Ricardo Coutinho manda recado para Anísio: política não se faz só com quem pensa como a gente

 O governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB), durante lançamento da 2ª edição do Gira Mundo Finlândia, comentou as declarações do deputado estadual Anísio Maia (PT), que prometeu lutar para que o PSB não se aliasse com “partidos golpistas”, a exemplo do Dem e do PTB.

 

“A gente faz política. Se todo mundo pensasse da mesma forma, nós não estaríamos sequer dentro do mesmo partido. Porque se você olhar o PT, o Democratas, o meu partido, qualquer partido, tem várias pessoas lá dentro. Essa coisa de a gente achar ou dizer que vai fazer política só com quem pensa igual a gente, corremos o risco de ficar sozinhos”, comentou.

Questionado sobre atender ao chamado a uma possível candidatura à presidência da república pelo PSB, Ricardo desconversou, mas disse estar pronto para contribuir em qualquer cenário que se encontre.

“Eu tô preparando para servir onde eu esteja. Eu acho que pegar a Paraíba do jeito que estava e elevá-la em uma condição [superior]. Aqueles que fazem o governo, que não só sou eu, naturalmente, tem feito um trabalho diferenciado no Brasil”, afirmou.

Ricardo ainda reafirmou o seu posicionamento em favor de eleições diretas, para restabelecer a legitimidade na presidência da república.

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Da Redação com Roberto Noticia 

Salário: confira quanto ganham todos os prefeitos e vereadores da Paraíba

 

 

 

 

 

A cidade de Alhandra, na Região Metropolitana de João Pessoa, é apenas a 35ª mais populosa do Estado. Possui 19.412 habitantes, segundo a última contagem do IBGE. Isso, no entanto, não impede a cidade de ter o prefeito com o maior salário entre os gestores paraibanos. Isso mesmo, Renato Mendes (DEM) lidera com folga a lista dos mais bem remunerados entre os 223 gestores do Estado, com salário de R$ 26 mil mensais. Depois dele, os melhores salários são os do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), e de Mamanguape, Maria Eunice (PSB), ambos com R$ 22 mil. A cidade comandada por Eunice, vale destacar, tem apenas 44 mil habitantes.

A lista com os salários de todos os prefeitos e vereadores da Paraíba foi repassada ao blog pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), por meio da Lei de Acesso à Informação. A relação mostra que pelo menos dez gestores paraibanos ganham mais de R$ 19 mil. A lista dos dez mais inclui ainda: Derivaldo Romão dos Santos (R$ 19,8 mil), de Pedras de Fogo; Romero Rodrigues (R$ 20,042 mil), de Campina Grande; Berg Lima (R$ 20 mil), de Bayeux; José Aldemir (R$ 20 mil), de Cajazeiras; Elias Costa (R$ 20 mil), de Jacaraú; Dr. Verissinho (R$ 20 mil), de Pombal, e José Fernandes (R$ 19 mil), de Rio Tinto.

Os menores salários entre os prefeitos paraibanos são os de Ailton Gomes, de Nova Palmeira, com R$ 7,47 mil, e Maria Assunção, de São José de Princesa, com R$ 7 mil. Chama a atenção também os salários dos vereadores, mas com uma variação muito grande. O maior salário entre os eles é o do presidente da Câmara de João Pessoa, Marcos Vinícius (PSDB). Ele recebe 19,5 mil mensais. O segundo é José Garcia, de São Bento. Ele recebe mensalmente R$ 15 mil.

Resposta

Em resposta ao blog, o prefeito de Alhandra, Renato Mendes, negou que receba salários de R$ 26,6 mil. A remuneração do gestor, conforme a assessoria, é um pouco menor. Fica na casa dos R$ 20 mil. Ele alega que justamente em abril, mês de referência usado pelo TCE, foi creditado de forma indevida o terço de férias do gestor. O montante corresponde justamente a R$ 6.666,66. Ele alega que, ao ser constatado o erro, o dinheiro foi devolvido e pode ser consultado no contra-cheque de maio.

