Cássio diz que não será fim do mundo se oposição tiver mais de uma candidatura na Paraíba

 O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) disse em entrevista nesta quinta-feira (28), em João Pessoa, que ‘não será o fim do mundo se tiver mais de uma candidatura‘.

O senador ressaltou que valoriza a unificação das oposições, mas minimizou o prejuízo caso haja mais de um candidato ao governo do Estado nas eleições 2018.

“Se for possível unificar a oposição em torno de um só nome, será o caminho melhor, mas também não será o fim do mundo se a oposição tiver mais de uma candidatura. Não será nada do outro mundo. Vamos aguardar o início do ano que vem para que as decisões comecem a ser tomadas”, disse o senador.

“No caso específico do PSDB, o partido só irá se manifestar a partir de uma decisão que seja tomada por Romero Rodrigues”, completou.

Entre os candidatos de oposição que podem concorrer nas eleições 2018 para governo do Estado, se destacam José Maranhão pelo MDB, Romero Rodrigues pelo PSDB e Luciano Cartaxo pelo PSD.

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Da Redação com Roberto Noticia

ELEIÇÕES 2018: Cartaxo lidera pesquisa com 41,6% e Lígia Feliciano aparece à frente de João Azevedo

 Às vésperas do início de 2018, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), aparece como favorito na disputa ao Governo do Estado, na capital paraibana. Cartaxo lidera todos os cenários avaliados ainda neste mês de dezembro pelo Instituto 6Sigma, em pesquisa encomendada para consumo interno.

De acordo com os números, aos quais o Portal MaisPB teve acesso, o gestor supera mais do que a soma de todos os possíveis adversários no território pessoense e apresenta uma das mais baixas rejeições entre o eleitorado de João Pessoa, cidade que administra há cinco anos.

Cenário 1 – João Pessoa

No primeiro cenário medido pelo Instituto, Luciano Cartaxo (PSD) surge com 41,6% das intenções de voto. Em seguida aparecem o senador José Maranhão (PMDB), com 10,2%, e em terceiro a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), com 5,5%.

Lançado pelo PSB há cinco meses, o secretário João Azevedo (PSB) alcança 3,8%, seguido do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), com 3,5%. O número de votos brancos e nulos foi de 22,1%. O percentual de quem ainda não sabe em quem votar ou preferiu não responder foi de 13,3%.

Cenário 2 – João Pessoa

Em uma segunda avaliação, o prefeito da capital segue liderando com 39,7% das intenções de voto. Neste cenário, os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) apresentam 10,2% e 9,2%, respectivamente.

O secretário João Azevedo (PSB) fica com 4,8%, acompanhado pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), com 3,8%. Brancos e nulos somaram 20,8%. 11,5% dos eleitores informaram não saber ou preferiram não responder.

Rejeição – João Pessoa

Luciano Cartaxo surpreende com apenas 4,5% de rejeição na cidade que administra, seguido do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, com 3,3%. Os senadores Cássio Cunha Lima e José Maranhão aparecem com os maiores índices, com 31,1% e 13,5%, respectivamente. Já o secretário João Azevedo apresentou 5,8%, tecnicamente empatado com a vice-governadora Lígia Feliciano, com 5,1%.

Dados técnicos – A pesquisa do instituto 6Sigma foi realizada entre os dias 02 e 07 de dezembro deste ano. Foram ouvidos mais de mil entrevistados, em todas as regiões de João Pessoa. A estratificação da amostra teve como parâmetro os indicadores fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Intenção estimulada – Governador (Cenário 01)

Luciano Cartaxo (PSD): 41,6%

José Maranhão (PMDB): 10,2%

Lígia Feliciano (PDT): 5,5%

João Azevedo (PSB): 3,8%

Romero Rodrigues (PSDB): 3,5%

Brancos e nulos: 22,1%

Não sabe e não respondeu: 13,3%.

Intenção estimulada – Governador (Cenário 02)

Luciano Cartaxo (PSD): 39,7%

Cássio Cunha Lima (PSDB): 10,2%

José Maranhão (PMDB): 9,2%

João Azevedo (PSB): 4,8%

Lígia Feliciano (PDT): 3,8%

Brancos e nulos: 20,8%.

Não sabe e não respondeu: 11,5%.

Rejeição estimulada – Governador

Cássio Cunha Lima (PSDB): 31,1%

José Maranhão (PMDB): 13,5%

João Azevedo (PSB): 5,8%

Lígia Feliciano (PDT): 5,1%

Luciano Cartaxo (PSD): 4,5%

Romero Rodrigues (PSDB): 3,3%

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Da Redação com Roberto Noticia e 
MaisPB

Mídia Nacional revela que coordenador de Bolsonaro no NE, paraibano é acusado de agressão

 A Folha trouxe em uma de suas matérias a informação de que o coordenador político do deputado federal e pré-candidato a presidente, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no Nordeste, o dirigente partidário Julian Lemos foi por três vezes alvo da Lei Maria da Penha, acusado de agressão pela irmã e pela ex-mulher. Os casos ocorreram em 2013 e 2016. Em um deles, o dirigente foi preso em flagrante.


Lemos é presidente na Paraíba do Patriota, partido ao qual Bolsonaro negocia filiação para se lançar à Presidência em 2018, e aparece em ao menos 20 ocasiões em fotos e vídeos com o pré-candidato.

 

Em um dos vídeos, Bolsonaro chama Lemos de "meu homem de confiança da Paraíba". Em outro, deseja bom final de ano aos paraibanos, em especial a Lemos, que identifica como o seu coordenador político no Nordeste.


