Bancada Federal da Paraíba volta a ter dois Coordenadores na Câmara e Senado

Embora o deputado federal Wilson Filho tenha maioria folgada na Bancada Federal - 9 dos 15 votos - a resistência do senador Cássio de não aceitar a destituição de Benjamim Maranhão, passando a lançar o senador Maranhão,  fará com que na próxima semana se consolidem dois Coordenadores, um da Câmera e outro do Senado Federal.

Wilson Filho protocolou nesta semana na Comissão de Orçamento documento com 9 assinaturas passando automaticamente a responder pela Bancada no lugar do deputado federal Benjamim Maranhão.

Com a nova realidade, que restabelece encaminhamento de Emendas da bancada federal reincluindo emendas do Governo do Estado fez senador Cássio reagir lançando Maranhão.

Como o presidente do PMDB não conseguiu reverter nenhum voto, a tendência é que ele represente o Senado, mesmo com Raimundo Lira subscreva apoio ao nome de Wilson Filho.

A partir desta realidade, as emendas terão duas assinaturas. Este não é um caso único. Cássio quando assumiu no lugar de Wilson Santiago foi coordenador do Senado e Manoel Júnior da Câmara .

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Da Redação com Roberto Noticia  e Walter Santos

Por que Jota Junior não pôde usar o seu nome verdadeiro ? O homônimo Josival explica ! – VEJA VÍDEO

 

O secretário de Comunicação de João Pessoa, Josival Pereira, relembrou a trajetória do apresentador Jota Júnior no radialismo paraibano e revelou como foi definido o seu nome artístico. “Era efetivamente um comunicador nato, de uma empatia muito grande com o público”, destacou.

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Da Redação com Roberto Noticia  e MaisPB 

Com carinho, uma nova resposta a Alcymar

 

Com carinho, uma nova resposta a Alcymar

Não sou dado a alimentar polêmicas, mas o texto muito bem escrito pelo cantor e compositor Alcymar Monteiro e espalhado nas redes sociais, na noite desta sexta-feira, dirigido diretamente à minha pessoa, me permite destacar alguns pontos de vista que, acredito, podem servir de reflexão para todos os que têm compromisso com um legado importante como é o Maior São João do Mundo.

Curto e admiro a carreira de Alcymar Monteiro. E não é de hoje. Para mim, é um dos baluartes da resistência cultural da música nordestina. Nunca se dobrou aos modismos e não me surpreendeu nem um pouco estar ele fazendo essa defesa apaixonada do que considera verdadeiro e basilar. Humildemente, peço desculpas se, em qualquer contexto, eu possa ter agredido o artista ou seus valores. Ao final, registre-se, tudo não passa de uma defesa de ideias e conceitos, sobre os quais pretendo aqui pontuar com a sinceridade de sempre.

Ponto de partida: esse debate parte de uma premissa errática. O Maior São João do Mundo nunca se limitou ao Parque do Povo. Incorre em um grande equívoco quem imaginar que o palco principal resume, concentra, representa tudo que é cultura da festa. Compreende-se, até certo ponto: por sua força midiática, a grade artística ocupa espaço desmesurado na vida das pessoas, que têm o livre arbítrio para prestigiar o que lhes aprouver nas apresentações gratuitas do Parque.

Alcymar e tantos outros que estão a criticar o Maior São João do Mundo, que este ano está sob a batuta da empresa Aliança, o fazem por uma lógica natural: estão defendendo o trabalho e a carreira deles, o ganha-pão sagrado, com seu verniz cultural e proposta de preservação das raízes. Aplaudo e não tiro a razão deles. Só não concordo com a suprema presunção do artista de que, sem ele e outros de sua lista, a sobrevivência do evento está comprometida, como estaria irremediavelmente ferido de morte o nosso São João deste ano.

O Maior São João do Mundo tem cultura nordestina bem representada no palco principal, sim. Gente da melhor estirpe cultural e que está sendo conscientemente esquecida pela linha dos argumentos de Alcymar. Não merecem respeito e reverência artistas como Flávio José, Elba Ramalho, Biliu de Campina, Os 3 do Nordeste, Dorgival Dantas, Coroné Grilo, Capilé e Amazan, para citar alguns? Os que seguem esse mesmo perfil e ainda não foram anunciados para o Palco Parafuso, na parte inferior e onde estão concentrados os grandes pavilhões de restaurantes e bares da festa, serão ignorados por não fazerem parte da casta dos privilegiados de primeira grandeza representados por Alcymar?

O Maior São João do Mundo tem cultura nordestina autêntica e de qualidade, sim, nas ilhas de forró espalhadas no Parque do Povo, onde trios de nossa terra manterão acesa a música regional genuina. As dezenas de grupos desses artistas contratados, que não têm simpatizantes nas grandes mídias ou bem estruturadas assessorias, não merecem aplausos e reconhecimento pela resistência cultural que representam o ano todo?

O Maior São João do Mundo tem cultura nordestina legítima, sim, nos espaços para as comidas típicas - que este ano ganham destaque na área inferior do Parque do Povo. Nas apresentações das quadrilhas juninas, que atraem milhares de turistas. No Trem Forroviário, com seu passeio bucólico ao Distrito de Galante, ao som de um trio de forró em cada vagão. Na decoração junina nas ruas, nos estabelecimentos comerciais, escolas e nas milhares de casas de campinenses que recebem parentes e visitantes. Nas missas da Catedral, onde artistas convidados se envolvem com o ato religioso de celebração aos santos da época. Nos eventos paralelos, apoiados pela Prefeitura, como Corrida da Fogueira, Corrida do Jegue, a disputa no Pau de Sebo e tantos outros.

Portanto, renovando meu respeito e admiração por Alcymar Monteiro, digo ainda que, para uma festa que este ano completa 34 anos de existência (tão longeva quanto a carreira do cantor), o Maior São João do Mundo continuará firme, forte e renovado, preservando a cultura que vai além de uma grade artística do palco principal do Parque do Povo.

Em 2017, graças ao novo modelo, o município economizará o bastate para construir um moderno e bem estruturado Hospital da Criança e do Adolescente. É uma conquista importante que o prefeito Romero Rodrigues, tão atacado pelo artista, assegura para aquela criança de 5 anos, citada pelo próprio Alcymar no seu texto endereçado a mim. Durmo com a consciência tranquila de que, com ajustes naturais nessa necessária transição, faremos este ano o Maior São João do Mundo de todos os tempos.

Sucesso sempre, Alcymar! Você merece.

 

 

Marcos Alfredo Alves

 

Jornalista

 

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