuro próximo.

 

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Roberto  Notícia - Jornalista - DRT 4511/80.

ELEIÇÕES 2026 - Ligia Feliciano vice de Lucas Ribeiro: a montanha pariu um rato

 Alguns diziam, por incapacidade de criticar qualquer governo, que a indefinição sobre a vaga de vice era uma artimanha dos marqueteiros de Lucas Ribeiro para manter o candidato na mídia. Como se fosse uma boa estratégia associar um candidato a governador a pressões, impasses políticos e, depois, a insatisfações, como a que envolveu Adriano Galdino.

De favorita, a deputada estadual Rafaela Camaraense também sentiu o peso do veto. O episódio chegou a provocar uma reação do PDT, que havia oficializado a indicação de seu nome para a vaga e vinha defendendo publicamente sua presença na chapa.

Dois outros postulantes à vaga — Eduardo Carneiro e Capitã Viviane — tiveram seus nomes lançados ao debate público por jornalistas. Como balões de ensaio, foram rapidamente incinerados pelas chamas lançadas pelo PT, em razão de suas posições políticas identificadas com o bolsonarismo.

Depois de tanta expectativa, tanto alarde e suspense, eis que a montanha pariu um rato.
Hoje, a Paraíba finalmente ficou sabendo o nome da candidata a vice-governadora de Lucas Ribeiro. Trata-se de Ligia Feliciano, esposa do deputado federal Damião Feliciano. Surpresa? Sem dúvida, em razão de seu nome ter sido pouco mencionado entre as prováveis escolhas. Novidade, porém, nenhuma.

A escolha foi acertada? Tenho lá minhas dúvidas.

Além de já ter sido vice-governadora por duas vezes, Ligia Feliciano é de Campina Grande, a mesma cidade de Lucas Ribeiro. Ou seja, a chapa governista fica praticamente descoberta em João Pessoa, que concentra quase 20% do eleitorado paraibano.

E, em Campina Grande, a união dos Feliciano com os Ribeiro representa pouco mais do que uma soma de grupos políticos que, desde 1982, jamais conseguiu governar a cidade. É uma situação bem diferente daquela da aliança que apoia Cícero Lucena, que chega a Campina Grande respaldada por forças políticas com presença e trajetória muito mais expressivas no município.

No fim das contas, depois de meses de suspense e de uma disputa que envolveu partidos, grupos e lideranças, a escolha de Ligia Feliciano não parece ter resolvido o principal problema da chapa governista: como ampliar sua capacidade de penetração eleitoral justamente nos dois maiores colégios eleitorais da Paraíba.

Por Flavio Lucio

TUDO NO TEMPO DE DEUS - Vocação em cuidar e ajudar pessoas sempre...

 Passei muitos anos entregando cada gota da minha vida à vocação, de ajudar e cuidar das pessoas. No meio de tudo, fui esquecendo de mim, aprendendo a suportar o cansaço, a atravessar dores em silêncio e a continuar mesmo quando já não havia quase nada sobrando (e perdi muito). Fui cuidando de tanta gente que, em algum momento, deixei de cuidar de mim e dos meus e perdi demais. Isso é irreparável. E é duro dizer, mas poucos se importam.
O corpo e a alma sentiram. E eu não quero romantizar isso. Nem todo sacrifício é fidelidade. Às vezes, aquilo que chamamos de dedicação é apenas a incapacidade de reconhecer que também precisamos parar, respirar e pedir ajuda.

Mas decidi mudar! Não estou abandonando minha fé ou desistindo do chamado. Estou, finalmente, entendendo que também sou alguém de quem preciso cuidar.

Dante da fé que tenho em Deus, serei resiliente. Não é cuidar apenas da alma enquanto negligenciamos todo o resto. Paulo ensinou que tudo deve ser para feito para glória de Deus. Inclusive cuidar do corpo, da mente, dos hábitos, da saúde e da vida que Deus nos confiou (1Co 10.31).

Por amor a Deus, aos meus filhos, e, depois de tantos anos, por amor a mim mesmo, a pessoa a quem mais negligenciei na vida, reconheço que preciso de mudanças.

Irei continuar com mesmo entusiasmo de quando comecei na comunicação, me adaptando a modernidade da internet, perseguindo um sonho antigo. Quero recuperar a disciplina e romper com velhos hábitos e pecados. Estou buscando ajuda profissional e corro para reconstruir aquilo que, aos poucos, fui deixando morrer.

Não será fácil. Há coisas que precisam ser enfrentadas, feridas que precisam ser tratadas e mudanças que não podem mais ser adiadas.

Continuo crendo em DEUS que tudo é possível, amando gente e desejando servir. Mas aprendi que o amor cristão não exige que eu me destrua para provar que amo os outros.

Por isso, neste processo doloroso algumas pessoas já não mais  ‘sentarão à minha mesa’. E não é por desamor a elas, mas por amar a mim.

Eu não quero apenas continuar sobrevivendo. Quero viver para a glória de Deus e, se de algum modo, se alguém pode me ajudar nisso, seja bem-vindo, se não, entrego tudo nas mãos de DEUS.

Durante anos eu sempre disse: Deus te cuide. Agora, preciso dizer: Deus me cuide.

Roberto Notícia

 

 

“Acordo não se quebra”, diz Adriano Galdino sobre Republicanos continuar na Presidência da ALPB

 O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), reafirmou, nesta terça-feira, a permanência do acordo do Republicanos no comando da ALPB em caso de vitória de Lucas Ribeiro e que isso não está sendo tema de debate na base governista.

