Bruno Cunha Lima destaca força da oposição para 2026 e avisa: “Temos nomes à altura do desafio”

 O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, avaliou nesta terça-feira (1º) o cenário político da Paraíba com vistas às eleições de 2026 e destacou a qualidade dos nomes que vêm sendo cogitados dentro do grupo de oposição para disputar o Governo do Estado.

Segundo Bruno, a oposição conta com lideranças preparadas e com capacidade técnica, equilíbrio emocional e senso de responsabilidade — características que, segundo ele, são fundamentais para quem deseja governar a Paraíba.

“O mais importante é que temos nomes à altura do desafio. Pessoas com trajetória pública consistente, liderança consolidada e, acima de tudo, compromisso com o povo paraibano”, afirmou.

O gestor disse ainda que a missão de governar o estado exige preparo, diálogo e espírito público. Para ele, a oposição está bem representada com nomes como Efraim Filho, Pedro Cunha Lima e Romero Rodrigues.

Bruno ressaltou que se sente confiante diante do cenário atual e acredita que qualquer uma das lideranças mencionadas reúne condições de disputar a eleição com chances reais de vitória, além de exercer uma gestão comprometida e eficiente.

“Estamos diante de um momento importante para a construção de um projeto que dialogue com a população e ofereça soluções reais para os desafios da Paraíba”, concluiu.

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Adriano Galdino se reúne com Gleisi Hoffmann em articulação para disputar o Governo da Paraíba com apoio de Lula

 O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), se reuniu nesta segunda-feira 30) com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, em Brasília, em mais um movimento que sinaliza sua tentativa de se aproximar do presidente Lula (PT) e se viabilizar na disputa pelo Governo do Estado em 2026.

A reunião ocorre em meio a uma série de gestos públicos de Galdino em direção ao campo lulista. Durante os festejos juninos em Pocinhos, na semana passada, o parlamentar voltou a tecer elogios ao presidente Lula, destacando programas sociais do governo federal e a necessidade de uma “sintonia política” entre a Paraíba e o Palácio do Planalto.

A movimentação do presidente da ALPB tem gerado reações no PT estadual. O presidente do partido na Paraíba, Jackson Macedo, declarou recentemente que a legenda não descarta apoiar Galdino em 2026, embora a decisão dependa de articulações mais amplas no campo progressista.

A reunião com Gleisi é vista por aliados como uma tentativa de Galdino de carimbar seu passaporte para uma aliança mais robusta com o governo federal. Nos bastidores, comenta-se que Galdino avalia a possibilidade de mudar de legenda para consolidar a aliança com o PT, caso o Republicanos decida apoiar outra candidatura.

O encontro com Gleisi, portanto, teria servido também como um termômetro do Palácio do Planalto sobre essa possibilidade.

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Deputada Cida Ramos pisa no freio sobre Cícero no PT e não diz se é contra ou a favor a filiação do prefeito

 A deputada estadual Cida Ramos, que deve assumir nos próximos meses a presidência do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, adotou uma postura cautelosa ao ser questionada sobre uma possível filiação do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), à legenda. Em entrevista concedida nesta semana, Cida evitou cravar uma posição pessoal e indicou que a discussão precisa ser tratada de forma institucional.

“Olha, essa é uma decisão que precisa passar pelo diretório estadual, pelo colegiado. Eu, como presidente, não posso decidir isso sozinha. E mais: você precisa perguntar à direção nacional, porque no PT as coisas vêm de cima para baixo. É só isso que eu tenho a falar sobre isso”, declarou em entrevista.

A fala de Cida contrasta com o posicionamento de Jackson Macêdo, atual presidente do partido, que recentemente abriu as portas para uma eventual filiação de Cícero, desde que ele se alinhasse ao projeto liderado pelo presidente Lula. Jackson chegou a afirmar que o PT nacional “analisaria com carinho” uma aproximação do prefeito.

O recuo de Cida reforça o clima de indefinição sobre a estratégia do PT na Paraíba para as eleições de 2026, especialmente diante da movimentação de Cícero como possível pré-candidato ao governo estadual.

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Deputado Tião Gomes afirma que pré-candidatura de Nabor não ofusca João Azevêdo: “João é candidato nato ao Senado”

O deputado estadual Tião Gomes (PSB) declarou que a pré-candidatura de Nabor Wanderley ao Senado não representa qualquer obstáculo à possível candidatura do governador João Azevêdo (PSB) à mesma vaga.

Segundo Tião, João Azevêdo reúne todas as credenciais para representar a Paraíba no Senado Federal, destacando sua trajetória política e administrativa como governador. “João é candidato nato. Ele tem uma biografia marcada por uma extensa lista de serviços prestados à Paraíba e carrega consigo a marca de ser o melhor governador que o Estado já teve”, afirmou.

