Lucas Ribeiro amplia a sua base eleitoral e já tem o apoio de 180 prefeitos da Paraíba

 O Polêmica Paraíba apresenta nesta sexta (15), o oitavo balanço completo com o apoio de momento dos 223 Prefeitos do Estado para a disputa ao Governo em 2026.

Veja voto de cada prefeito AQUI
 
Esse levantamento exclusivo foi feito com base nas matérias iniciadas no mês de julho, que englobavam os apoios por regiões no estado, tanto ao Governo, como também às duas vagas ao Senado.
 
Esse balanço referente ao mês de maio, faz parte de uma série de matérias mensais nas quais iremos trazer os números de momento, englobando as últimas adesões e trocas de apoios, que devem aumentar cada vez mais, com a proximidade das eleições.
 
LUCAS CHEGA AOS 180 APOIOS
 
O Governador foi quem mais angariou apoios desde a última matéria, chegando ao número de 180 Prefeitos, sete a mais que o levantamento anterior.
 
As principais cidades a aderirem ao projeto de Lucas foram São José de Princesa, São Bento, Ouro Velho, Água Branca, Pedra Branca e Santana de Mangueira, com as duas últimas cidades sendo comandas por Prefeitos do MDB, que não aderiram à campanha de Cícero Lucena, nome do partido na disputa.
 
EFRAIM E CÍCERO ANGARIAM APOIOS EM CIDADES IMPORTANTES
 
Um dos principais assuntos no último mês na política paraibana foi a troca de apoio do Prefeito Alexandre em Serra Branca.
 
Aliado de Efraim Filho durante toda o curso da pré-campanha, o Prefeito surpreendeu a toda a classe política, ao anunciar o apoio à candidatura de Cícero, um dia após estar ao lado do Senador em Serra Branca.
 
Efraim perdeu uma Prefeitura importante, mas acabou angariando São José de Caiana, que na última eleição, apoiou o grupo de João Azevêdo.
 
10 CIDADES SE MANTÉM INDEFINIDAS
 
O número de indefinidos está cada vez menor, com 10 Prefeitos ainda sem um candidato ao Governo.
 
Algumas cidades importantes estão dentre essas 10, citando Cruz do Espírito Santo, Jacaraú, Alcantil, Areial e Congo como as mais conhecidas.
 
 
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Afastamento de Dilma completa 10 anos; senadores paraibanos que aprovaram impedimento estão fora da política

 Há exatos 10 anos, o Senado brasileiro afastava do governo, no segundo mandato, a primeira mulher eleita para comandar o país, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A petista foi acusada de crime de responsabilidade e, sem apoio político, teve o processo de impeachment aprovado pela Câmara dos Deputados e, depois, no dia 12 de maio daquele ano, confirmado pelo Senado. O processo teve fim em 31 de agosto, quando o colegiado cassou o mandato da petista em definitivo.

Neste processo, pelo menos dois dos três senadores paraibanos da época tiveram grande importância. Cássio Cunha Lima (PSD) vocalizava os interesses da oposição, que havia visto seu aliado, Aécio Neves (PSDB), ser derrotado pela petista no pleito de 2014. E Raimundo Lira (MDB) presidiu a comissão processante, que resultou na cassação.

O outro senador paraibano da época, José Maranhão (MDB), teve posição mais modesta no processo, mas, assim como os outros dois, votou pela cassação. Dois anos depois, os três deram adeus à política eleitoral. Raimundo Lira não disputou a reeleição, enquanto que Cássio foi derrotado na disputa. Já Maranhão tentou se eleger governador e sequer conseguiu chegar no segundo turno. Ele faleceu em 2021, vítima da Covid-19.

Naquela votação no Senado, uma Dilma Rousseff sem apoio popular nem político teve o seguimento do processo de impeachment aprovado com o voto de 55 senadores a favor e 22 contrários. O placar aumentou na sessão de 31 de agosto, que foi finalizada com 61 votos a favor e 20 contrários. No seu lugar assumiu o vice, Michel Temer (MDB), que também se equilibrou entre ameaças de impeachment por causa de escândalos de corrupção.

O clima de instabilidade gerado também pelo avanço da operação Lava Jato pavimentou o movimento que resultou na eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2018. Ele também não conseguiu renovar o mandato e está preso por suspeita de ter chefiado uma tentativa de golpe após ser derrotado nas eleições de 2022.

Na época do impeachment, os petistas contestavam a tese de crime de responsabilidade e alegavam golpe parlamentar. A tese foi amplamente propagada pelo ex-advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que subiu à tribuna para classificar o processo como golpe e acusar uma “injustiça histórica”.

“Há golpe com direito de defesa, justamente para simular a sua legitimidade. E é o que ocorre nesse processo. Está-se, neste momento, condenando uma mulher honesta e inocente. Está-se, neste momento, utilizando um pretexto jurídico para acusar uma presidente da República legitimamente eleita de atos que todos os governos anteriores praticaram”, afirmou na ocasião.

Atualmente, Dilma Rousseff comanda o banco do Brics, com sede na China.

Por Suetoni Souto Maior

Em evento do Republicanos, João Azevêdo aposta em “quebra de tabu” e prevê eleição de governador e dois senadores da base

 O ex-governador e pré-candidato ao Senado Federal, João Azevêdo (PSB), afirmou nesta sexta-feira (10) que acredita na possibilidade de a chapa governista eleger simultaneamente o governador e os dois senadores nas eleições deste ano. A declaração foi dada durante agenda política no estado e reforça o discurso de unidade da base aliada para este ano. A fala ocorre em meio às movimentações da chapa que reúne nomes como o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), pré-candidato à reeleição, e o ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), que também disputa uma vaga no Senado.