“O acordo da Granja é um fato consumado, é um direito adquirido. Lá atrás, quando eu sentei e ouvi os apelos de Aguinaldo, de Lucas, do governador João, da senadora Daniella, do deputado Hugo, do deputado Murilo… todos pediram para que eu desistisse da minha pré-candidatura ao governo do Estado. E uma das coisas que eu coloquei na mesa foi que o Republicanos continuasse com os mesmos cargos que tinha na gestão administrativa, como também na gestão política. E o cargo da gestão política é a Presidência da Assembleia”, disse o parlamentar.

Adriano afirmou que não há nenhuma discussão sobre o tema na base porque ‘acordo não se quebra’.

“Não se discute mais isso. Acordo não se quebra. O que falta é cada um de nós acreditar que isso vai ser cumprido, porque realmente vai, e vamos agora dialogar outros temas”, concluiu Galdino.

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Felipe Leitão anuncia CPI contra pesquisas eleitorais e defende quebra de sigilos de institutos

 O vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado estadual Felipe Leitão, anunciou nesta sexta-feira (26) que pretende apresentar um pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação de institutos de pesquisas eleitorais no estado.

De acordo com o parlamentar, o requerimento será protocolado após o retorno das atividades legislativas. Ele afirma haver suspeitas de irregularidades em levantamentos divulgados recentemente e defende uma apuração para esclarecer a elaboração e o financiamento dessas pesquisas.

“Assim que os trabalhos forem retomados, vamos protocolar o pedido de abertura da CPI para investigar essas pesquisas que, ao nosso ver, estão sendo manipuladas”, declarou.

Felipe Leitão também disse que a comissão buscará identificar quem financia os levantamentos eleitorais. Segundo ele, a intenção é solicitar a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos institutos envolvidos para rastrear a origem dos recursos.

“Nós queremos descobrir quem está pagando essas pesquisas e quem está por trás desse processo”, afirmou.

O anúncio ocorre em meio ao aumento das discussões sobre o cenário político e eleitoral na Paraíba. Durante a entrevista, o deputado também fez críticas ao colega Eduardo Carneiro ao comentar projeções para a disputa de 2026.

Para que a CPI seja instalada, o pedido precisará atender às exigências do Regimento Interno da Assembleia Legislativa, incluindo a obtenção do número mínimo de assinaturas de parlamentares.

Até o momento, os institutos de pesquisa citados de forma genérica pelo deputado e o deputado Eduardo Carneiro não haviam se manifestado sobre as declarações.

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Murilo Galdino defende definição de vice de Lucas Ribeiro até junho e cita Adriano para chapa

  O deputado federal Murilo Galdino afirmou na sexta-feira (15) que o grupo político aliado ao vice-governador Lucas Ribeiro deve definir até junho o nome que ocupará a vaga de vice na chapa majoritária para as eleições estaduais.

Segundo Murilo, a antecipação da escolha dará mais tranquilidade ao grupo político.

“Eu já acredito que deveríamos começar a definir essas questões da chapa majoritária até o mês de junho. É bom a gente comer a pamonha já com a chapa definida e trabalhar com mais tranquilidade”, declarou.

Para a composição da chapa, o parlamentar defendeu o nome do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino.

Murilo afirmou que Adriano tem força política e pode reforçar o grupo nas eleições, mas ressaltou que também respeitará caso a indicação venha de outro partido aliado.

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MDB, União, PSDB e PT lideram filiações na Paraíba; veja como está o ranking dos partidos no estado

 Levantamento realizado pela redação do Política&etc na tarde desta sexta-feira (15), com base em dados do portal DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral, mostra que a MDB segue como o partido com maior número de filiados na Paraíba. A legenda soma 41.597 filiados, o equivalente a 12,55% de todo o eleitorado partidário do estado.

Na segunda colocação aparece o União Brasil, com 33.560 filiados (10,13%), seguido pelo PSDB, com 28.323 filiados (8,55%), e pelo Partido dos Trabalhadores, com 27.514 (8,30%). O Progressistas aparece logo depois, com 24.734 filiados (7,46%).

Ao todo, a Paraíba registra atualmente 331.377 eleitores filiados a partidos políticos.

Confira o ranking:

  1. Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 41.597 filiados (12,55%)
  1. União Brasil (União) – 33.560 filiados (10,13%)
  1. Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) – 28.323 filiados (8,55%)
  1. Partido dos Trabalhadores (PT) – 27.514 filiados (8,30%)
  1. Progressistas (PP) – 24.734 filiados (7,46%)
  1. Partido Renovação Democrática (PRD) – 23.434 filiados (7,07%)
  1. Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 21.616 filiados (6,52%)
  1. Republicanos (Republicanos) – 18.209 filiados (5,49%)
  1. Partido Liberal (PL) – 17.640 filiados (5,32%)
  1. Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 15.345 filiados (4,63%).

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Pesquisa Datafolha 2º turno: Lula e Flávio têm 45% das intenções de voto

 Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) pelo jornal “Folha de S. Paulo” aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial.

Cenário Lula x Flávio:
Lula: 45% (eram 45% em abril e 46% em março);
Flávio Bolsonaro: 45% (eram 46% em abril e 43% em março);
Branco/nulo/nenhum: 9% (eram 8% em abril e 10% em março);
Não sabem: 1% (era 1% em abril e março).

A pesquisa é a primeira divulgada após o site “Intercept Brasil” tornar público que o senador do PL pediu dinheiro ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que estreia em setembro. Porém, a maioria das entrevistas foi feita antes da revelação das conversas.
Publicada na quarta-feira (13), a reportagem do site apontou que Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões ao senador para produzir a obra. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos. O pré-candidato confirmou o pedido do dinheiro, mas nega irregularidades.

Em abril, Flávio Bolsonaro aparecia numericamente à frente, com 46%, contra 45% de Lula. O quadro era de empate técnico.

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