Tião Gomes defendeu, ainda, que João Azevêdo renuncie ao cargo em abril de 2026, prazo previsto pela legislação eleitoral para desincompatibilização, e coloque seu nome à disposição do povo para concorrer ao Senado.

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Romero entra no clima das metáforas de Cícero e Efraim e provoca: “Touro chega primeiro, anotem!”

 Em meio ao clima cada vez mais acirrado da pré-campanha ao governo da Paraíba, o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) entrou no jogo das metáforas utilizado por outros pré-candidatos, mas com bom humor e um toque de ironia.

Após declarações de Cícero Lucena (PP), que falou em “cavalo selado”, e do senador Efraim Filho (União Brasil), que afirmou que “foguete não dá ré”, Romero respondeu com uma analogia inusitada.

“Tem muita gente indo de cavalo, outros de foguete, alguns pegando carona. Eu vou de touro, indo devagar e sempre, e vou chegar primeiro. Anotem! Deus no comando”, escreveu o parlamentar em suas redes sociais, acompanhando a frase com um vídeo em tom descontraído.

A fala foi interpretada como uma crítica velada ao entusiasmo dos concorrentes que já intensificam o ritmo da pré-campanha, enquanto Romero adota uma postura mais cautelosa e estratégica. Ao escolher o “touro” como símbolo de sua caminhada política, o deputado faz alusão à força, resistência e persistência — características que, segundo ele, são mais eficazes do que a pressa ou a euforia eleitoral.

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ELEIÇÕES 2026 - PT da Paraíba quer sentar na mesma mesa que PSB, PP e Republicanos para definir candidato da situação

 O presidente do PT na Paraíba, Jackson Macedo, entende que a legenda deveria estar inserida nas discussões sobre as eleições estaduais na Paraíba. Como integrante da base do governador João Azevêdo, espera ser chamado. E não descarta um projeto independente, caso não queiram que a legenda tome parte.

“Isso não significa dizer que a gente quer participar da chapa. Mas, não se pode achar que meia dúzia, quatro pessoas, sentem juntos em uma mesa e discutam os rumos da Paraíba quando há outros partidos políticos. Isso é um pouco desrespeitoso”, destacou o dirigente em entrevista à CBN Paraíba, nesta segunda-feira (23).

Ele ressaltou: “Temos um compromisso grande com o governador João Azevêdo, com o projeto político que ele lidera e, inclusive, com a eleição dele para o Senado”. A candidatura de João está no radar do presidente Lula e do PSB nacional.

Jackson evita falar em “exclusão”, mas pelas declarações, demonstra o incômodo de acompanhar de fora cenários e chapas sendo montadas e desmontadas.

Disse achar cedo antecipar o debate de 2026, mas já que está na mesa, o PT teria o direito de participar. O fato é que esse debate sobre formação de chapa majoritária, hoje, só alcança o PSB, PP e Republicanos.

Mas, o partido, como já tratei deste tema em post anterior, precisa se reorganizar internamente e não será apenas Lula que fará o PT ser voz ativa no estado, já que tem andado dividido nas últimas eleições. Em 2024, elegeu apenas um prefeito e hoje conta com dois deputados estaduais. Falta peso político.

E em se tratando de entrar em um projeto independente – de lançar candidatura ao governo – quem seria o nome que o PT tem, hoje, competitivo, para entrar nessa disputa? A preço de hoje, nenhum.

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Ter filhos não garante companhia na velhice; muitos pais envelhecem no esquecimento

 Ter filhos é, para muitos, um sonho cheio de esperança. Imagina-se uma velhice cercada por risos, conversas e o calor de quem um dia cresceu sob os nossos cuidados. No entanto, a realidade nem sempre cumpre essa expectativa. Muitos pais e mães, que dedicaram a vida a criar, cuidar e amar, chegam à velhice com o silêncio como companhia.

A ausência de filhos na fase mais frágil da vida não é apenas física — é emocional, é o eco de um amor que não encontrou retorno. A cadeira vazia ao lado é mais do que um símbolo da ausência: é um grito contido, uma saudade não reconhecida. Não se trata de culpa, mas de consciência. A correria da vida adulta não pode apagar a memória de quem um dia nos guiou com mãos firmes e coração aberto.

Velhice não deveria rimar com esquecimento. Que possamos olhar para nossos pais não como obrigações, mas como laços vivos de nossa própria história. Antes que o tempo leve a chance de retribuir, que sejamos presença — porque o amor, quando é lembrado, também envelhece em paz.