Confira a lista com os salários de todos os prefeitos e vereadores da Paraíba:

Cássio deve seguir o PSDB e não abandonar Michel Temer durante reunião desta segunda

 Principal base de sustentação do presidente Michel Temer no Congresso Nacional, o PSDB deve adiar mais uma vez sua decisão de desembarque ou não do governo peemedebista. O partido marcou para a tarde desta segunda-feira (12/6) reunião de sua executiva nacional para tratar do assunto. O encontro, porém, deve servir apenas para discussão, sem anúncio de uma decisão final. O aliado o Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e seu filho o Deputado Federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), devem seguir o que determina a cúpula do seu partido e permanecerem na base de Temer.

"A ideia é não tomar uma decisão amanhã (12/6). Será mais ouvir os diversos segmentos. É muito curto o tempo entre a decisão do TSE e a reunião", afirmou o secretário-geral do PSDB, o deputado federal Silvio Torres (SP). Ele se referia ao julgamento do Tribunal Superior Eleitoral concluído na última sexta-feira (9/) e que absolveu a chapa Dilma-Temer da cassação por 4 votos a 3.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) revelou que o PSDB está dividido em relação a permanência na base do Governo Temer. Na base do partido o sentimento é de revolta. Nesta sexta-feira, o diretório paulista do PSDB, liderado por Pedro Tobias, aderiu ao Fora Temer.

Esse movimento já tinha o apoio do diretório fluminense, comandado por Otávio Leite. "O fato é que, diante das revelações provenientes da delação da JBS, entendemos que o presidente da república não dispõe de condições políticas e éticas para dissipar a grave instabilidade que impera no país e prosseguir liderando o processo de reformas que tanto necessitamos", afirma.

Nos bastidores, tucanos argumentam que, após o TSE, é preciso agora esperar a denúncia contra Temer que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve enviar até o fim de junho. "Temos que nos preocupar também com os 14 milhões de desempregados no Brasil e, sobre esse aspecto, é que o PSDB deve decidir", afirmou o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP).

Os grupos de Alckmin e do senador afastado Aécio Neves (MG) atuam nos bastidores para evitar o desembarque agora. A avaliação de "aecistas" é de que o rompimento dos tucanos com o governo Temer pode prejudicar o mineiro. O pensamento é de que, caso o PSDB desembarque, o PMDB, maior partido do Congresso, atuará para que o tucano seja cassado. Aécio foi fortemente atingido pela delação da JBS.

Dos quatro ministros do PSDB, Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) também trabalham contra o rompimento. Os ministros e o próprio presidente Michel Temer entraram em campo na semana passada e conversaram pessoalmente ou por telefone com parlamentares tucanos para tentar conter o movimento favorável ao desembarque

Interlocutores de Tasso dizem que ele está relutante em adiar mais uma vez a decisão pelo desembarque ou não. Na semana passada, o senador cearense deu declarações públicas mais fortes, que foram interpretadas como um desejo dele de que o PSDB rompa com o governo Temer. Em uma delas, disse que o partido não precisa de ministério para apoiar as reformas.

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Da Redação com Roberto Noticia 

Cartaxo rebate ofensiva da oposição: “Querem antecipar o debate político, mas só irei discutir eleição em 2018”

 O prefeito Luciano Cartaxo que tem se negado reiteradamente a discutir sobre as eleições do próximo ano, decidiu rebater críticas de setores da oposição, em relação a sua gestão, especialmente referentes à recente Operação Irerês, da Polícia Federal. Segundo Cartaxo, a Prefeitura tem contribuído com as investigações, fornecendo todos os documentos e informações necessárias.

Ele comentou sobre o pedido de CPI protocolado pelo vereador Bruno Farias, líder da oposição: “A tentativa de criação de CPI é para fazer um debate político visando desgastar a imagem da gestão, porque querem nos chamar para uma disputa eleitoral antes do tempo, e tenho dito e repetido, que só iremos debater sobre eleições em 2018, agora é hora de trabalhar”.