Lemos se apresenta como consultor de segurança e diz ter conhecido Bolsonaro quando fez sua escolta em João Pessoa (PB). Os dois aparecem lado a lado na assinatura da pré-filiação de Bolsonaro ao Patriota.

 

Dos três inquéritos, dois foram arquivados após a ex-mulher, Ravena Coura, apresentar retratação às autoridades, dizendo ter "se exaltado nas palavras e falado além do ocorrido".

 

A primeira queixa ocorreu em 2013, ocasião em que ela relatou às autoridades ter sido agredida fisicamente e ameaçada por arma de fogo. Lemos foi preso em flagrante.

Em 2016, a ex-mulher fez nova representação. Segundo relato aos policiais, seu ex-companheiro "é uma pessoa muito violenta" e a ameaçou dizendo: "Vou acabar com você, você não passa de hoje".

 

Seis meses depois, em documento entregue à Justiça pelos advogados de Lemos, ela diz que tudo não passou de uma "desavença banal" e afirma que o ex-marido "é um homem íntegro, honesto, trabalhador e cumpridor de todas as obrigações".

 

Na audiência em que ela se apresentou pessoalmente ao juiz, a ex-mulher disse que já havia perdoado seu ex-companheiro, manifestando o desejo de desistir da acusação.

 

O terceiro inquérito foi aberto em 2016 por representação da irmã do dirigente e está em andamento. Em depoimento aos policiais, Kamila Lemos afirmou ter tentado "apaziguar" uma briga do irmão com a ex-mulher, quando passou a ser ofendida e agredida fisicamente, com "murros, empurrões", tendo sido arrastada pelo pescoço. Laudo do IML confirmou escoriações.

 

Quase um ano depois os advogados de Lemos apresentaram carta com retratação da irmã sob o argumento de que o caso já fora resolvido pelas partes. A Justiça quer, porém, ouvi-la em audiência, que ainda não ocorreu porque Kamila estaria morando na Argentina. Por lei, casos de violência física seguem tramitando, ainda que a vítima desista da queixa.

 

OUTRO LADO

 

O dirigente partidário Julian Lemos negou todas as acusações, repetindo várias vezes que nunca agrediu a irmã ou a ex-mulher.

 

Segundo ele, as representações foram motivadas por momentos de "fragilidade emocional" das familiares.

 

"Ela não vai ser nem a primeira nem a última [a se retratar]. Ou você acha que toda Maria da Penha é aquilo ali que está escrito [na acusação]?" (...) Nunca agredi, nunca, nunca, nunca".

 

De acordo com o dirigente partidário –seu nome é Gulliem, mas ele prefere a simplificação "Julian"–, sua irmã já enviou a ele vídeo o isentando, mas ainda não conseguiu comparecer em juízo para se retratar pessoalmente porque está morando na Argentina.

 

"Eu sou inocente de fato e de direito. Ele [Bolsonaro] com certeza deve ter recebido a informação de que eu sou inocente. Sou uma pessoa muito simples. E, se for prejudicar ele, eu saio no outro dia."

 

Lemos afirmou defender a Lei Maria da Penha e ser contra qualquer tipo de violência doméstica. E que é "armamentista", mas só defende porte de armas para pessoas que estejam sob ameaça. Sua arma é legalizada e fica em casa, afirma.

 

A Folha informou o teor da reportagem à assessoria de Bolsonaro, mas ele não quis se pronunciar.

 

A reportagem também não conseguiu contatar a irmã e a ex-mulher de Lemos.

 

Everson Coelho de Lima, um dos advogados responsáveis por entregar às autoridades as cartas de retratação das duas, afirma que elas mantêm a posição de não prosseguir com a representação.

 

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Da Redação com Roberto Noticia e Folha de São Paulo

 

Manoel Júnior realiza festa de confraternização e reúne amigos e aliados

 O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), realizou a tradicional festa de confraternização na tarde desta quinta-feira (21), na Chácara Paraíso, na Avenida Beira-Rio, em João Pessoa.

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), o deputado federal, Pedro Cunha Lima (PSDB), secretários, vereadores e aliados políticos, além de várias lideranças peemedebista, a exemplo de Olenka Maranhão, participaram da confraternização.

Ao microfone, o anfitrião embalou a aninação da festa. Manoel Júnior está cantando à toa com a iminência de Luciano Cartaxo deixar a prefeitura para disputar o Governo do Estado.

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Da Redação com Roberto Noticia

 

Ricardo Coutinho surpreende ao cumprimentar Gervásio de “meu senador”, no Auto de Natal da ALPB

 A julgar pelas declarações do presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia e o que tem dito o governador nos bastidores, muita coisa pode mudar em termos de candidaturas no Jardim Girassol. Gervásio admitiu em entrevista que pode ser candidato ao Senado se a conjuntura for favorável. “Não é o meu projeto, mas se o cavalo passar selado, eu monto”, disse.

Após a fala de Gervásio, agora foi a vez do governador Ricardo Coutinho (PSB) dá a gestos nessa direção. Segundo testemunhas contaram ao Blog do Anderson Soares, que o governador cumprimentou Gervásio nessa quarta-feira (20), durante o auto de natal da Assembleia Legislativa, como “meu senador”. A saudação surpreendeu a todos que estavam ao redor.

Tudo levar a crer que o gesto não passa de brincadeira, até porque na lógica política não caberiam dois socialistas numa mesma chapa. Caso João Azevedo seja candidato, é difícil visualizar Gervásio concorrendo ao Senado. Da mesma forma, se Lígia for candidata, uma das vagas é de Ricardo e ficaria inviável uma outra para Gervásio. Entretanto, Ricardo gosta de contagiar a lógica.

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