Gervásio Maia entrega reforma da ALPB e comemora: “Casa está realmente à altura do nosso povo”

 O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia (PSB), inaugurou na noite desta quarta-feira (05) a reforma do Plenário da Casa. A solenidade contou com a participação de deputados, do governador Ricardo Coutinho (PSB), do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Joás de Brito, e do presidente do Tribunal de Contas do Estado, André Carlo Torres.

“Sonho realizado. Agora a Assembleia não sairá mais da Praça dos Três Poderes. Na verdade, é uma nova Assembleia. Há poucos dias inauguramos o Centro de Saúde, em breve vamos entregar a nova sede da TV Assembleia, o estacionamento que funcionará em um prédio anexo, comprado com recursos da Casa. É um sentimento de dever cumprido. Eu não poderia passar por aqui sem deixar a minha contribuição”, destacou o presidente.

O líder da Oposição, Bruno Cunha Lima (SD), disse que a reforma trará benefícios não apenas para a Casa. “A Paraíba é um dos únicos estados que mantém os três poderes juntos, tornando a relação mais ágil. A manutenção da Assembleia aqui ajuda também a fomentar o comércio”, afirmou.

A deputada estadual Estela Bezerra (PSB) também endossou a mudança no prédio. “Acho que a gente vai ter um ambiente mais agradável para trabalhar. Com essa entrega, Gervásio marca a administração dele”, disse.

Presidente da Câmara destaca inauguração de novas instalações da Assembleia: “Foi acertado não transferir o Legislativo”

 O vereador Marcos Vinicius, presidente da Câmara de João Pessoa, destacou a importância da inauguração das novas instalações da Assembleia, a serem entregues pela Mesa Diretora da Casa, na tarde desta quinta (dia 5), em vez de transferir o Legislativo para outro prédio: “Manter a sede do Legislativo paraibano na Praça dos Três Poderes foi decisão acertada, por garantir proximidade com a população.”

E pontuou: “Os Poderes constituídos devem estar sempre próximos das pessoas e acredito que, com esta reforma, que tratou de uma verdadeira reestruturação da Casa Epitácio Pessoa, inclusive com acessibilidade para todos, quem ganha é a democracia”. Lembrou Marcos Vinicius como, durante o primeiro semestre, a Casa de Napoleão Laureano abriu sessões da Assembleia, durante a reforma.

“Temos a noção exata de que a Câmara cumpriu com o seu papel e que fizemos tudo que estava ao nosso alcance para receber os deputados, assessores, servidores e toda população da melhor maneira possível, mas nosso atual prédio é pequeno, e reconhecemos suas limitações. Porém, o importante é que os trabalhos seguiram sem interrupções”, arrematou.

Instalações – As novas instalações contam com total acessibilidade para pessoa com deficiência, contemplando setores de: imprensa, plenário, taquigrafia, sala de comissões, reuniões, auditórios e mini-plenário. A reforma incluiu ainda, reestruturação de toda instalação elétrica, lógica, telefônica, hidráulica, de som e imagem, além de uma nova rede de esgoto.

Roberto Notícia

Veja como o TSE vai dividir o Fundo Eleitoral para as eleições deste ano

 O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade a resolução que fixa os procedimentos administrativos para a gestão e distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Aprovado pelo Congresso Nacional na última reforma eleitoral, em 2017, o chamado “Fundo Eleitoral” concentra recursos que serão utilizados pelos partidos políticos para financiar as campanhas eleitorais dos candidatos. Com o veto das doações de empresas privadas, o FEFC tornou-se uma das principais fontes de receita para a realização das campanhas.

Nas eleições deste ano, aproximadamente R$ 1,7 bilhão será distribuído aos 35 partidos com registro no TSE. Esse valor será transferido em parcela única aos diretórios nacionais dos partidos, que só terão acesso aos recursos após definir os termos em que se dará a divisão do Fundo para os candidatos.

De acordo com a resolução aprovada nesta quinta, a distribuição dos recursos deve obedecer aos seguintes critérios:

I – 2% divididos igualitariamente entre todos os partidos com estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral;

II – 35% divididos entre os partidos que tenham pelo menos um representante na Câmara dos Deputados, na proporção do percentual de votos por eles obtidos na última eleição geral para a Câmara dos Deputados;

III – 48% divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes na Câmara dos Deputados, consideradas as legendas dos titulares, e

IV – 15% divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado Federal, consideradas as legendas dos titulares.

Para o pleito deste ano, tanto os 48% que serão divididos na proporção da bancada da Câmara dos Deputados quanto os 15% a serem distribuídos na proporção das bancadas no Senado terão por base o número de representantes titulares nas duas casas legislativas em 28 de agosto de 2017.

Já para fins de apuração da cota de 35% do Fundo Eleitoral (item II acima), o TSE adotou o resultado da última eleição geral para a Câmara dos Deputados, observadas as retotalizações de votos ocorridas até a data de aprovação da resolução. A medida visa garantir a efetividade de decisões da Justiça Eleitoral que, porventura, tenham alterado o resultado da última eleição geral para a Câmara.

“A título de esclarecimento, consigno que a retotalização consiste em uma nova fotografia do resultado da última eleição geral realizada, em razão de decisões judiciais transitadas em julgado, que, com efeitos ex tunc [retroativos, atingindo situação anterior], alteraram a situação de candidaturas e destinação dos votos obtidos pelos partidos”, explicou o presidente do TSE, ministro Luiz Fux.

Ao resumir os pontos essenciais da resolução aprovada, Fux informou que o TSE utilizou o critério legal para a distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral. A resolução aprovada pelo Plenário apresenta uma tabela com os percentuais do Fundo Eleitoral a que cada partido terá direito nas eleições deste ano. O magistrado esclareceu que os valores em reais, para cada agremiação, serão divulgados pelo TSE após a disponibilização do Fundo pelo Tesouro Nacional na conta única a ele destinada.

