Passagem pelo Senado credencia Deca do Atacadão a disputar eleições de 2018 inclusive na majoritária

 Não é novidade que o empresário José Gonzaga Sobrinho (Deca) tomou gostou pela política, desde que assumiu interinamente o mandato de senador, com a licença de Cássio Cunha Lima.

Durante sua passagem pelo Senado, teve um desempenho destacado para um calouro, e a verdade é que se tornou um quadro em potencial para as próximas disputas.

Deca, tanto pode disputar uma deputação federal, quanto integrar a chapa majoritária, e até mesmo como eventual candidato a vice-governador. Pelo menos é que o se comenta dentro de seu partido, o PSDB. Leva a vantagem de ter uma ficha limpa, não estar com o nome associado a qualquer escândalo, e ter autonomia de voos, por sua independência financeira.

O empresário não comenta sobre qual a melhor alternativa de disputa em 2018, mas é notório que está decidido a disputar as eleições do próximo ano. Tem dito que ainda tem muito a contribuir para a política do Estado.

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Da Redação com Roberto Noticia 

 

Estadão: Ricardo Coutinho recebeu R$ 3,8 milhões da JBS através da Alpargatas

 O Custo da Indignação é a manchete de publicação do jornalista Humberto Pontes, no Estadão, que traz estudo e dimensão financeira da delação de executivos da JBS. A publicação traz ainda levantamento e aponta 14 governadores que teriam recebido doações diretas do grupo, entre eles o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, que teria recebido da JBS, através da Alpargatas, a quantia de R$ 3,8 milhões.


Confira a publicação


O custo da indignação


“Desses 500 milhões, 600 milhões que estamos falando aqui, tirando 15 milhões, o resto é tudo propina. 28 partidos, desmembrados para 1.829 candidatos. Elegemos 179 deputados estaduais de 23 Estados diferentes, 167 deputados federais de 19 partidos. Demos propina para 28 Senadores da República, para 16 Governadores eleitos, sendo 4 do PMDB, 4 do PSDB, 3 do PT, 2 do PSB, 1 PP e 1 do PSD.” Depoimento de Ricardo Saud, chefe de operações de propinas da JBS.


As cifras são impressionantes e mostram o “apagão” sistêmico em que nosso país se encontra. Uma paulada de R$ 600 milhões que assusta, desencoraja e frustra. Contudo, essa cifra é uma fina camada perto do retorno estimado para esse “investimento”. No meio da indignação que sentíamos, resolvemos projetar o retorno estimado para esses “600 milhões que estamos falando aqui”.


Fizemos a soma dos Orçamentos Estaduais dos 16 estados mais o valor proporcional dos custos legislativos dos Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais (em 2015 – com base nos valores do FINBRA 2015 e em 2017 a partir dos dados Orçamento Cidadão 2017).


Importante ressaltar que não incluímos as emendas parlamentares neste cálculo (cada parlamentar teve direito em 2015 a R$ 10 milhões por ano para emendas que venha a propor). Com a inclusão dos repasses desses dados, a tendência é que alguns bilhões seriam adicionados.


Ao todo encontramos o impressionante valor de:


R$ 547.565.711.240,68 (Quinhentos e quarenta e sete bilhões, quinhentos e sessenta e cinco milhões, setecentos e onze mil, duzentos e quarenta reais e sessenta e oito centavos) – POR ANO.
O estudo e dimensão financeira da delação JBS é importante para qualificar o debate. Por ano são: R$ 547 Bilhões


Mais de meio trilhão. Por ano.


Ao tomar conhecimento deste número, pergunte-se: Que sistema é esse no qual depositamos nossas esperanças? Quanto custa sua indignação? E o que vamos fazer a respeito?

Nota de cálculo:


R$ 547.565.711.240,68 (Quinhentos e quarenta e sete bilhões, quinhentos e sessenta e cinco milhões, setecentos e onze mil, duzentos e quarenta reais e sessenta e oito centavos)


Governadores:


Com base nos dados da Eleição 2014 e financiamento de campanha do Estadão, encontramos os dados de financiadores de campanha dos Governadores eleitos em 2014.


Fontes:
http://estadaodados.com/padrinhos/#.WUwMy2jyvIU
http://www.asclaras.org.br/@index.php?ano=2014


A partir da lista de Saud, encontramos os seguintes “Estados JBS”.