E arrematou: “Nossa meta é continuar firme e forte trabalhando pela cidade. Esse debate já foi feito na eleição. A população percebe quem tem projeto, quem tem ideia e quem apresenta resultado à sociedade.”

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Da Redação com Roberto Noticia e Helder Moura 

Líder da oposição anuncia que já tem assinaturas necessárias para instalar CPI dos "Codificados"

 Líder da oposição na Assembleia, o deputado Tovar Correia Lima (PSDB) anunciou ontem (30) que já tem as 12 assinaturas para instalar a CPI dos Codificados, proposta para investigar pagamento de salário a mais de 8 mil pessoas pelo Governo do Estado sem que saiba quanto cada um ganha e onde trabalha, se trabalha.

 

Em entrevista à rádio CBN João Pessoa nessa terça-feira, Tovar adiantou que com um terço dos deputados estaduais apoiando a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito o passo seguinte seria encaminhar o requerimento pedindo a instalação da CPI ao presidente da Assembleia, Gervásio Maia Filho (PSB), um dos principais aliados do governador Ricardo Coutinho na casa.

“Se o governo comprovar que nós estamos errados, eu serei o primeiro a subir à tribuna para pedir desculpas e defender que o Governo do Estado, de fato, tem razão”, prometeu Tovar, em resposta às críticas de deputados governistas que argumentam ser o atual governo o único que tratou a questão dos codificados com transparência, além de ter reduzido de 11 mil para pouco mais de 8 mil o número de pessoas que recebem do Estado sem qualquer vínculo formal de trabalho.

Governista reage

A movimentação de Tovar incomodou, por exemplo, a deputada Estela Bezerra (PSB), para quem a oposição está “utilizando uma informação violada para criar uma ação política na Assembleia” contra o Governo do Estado. Referia-se à divulgação, no final de semana retrasado, de uma lista de codificados de novembro de 2015, fornecida pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) ao Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado (Sindifisco-PB).

A lista causou questionamentos e dúvidas sobre sua autenticidade, porque muitas pessoas cujos nomes apareciam como codificados disseram que não recebiam um centavo do salário que lhes era atribuído ou recebiam apenas parte da quantia informada. Mas o próprio presidente do TCE-PB, André Carlos Pontes, disse em entrevista à imprensa local que a lista divulgada pelo Sindifisco era idônea, apenas não tinha sido auditada pelo Tribunal para depurar as informações nela contidas.

De todo modo, a deputada Estela Bezerra chama de “inconsequente e irresponsável” o esforço da oposição para investigar a situação dos codificados. Ela insiste que a tal lista é uma “informação violada” e, portanto, não deve ser usada como instrumento de disputa política, sob pena de descredibilizar ainda mais a Assembleia e seus membros.

Além disso, lembra Estela, “foi o governador Ricardo Coutinho quem denunciou o caso dos codificados, ainda em 2011 e não permitiu o crescimento dessa modalidade de serviço. Agora é preciso haver um plano para reconhecer e regularizar esses servidores”, propôs.

Folha ‘superfaturada’

Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado, o Estado paga atualmente a 8.012 codificados. De acordo com a secretária Cláudia Veras, a lista publicada pelo Sindifisco apresentou a folha da ‘categoria’ com um ‘superfaturamento’ de 52%, pois na época (novembro de 2015) o valor pago a esses supostos servidores era de R$ 15,6 milhões por mês, e não os R$ 22,5 milhões informados pela entidade sindical.

Levantamento realizado por este blog, com base em informação publicada pelo TCE-PB, mostrou que nos últimos dois anos o Estado gastou quase R$ 400 milhões com o pagamento de codificados. A folha desse pessoal tirou dos cofres públicos uma média de R$ 15,6 milhões em 2015 e R$ 16,7 milhões em 2016.

Por sua vez, o conselheiro de contas Nominando Diniz disse em entrevista à TV Cabo Branco, de João Pessoa, que este ano a média da despesa com codificados subiu para R$ 18,7 milhões e o número desses pretensos funcionários caiu para menos de 8 mil.

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Da Redação com Roberto Noticia e Rubens Nóbrega