Tesouro Nacional

O Fundo Eleitoral integra o Orçamento Geral da União e será disponibilizado ao TSE pelo Tesouro Nacional até o primeiro dia útil do mês de junho, conforme previsto na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).

Para a obtenção dos recursos, o diretório nacional do partido deverá oficiar, à Presidência do TSE, requerimento contendo a cópia da ata da reunião que fixou os critérios de distribuição para seus candidatos. O partido também deverá fornecer prova material de ampla divulgação dos critérios fixados, além da indicação de conta bancária única, aberta em nome do diretório nacional, para que o TSE possa transferir os valores de direito.

A movimentação desses recursos será efetuada exclusivamente por intermédio dos mecanismos da conta única do Tesouro Nacional. “Assegurando-se a transparência do processo, preserva-se o princípio da conta única, como previsto na Medida Provisória nº 2.170”, disse Fux.

Segundo o presidente da Corte Eleitoral, o depósito dos valores em favor do partido em conta bancária única evitará “eventual pulverização dos depósitos” e permitirá maior controle dos recursos do Fundo Eleitoral disponibilizados pelo TSE.

A resolução também destaca que os recursos do Fundo Eleitoral que não forem utilizados nas campanhas eleitorais deverão ser devolvidos ao Tesouro Nacional, integralmente, no momento da apresentação da prestação de contas pelos partidos.

Campanhas de candidatas

Segundo o TSE, os critérios a serem definidos pelos partidos políticos para a divisão do Fundo Eleitoral devem prever a aplicação mínima de 30% do total recebido para o custeio da campanha eleitoral de candidaturas femininas, conforme decidido pelo Plenário da Corte ao responder consulta de parlamentares (8 senadoras e 6 deputadas federais) na última terça-feira (22).

A relatora da consulta no TSE, ministra Rosa Weber, ressaltou a importância da medida na sessão desta quinta-feira. “Eu fui a relatora da consulta. Mas a grande qualidade da resposta, na minha visão, resulta do fato de ter sido aprovada por um colegiado composto por seis homens e uma mulher, e por unanimidade. Isso é que qualifica essa resposta”, disse a magistrada.

A medida também guarda simetria com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a destinação de, pelo menos, 30% dos recursos do Fundo Partidário às campanhas de candidatas, sem percentual máximo (ADI nº 5.617/2018).

O índice estabelecido pelo STF para o Fundo Partidário e pelo TSE para o Fundo Eleitoral é baseado na proporção mínima de candidaturas de gênero por cada partido, que é de 30%, segundo a Lei das Eleições. O requisito da reserva de cota de gênero visa evitar que a distribuição dos recursos se dê de forma discriminatória pelo partido ou coligação, perpetuando uma desigualdade histórica na promoção de candidatos e candidatas.

Mídia aponta falta de moral de Cássio para pedir demissão de diretor da Petrobrás

 O "É da Coisa", programa radiofônico ancorado pelo jornalista Reinaldo Azevêdo, na Band News, exibido ontem, quinta-feira (24), foi recheado de críticas contra um político paraibano. Dessa vez o alvo foi o senador Cássio Cunha Lima, do PSDB. Segundo o comunicador, de modo irresponsável o tucano pediu a cabeça do presidente da Petrobrás, Pedro Parente.


Durante o comentário, o jornalista lembrou que Cássio também foi demitido pela Justiça Eleitoral, quando teve o mandato cassado.

Segundo Azevêdo, Cássio sequer tem moral para cobrar algo diante do histórico que carrega na bagagem.

"É uma pena que não se pode demitir um senador por falar besteira, porque ele é que seria demitido. Ele não aprendeu nada com a experiência de ter sido cassado. A pessoa que menos deveria demonizar o outro é Càssio", disparou.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), em entrevista á Rádio Bandeirantes, defendeu nada menos do que a demissão de Pedro Parente, presidente da Petrobras, que vem a ser o homem que a recuperou dos escombros. O tucano acha que ele não é bom o bastante para comandar a estatal.

Quem estava torcendo por isso era a BRF. O mercado apostou que Parente deixaria a Petrobras, o que apressaria a sua ida, então, para a BRF, e isso fez os papeis dessa empresa disparar, com valorização de 6,4%. A reação se deve á seriedade do trabalho de Parente. E, tudo indica, por isso, Cunha Lima o quer fora da estatal.

"Deve achar que esse traço de caráter não compõe o perfil ideal para administrá-la", arremtou.

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Pré-candidata, Lígia Feliciano defende união na base governista

 A pré-candidata ao Governo da Paraíba, Lígia Feliciano (PDT) conclamou a união da base governista para evitar o que ela chamou de “retrocessos” no estado.

“Em 2014, eu e o atual governador unimos forças e fomos eleitos juntos para o Governo da Paraíba”, lembrou a vice-governadora. “Essa união obteve quase um milhão, cento e vinte seis mil votos”, contou.

Segundo Lígia, foram “essas paraibanas e esses paraibanos que – somados –possibilitaram a atual gestão”.

A vice-governadora afirmou que as forças da continuidade precisam “ampliar esse apoio ao máximo, trazendo todos que querem o bem da Paraíba para participar dessa ideia”.

Lígia tem defendido o atual Governo da Paraíba como “uma ideia” que hoje não “pertence a nenhum cacique, mas ao povo”.

Embora o governador Ricardo Coutinho tenha lançado a pré-candidatura de João Azevedo, Lígia tem viajado por todo estado se apresentado como pré-candidata da continuidade.

As declarações de Lígia foram divulgadas por meio de um vídeo postado no Facebook e no Instagram neste domingo.

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