14 Governadores cujas doações da JBS foram diretas aos candidatos eleitos:


PSDB – Mato Grosso do Sul – JBS fez a maior doação da campanha com R$ 10.500.000,00


PSDB – São Paulo – JBS como 2º maior doador da campanha com R$ 2.999.902,00


PMDB – Rio Grande do Sul – JBS fez a maior doação da campanha com R$ 2.684.250,00


PMBD – Rio de Janeiro – JBS como 2º maior doador com R$ 2.440.000,00


PMDB – Alagoas – JBS como 4º maior doador com R$ 1.322.632,00


PMDB – Roraima – JBS como 6º maior doador com R$ 652.649,00


PSDB – Paraná – JBS como 3º maior doador da campanha com R$ 1.001.000,00


PT – Minas Gerais – JBS fez a maior doação da campanha com R$ 5.987.981,00


PT – Ceará – JBS fez a maior doação da campanha com R$ 7.337.039,00


PSB – Paraíba – Alpargatas fez a maior doação da campanha com R$ 3.800.000,00


PSB – Distrito Federal – JBS como 3º maior doador da campanha com R$ 852.816,00


PP – Roraima – JBS como 2º maior doador com R$ 200.000,00


PSD – Rio Grande do Norte – JBS fez a maior doação da campanha com R$ 8.500.000,00


PSD – Santa Catarina – JBS como 2º maior doador com R$ 2.828.738,00


2 Governadores em que a JBS foi a maior doadora da coligação partidária:


PSDB – Pará – JBS como maior doador da coligação da campanha com R$ 1.500.000,00 – segundo fonte às claras 2014 - http://www.asclaras.org.br/@candidato.php?CACodigo=1544323&cargo=3&ano=2014

 


PT – Acre –JBS como maior doador da coligação da campanha com R$ 1.225.000,00 – segundo fonte às claras 

2014 - http://www.asclaras.org.br/@candidato.php?CACodigo=1534395&cargo=3&ano=2014


Total de Orçamento somado destes 16 Estados, segundo Finbra 2015 R$ 542.438.306.266,32 - https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf

 

Deputados Estaduais:


O Brasil tem 1.059 Deputados Estaduais.


Calculamos a soma do Orçamento Legislativo dos 26 Estados, com base no Finbra 2015. O valor encontrado foi de R$ R$11.319.752,56 por Deputado Estadual.


Assim, fizemos o proporcional de 179 deputados, com o valor total de R$2.026.235.708,60
https://siconfi.tesouro.gov.br/siconfi/pages/public/consulta_finbra/finbra_list.jsf


Deputados Federais:


O Brasil tem 513 Deputados Federais.

 

Calculamos a soma do Orçamento do Congresso Nacional do Governo Nacional, com base no Orçamento Cidadão 2017. O valor encontrado foi de R$ 10.260.752,56 por Deputado Federal, sem incluir as emendas parlamentares.

 

 

O proporcional de 167 deputados tem o valor total R$ 1.713.000.0000,39
http://www.orcamentofederal.gov.br/clientes/portalsof/portalsof/orcamentos-anuais/orcamento-2017/ploa/ploa-2017-orcamento-cidadao


Senadores:


O Brasil tem 81 Senadores.


Calculamos a soma do Orçamento do Senado Nacional, com base no Orçamento Cidadão 2017. O valor total encontrado foi de R$ 47.850.000,56 por Deputado Federal.


O proporcional de 28 senadores tem o valor total R$ 1.339.920.000,00
http://www.orcamentofederal.gov.br/clientes/portalsof/portalsof/orcamentos-anuais/orcamento-2017/ploa/ploa-2017-orcamento-cidadao

 

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Da Redação com Roberto Noticia e Estadão 

Vice-presidente do PDT garante que Lígia não convocou reunião para anunciar desistência de Ricardo Coutinho

 Nesta segunda-feira (27), a vice-presidente do PDT na Paraíba, Fernanda Norat, desmentiu uma suposta reunião convocada pela vice-governadora Lígia Feliciano com o governador Ricardo Coutinho (PSB).

 


No encontro, Lígia anunciaria que o socialista não iria se candidatar ao Senado para terminar o seu mandato a frente do Estado. “Não há nenhuma convocação de reunião por parte de Lígia, eu garanto”, disse Fernanda.

