Deputado Tião Gomes afirma que pré-candidatura de Nabor não ofusca João Azevêdo: “João é candidato nato ao Senado”

O deputado estadual Tião Gomes (PSB) declarou que a pré-candidatura de Nabor Wanderley ao Senado não representa qualquer obstáculo à possível candidatura do governador João Azevêdo (PSB) à mesma vaga.

Segundo Tião, João Azevêdo reúne todas as credenciais para representar a Paraíba no Senado Federal, destacando sua trajetória política e administrativa como governador. “João é candidato nato. Ele tem uma biografia marcada por uma extensa lista de serviços prestados à Paraíba e carrega consigo a marca de ser o melhor governador que o Estado já teve”, afirmou.

Tião Gomes defendeu, ainda, que João Azevêdo renuncie ao cargo em abril de 2026, prazo previsto pela legislação eleitoral para desincompatibilização, e coloque seu nome à disposição do povo para concorrer ao Senado.

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Romero entra no clima das metáforas de Cícero e Efraim e provoca: “Touro chega primeiro, anotem!”

 Em meio ao clima cada vez mais acirrado da pré-campanha ao governo da Paraíba, o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) entrou no jogo das metáforas utilizado por outros pré-candidatos, mas com bom humor e um toque de ironia.

Após declarações de Cícero Lucena (PP), que falou em “cavalo selado”, e do senador Efraim Filho (União Brasil), que afirmou que “foguete não dá ré”, Romero respondeu com uma analogia inusitada.

“Tem muita gente indo de cavalo, outros de foguete, alguns pegando carona. Eu vou de touro, indo devagar e sempre, e vou chegar primeiro. Anotem! Deus no comando”, escreveu o parlamentar em suas redes sociais, acompanhando a frase com um vídeo em tom descontraído.

A fala foi interpretada como uma crítica velada ao entusiasmo dos concorrentes que já intensificam o ritmo da pré-campanha, enquanto Romero adota uma postura mais cautelosa e estratégica. Ao escolher o “touro” como símbolo de sua caminhada política, o deputado faz alusão à força, resistência e persistência — características que, segundo ele, são mais eficazes do que a pressa ou a euforia eleitoral.

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ELEIÇÕES 2026 - PT da Paraíba quer sentar na mesma mesa que PSB, PP e Republicanos para definir candidato da situação

 O presidente do PT na Paraíba, Jackson Macedo, entende que a legenda deveria estar inserida nas discussões sobre as eleições estaduais na Paraíba. Como integrante da base do governador João Azevêdo, espera ser chamado. E não descarta um projeto independente, caso não queiram que a legenda tome parte.

“Isso não significa dizer que a gente quer participar da chapa. Mas, não se pode achar que meia dúzia, quatro pessoas, sentem juntos em uma mesa e discutam os rumos da Paraíba quando há outros partidos políticos. Isso é um pouco desrespeitoso”, destacou o dirigente em entrevista à CBN Paraíba, nesta segunda-feira (23).

Ele ressaltou: “Temos um compromisso grande com o governador João Azevêdo, com o projeto político que ele lidera e, inclusive, com a eleição dele para o Senado”. A candidatura de João está no radar do presidente Lula e do PSB nacional.

Jackson evita falar em “exclusão”, mas pelas declarações, demonstra o incômodo de acompanhar de fora cenários e chapas sendo montadas e desmontadas.

Disse achar cedo antecipar o debate de 2026, mas já que está na mesa, o PT teria o direito de participar. O fato é que esse debate sobre formação de chapa majoritária, hoje, só alcança o PSB, PP e Republicanos.

Mas, o partido, como já tratei deste tema em post anterior, precisa se reorganizar internamente e não será apenas Lula que fará o PT ser voz ativa no estado, já que tem andado dividido nas últimas eleições. Em 2024, elegeu apenas um prefeito e hoje conta com dois deputados estaduais. Falta peso político.

E em se tratando de entrar em um projeto independente – de lançar candidatura ao governo – quem seria o nome que o PT tem, hoje, competitivo, para entrar nessa disputa? A preço de hoje, nenhum.

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Senadora Daniella Ribeiro encerra mandato de um ciclo de muitas faces em busca de possível ascensão de Lucas ao governo da Paraíba

A senadora Daniella Ribeiro (PP) chega ao fim de um mandato com muitas faces e possível fim de um ciclo no Senado Federal. Tudo em nome do poder, ou seja, o desejo de seu filho ser governador da Paraíba.

Eleita senadora pela Paraíba em 2018, Daniella Ribeiro chegou ao Congresso com mais de 800 mil votos, parte deles vindos de um eleitorado conservador, evangélico e, sim, simpático ao bolsonarismo — ainda que ela nunca tenha se declarado abertamente como uma bolsonarista. Sua postura, naquele momento, foi discreta, quase calculada: evitou confrontos ideológicos diretos, mas também não rejeitou o apoio que vinha da direita paraibana.

Ao longo do mandato, porém, esse vínculo com a base conservadora foi, no mínimo, enfraquecido. Muitos dos que lhe deram o voto com expectativas de alinhamento ideológico passaram a vê-la como mais uma representante do jogo político tradicional, pragmático, centrado em interesses partidários e pessoais. A mudança para o PSD de Gilberto Kassab — partido sem identidade clara — e, mais recentemente, seu retorno ao PP após divergências internas, reforçaram essa percepção.

Agora, a senadora anuncia que não será candidata à reeleição em 2026, caso seu filho, Lucas Ribeiro (PP), dispute o governo da Paraíba. Segundo suas próprias palavras, não haveria espaço para dois da mesma família na chapa majoritária. Com isso, confirma, ainda que indiretamente, que seu ciclo no Senado foi passageiro — um único mandato, sem retorno.

A verdade é que Daniella Ribeiro optou por trilhar um caminho mais moderado e institucional, que acabou por distanciá-la, em certa medida, de parte significativa do eleitorado que a conduziu ao Senado. Entre eles, especialmente os evangélicos, que hoje representam uma força política relevante e crescente. Esse afastamento, embora talvez estratégico, foi sentido — e gerou questionamentos.

Ao fim, restará o nome, o mandato — e uma vaga aberta para 2026, que certamente será disputada com mais clareza de posições por aqueles que desejam representar de fato os valores que a senadora, por prudência ou conveniência, preferiu suavizar ao longo de sua trajetória.

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ELEIÇÕES 2026 - “Picuinha política”: Cícero Lucena critica polêmica sobre ausência de João Azevêdo e Lucas Ribeiro em coletiva

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), não gostou do questionamento da imprensa sobre a ausência do governador João Azevêdo (PSB)  e Lucas Ribeiro (PP) na coletiva ao retornar de Israel. Nos bastidores, a ausência de João chegou a ser interpretada como um sinal de esfriamento na relação política, mas Cícero refutou a tese e tratou a especulação como picuinha.

“Não foi solidário pra mim? Já tinha falado comigo, tanto eu lá como depois que cheguei. Então, eu acho que tem que se preocupar com outras coisas, não com esse tipo de picuinha”, afirmou.

Cícero ressaltou que o momento exige foco em ações concretas e responsabilidade administrativa. “Temos que nos preocupar com o que importa: trabalhar por João Pessoa e pela Paraíba”, concluiu.

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