Segundo João Azevêdo, o grupo aposta na força da gestão e na continuidade administrativa para alcançar um resultado considerado inédito na política paraibana. “Ali fora, quando a gente estava conversando com a imprensa, um jornalista perguntou: ‘Nunca na Paraíba se elegeu os dois senadores e o governador na mesma chapa’. E eu disse: nós fizemos um governo que nos acostumamos a quebrar tabus, e esse será mais um tabu derrubado esse ano. Gostaríamos da eleição dessa chapa que está aqui. Anotem, tirem a fotografia dessa chapa vencedora. Nós estaremos dando continuidade a esse trabalho”, afirmou.

Ao defender a possibilidade de vitória conjunta da chapa, o pré-candidato ao Senado destacou ações realizadas durante sua gestão e citou obras estruturantes no estado como exemplo de mudanças administrativas. “Vamos quebrar o tabu, como quebramos tantos tabus na Paraíba. Todo mundo prometeu a ponte e não saiu, o Hospital da Mulher e não fizeram, o Centro de Convenções de Campina Grande e não fizeram, o Hospital de Trauma do Sertão não fizeram, a oncologia em Patos não funcionou como deveria. E nós fizemos tudo isso. Nós quebramos tabus e vamos quebrar dessa vez com a chapa inteira sendo eleita”, disse.

Na oportunidade, João foi questionado sobre se esta é a primeira aparição oficial ao lado de Nabor nesta pré-campanha ao Senado na Paraíba. “Na verdade, eu não diria que é a primeira aparição, até porque nós já tivemos vários eventos juntos. Hoje, aqui, nós estamos exatamente celebrando essa ascensão do nosso querido Nabor à presidência do Republicanos, e eu não tenho dúvida de que ele será conduzido com a maior maestria, conhecendo toda a sua história política. Então, estamos aqui celebrando esse momento e com a certeza de que vamos caminhar juntos numa chapa extremamente unida, com o objetivo único de dar à Paraíba a condição de ter continuidade de um projeto e avançar cada vez mais. Não se trata apenas de manter as conquistas que tivemos, mas da certeza absoluta de que, na Paraíba, podemos ir ainda mais além. E isso ficará muito claro com essa chapa: Lucas, Nabor e João”, finalizou.

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João Azevêdo reúne pré-candidatos a deputado e destaca unidade do grupo governista para as eleições

 O pré-candidato ao Senado Federal e presidente estadual do PSB, João Azevêdo, reuniu, na tarde desta quinta-feira (9), na sede estadual do partido, em João Pessoa, os pré-candidatos a deputado estadual, oportunidade em que foi reforçada a unidade do grupo na disputa para a Assembleia Legislativa nas eleições de outubro.

Na ocasião, João Azevêdo destacou o diálogo e a união dos pré-candidatos para assegurar a representatividade da legenda no Poder Legislativo. “Nós compreendemos a política como um instrumento de inclusão e de transformação de vidas e tudo que acontece nas comunidades, municípios e no estado é fruto de decisão política”, sustentou.

Durante a reunião, os pré-candidatos parabenizaram o presidente estadual do PSB por promover a reunião logo após o fechamento da nominata e evidenciaram o legado do partido e da gestão de João Azevêdo no Governo do Estado.

No encontro, o pré-candidato ao Senado, João Azevêdo, ainda destacou a união com o governador e pré-candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (União Progressista) e Nabor Wanderley (Republicanos), também pré-candidato ao Senado.

O PSB irá lançar 37 candidatos a deputado estadual nas próximas eleições, dentre eles os deputados estaduais Chico Mendes e Eduardo Brito, além de Tibério Limeira, Nelinho Costa, Marinaldo Cardoso, tenente-coronel Viviane Vieira, Rayssa Lacerda, Anísio Maia e a vereadora de Campina Grande, Kallyna Dias.

Também são pré-candidatos a deputado estadual Aldenora, Carlos Santos, Daniel, Diva da Funad, Dr. Levi, Gabriella Varandas, Jane Alves, José Pereira, Klecdaa Amorim, Lucca Nuto, Mirela Braga, Nivaldo Fernandes, Cibeli Barros e Wiviane Paiva, que participaram da reunião.

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PESQUISA VARITÁ - Lucas Ribeiro tem 40,2%, Efraim Filho aparece em 2º com 28,9% e Cícero Lucena 27,3%

 Na pesquisa estimulada (quando os nomes dos candidatos são apresentados), o governador Lucas Ribeiro (PP) tem 40,2% dos votos válidos. Em seguida, aparece Efraim Filho (PL), com 28,9%, e Cícero Lucena (MDB), com 27,3%. Outros candidatos somam 3,6%.

Considerando os votos totais (incluindo brancos, nulos e indecisos), Lucas Ribeiro tem 27,6%, Efraim Filho 19,8% e Cícero Lucena 18,7%.

Na pesquisa espontânea (sem apresentação de nomes), Lucas Ribeiro registra 44,5% dos votos válidos, seguido por Efraim Filho (29,7%) e Cícero Lucena (21,6%).

No índice de rejeição, Efraim Filho aparece com 34,2% dos votos válidos, seguido por Cícero Lucena (29,2%) e Olímpio Rocha (PSOL), com (18,9%).

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 1.220 entrevistados, e está registrado no TSE sob o número BR-04275/2026.

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