 

De acordo com informações extraoficiais, Lígia esteve em uma reunião com o governador Ricardo Coutinho (PSB), o deputado Damião Feliciano (PDT) e lideranças do PSB, na semana passada onde foi comunicada por Ricardo que ele ficará no cargo até o fim do mandato.

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Da Redação com Roberto 

O governador imagina mesmo que ninguém percebeu ainda qual é a jogada?

 Quem acompanha o noticiário político certamente já percebeu como, especialmente nos últimos dias, aliados do governador Ricardo Coutinho têm se esforçado em alimentar a mídia com dois factoides. De um lado, reiteradas especulações de que RC deve ficar no Governo até o final. De outro, propagar uma divisão nas oposições.

O que essa estratégia revela? É evidente que o governador não deve ficar no mandato até o final. Ele precisa de um mandato para encarar a maratona de processos. Quando manda porta-vozes especularem sobre isso tem um objetivo claro: acuar a vice-governador Lígia Feliciano, como a sugerir que deixe o Governo em abril para disputar algum cargo, ou não terá nenhum.

Com Lígia fora da chapa, ele pode sair mais tranquilamente do Governo e talvez operar uma eleição indireta na Assembleia, para entronizar alguém de sua confiança num mandato tampão de governador. Pode ser qualquer um, desde Estela Bezerra (menos) até João Azevedo ou Waldson de Sousa (mais). É tão simples e primário, que até o deputado Damião Feliciano já entendeu a parada.

E quando segue tentando propalar divisão na oposição, especialmente através do deputado Hervázio Bezerra, que se especializou no assunto, revela o que tem de mais frágil: o governador sabe que, na ausência de candidato competitivo para disputar em 2018, sua última alternativa é tentar dividir a oposição para buscar depois uma fração do que restou.

Nos dois casos, o governador aposta no imponderável, e provavelmente imagina que ninguém seja capaz de manjar sua estratégia. Talvez não tenha se apercebido ainda que está em final de mandato, seu poder perde força a cada dia, e pode não contar com as pedras que contava quando iniciou o Governo. Sem perspectiva de poder, já não depende apenas de si para decidir o campeonato, eis o fato.

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Da Redação com Roberto e Helder Moura

Cartaxo, Manoel Jr. e Cássio tentam reverter perdas de João Pessoa no FPM com Meirelles

 O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, acompanhado pelo senador Cássio Cunha Lima e pelo vice-prefeito Manoel Júnior, foi recebido na tarde desta quarta-feira, em Brasília, pelo ministro Henrique Meirelles e alguns diretores do Ministério da Fazenda. Na reunião de trabalho, o prefeito da Capital paraibana apresentou pleitos para compensação de perdas de receitas, especialmente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

 

Somente este ano, de acordo com explicações levadas ao ministro pelo prefeito Luciano Cartaxo, a Prefeitura Municipal de João Pessoa já perdeu mais de R$ 15 milhões do FPM e a perspectiva é que a redução, ao final do exercício financeiro, chegue aos R$ 50 milhões. A queda de receitas vem correndo por um motivo inusitado: o crescimento da renda per capita dos pessoenses nos últimos anos. De acordo com as regras do FPM, a classificação dos municípios pode ser reduzida conforme o aumento da renda per capita da população.

Diante do quadro, o prefeito Luciano Cartaxo decidiu pedir uma reunião de trabalho ao Ministro da Fazenda para solicitar compensação de receitas. Entre as alternativas discutidas, está o pedido de empenhamento total da emenda de bancada, no valor de R$ 140 milhões, para obras de infraestrutura em João Pessoa.

Para o prefeito Luciano Cartaxo, bom seria que não tivesse havido queda de receitas e a emenda fosse liberada, mas, diante das circunstâncias, os recursos da emenda podem garantir a execução de projetos importantes que estão no planejamento de ações para este ano.

Em sua exposição ao ministro Henrique Meirelles, o prefeito Luciano Cartaxo discorreu sobre os esforços que a gestão vem desenvolvendo no sentido de manter o equilíbrio fiscal, manter os pagamentos em dia e entregar uma grande quantidade de obras.

Os apelos do prefeito Luciano Cartaxo, reforçados pelo senador Cássio Cunha Lima e pelo vice-prefeito prefeito Manoel Júnior, ganharam a atenção do ministro Henrique Meirelles, que pediu uma solução à equipe de técnicos que o acompanhava.

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Da Redação com Roberto Noticia