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Senadora Daniella Ribeiro encerra mandato de um ciclo de muitas faces em busca de possível ascensão de Lucas ao governo da Paraíba

A senadora Daniella Ribeiro (PP) chega ao fim de um mandato com muitas faces e possível fim de um ciclo no Senado Federal. Tudo em nome do poder, ou seja, o desejo de seu filho ser governador da Paraíba.

Eleita senadora pela Paraíba em 2018, Daniella Ribeiro chegou ao Congresso com mais de 800 mil votos, parte deles vindos de um eleitorado conservador, evangélico e, sim, simpático ao bolsonarismo — ainda que ela nunca tenha se declarado abertamente como uma bolsonarista. Sua postura, naquele momento, foi discreta, quase calculada: evitou confrontos ideológicos diretos, mas também não rejeitou o apoio que vinha da direita paraibana.

Ao longo do mandato, porém, esse vínculo com a base conservadora foi, no mínimo, enfraquecido. Muitos dos que lhe deram o voto com expectativas de alinhamento ideológico passaram a vê-la como mais uma representante do jogo político tradicional, pragmático, centrado em interesses partidários e pessoais. A mudança para o PSD de Gilberto Kassab — partido sem identidade clara — e, mais recentemente, seu retorno ao PP após divergências internas, reforçaram essa percepção.

Agora, a senadora anuncia que não será candidata à reeleição em 2026, caso seu filho, Lucas Ribeiro (PP), dispute o governo da Paraíba. Segundo suas próprias palavras, não haveria espaço para dois da mesma família na chapa majoritária. Com isso, confirma, ainda que indiretamente, que seu ciclo no Senado foi passageiro — um único mandato, sem retorno.

A verdade é que Daniella Ribeiro optou por trilhar um caminho mais moderado e institucional, que acabou por distanciá-la, em certa medida, de parte significativa do eleitorado que a conduziu ao Senado. Entre eles, especialmente os evangélicos, que hoje representam uma força política relevante e crescente. Esse afastamento, embora talvez estratégico, foi sentido — e gerou questionamentos.

Ao fim, restará o nome, o mandato — e uma vaga aberta para 2026, que certamente será disputada com mais clareza de posições por aqueles que desejam representar de fato os valores que a senadora, por prudência ou conveniência, preferiu suavizar ao longo de sua trajetória.

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ELEIÇÕES 2026 - “Picuinha política”: Cícero Lucena critica polêmica sobre ausência de João Azevêdo e Lucas Ribeiro em coletiva

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), não gostou do questionamento da imprensa sobre a ausência do governador João Azevêdo (PSB)  e Lucas Ribeiro (PP) na coletiva ao retornar de Israel. Nos bastidores, a ausência de João chegou a ser interpretada como um sinal de esfriamento na relação política, mas Cícero refutou a tese e tratou a especulação como picuinha.

“Não foi solidário pra mim? Já tinha falado comigo, tanto eu lá como depois que cheguei. Então, eu acho que tem que se preocupar com outras coisas, não com esse tipo de picuinha”, afirmou.

Cícero ressaltou que o momento exige foco em ações concretas e responsabilidade administrativa. “Temos que nos preocupar com o que importa: trabalhar por João Pessoa e pela Paraíba”, concluiu.

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“Oposição não está parada e vai chegar forte em 2026”, afirma George Morais sobre cenário político na Paraíba

 O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado George Morais, afirmou nesta semana que o grupo oposicionista está se articulando ativamente e não depende de eventuais desentendimentos dentro da base do governo João Azevêdo (PSB) para construir um projeto competitivo para 2026.

Segundo George, a oposição observa sinais de desgaste e disputa interna no grupo governista, mas garante que não está apenas à espera de um “racha” para crescer. “Temos percebido movimentações que indicam desconfortos na base governista, com muita gente disputando poucos espaços. Mas nós não estamos parados, nem reféns de ninguém. A oposição está se movimentando”, declarou.

Ele citou como exemplo as agendas políticas dos principais nomes da oposição no interior do estado. “Neste fim de semana, Efraim Filho esteve em Campina Grande, eu estive em Solânea, Veneziano também tem viajado por toda a Paraíba. Estamos trabalhando com união, com harmonia e com um discurso coeso — diferente do que temos visto do outro lado”, destacou.

George também reforçou que a oposição está aberta para receber lideranças insatisfeitas com o tratamento dado na base aliada. “Estamos de portas abertas para dialogar com quem não se sentir confortável ou prestigiado dentro do governo. Queremos construir um projeto alternativo e viável para a Paraíba”, afirmou.

 

O parlamentar lembrou ainda o desempenho expressivo da oposição nas eleições de 2022, quando o grupo obteve mais de um milhão de votos. “Batemos na trave. Agora, com um ciclo municipal melhor estruturado e mais programado, vamos chegar fortes e competitivos em 2026”, concluiu.

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