ELEIÇÕES 2026 - PT da Paraíba quer sentar na mesma mesa que PSB, PP e Republicanos para definir candidato da situação

 O presidente do PT na Paraíba, Jackson Macedo, entende que a legenda deveria estar inserida nas discussões sobre as eleições estaduais na Paraíba. Como integrante da base do governador João Azevêdo, espera ser chamado. E não descarta um projeto independente, caso não queiram que a legenda tome parte.

“Isso não significa dizer que a gente quer participar da chapa. Mas, não se pode achar que meia dúzia, quatro pessoas, sentem juntos em uma mesa e discutam os rumos da Paraíba quando há outros partidos políticos. Isso é um pouco desrespeitoso”, destacou o dirigente em entrevista à CBN Paraíba, nesta segunda-feira (23).

Ele ressaltou: “Temos um compromisso grande com o governador João Azevêdo, com o projeto político que ele lidera e, inclusive, com a eleição dele para o Senado”. A candidatura de João está no radar do presidente Lula e do PSB nacional.

Jackson evita falar em “exclusão”, mas pelas declarações, demonstra o incômodo de acompanhar de fora cenários e chapas sendo montadas e desmontadas.

Disse achar cedo antecipar o debate de 2026, mas já que está na mesa, o PT teria o direito de participar. O fato é que esse debate sobre formação de chapa majoritária, hoje, só alcança o PSB, PP e Republicanos.

Mas, o partido, como já tratei deste tema em post anterior, precisa se reorganizar internamente e não será apenas Lula que fará o PT ser voz ativa no estado, já que tem andado dividido nas últimas eleições. Em 2024, elegeu apenas um prefeito e hoje conta com dois deputados estaduais. Falta peso político.

E em se tratando de entrar em um projeto independente – de lançar candidatura ao governo – quem seria o nome que o PT tem, hoje, competitivo, para entrar nessa disputa? A preço de hoje, nenhum.

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Ter filhos não garante companhia na velhice; muitos pais envelhecem no esquecimento

 Ter filhos é, para muitos, um sonho cheio de esperança. Imagina-se uma velhice cercada por risos, conversas e o calor de quem um dia cresceu sob os nossos cuidados. No entanto, a realidade nem sempre cumpre essa expectativa. Muitos pais e mães, que dedicaram a vida a criar, cuidar e amar, chegam à velhice com o silêncio como companhia.

A ausência de filhos na fase mais frágil da vida não é apenas física — é emocional, é o eco de um amor que não encontrou retorno. A cadeira vazia ao lado é mais do que um símbolo da ausência: é um grito contido, uma saudade não reconhecida. Não se trata de culpa, mas de consciência. A correria da vida adulta não pode apagar a memória de quem um dia nos guiou com mãos firmes e coração aberto.

Velhice não deveria rimar com esquecimento. Que possamos olhar para nossos pais não como obrigações, mas como laços vivos de nossa própria história. Antes que o tempo leve a chance de retribuir, que sejamos presença — porque o amor, quando é lembrado, também envelhece em paz.

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Senadora Daniella Ribeiro encerra mandato de um ciclo de muitas faces em busca de possível ascensão de Lucas ao governo da Paraíba

A senadora Daniella Ribeiro (PP) chega ao fim de um mandato com muitas faces e possível fim de um ciclo no Senado Federal. Tudo em nome do poder, ou seja, o desejo de seu filho ser governador da Paraíba.

Eleita senadora pela Paraíba em 2018, Daniella Ribeiro chegou ao Congresso com mais de 800 mil votos, parte deles vindos de um eleitorado conservador, evangélico e, sim, simpático ao bolsonarismo — ainda que ela nunca tenha se declarado abertamente como uma bolsonarista. Sua postura, naquele momento, foi discreta, quase calculada: evitou confrontos ideológicos diretos, mas também não rejeitou o apoio que vinha da direita paraibana.

Ao longo do mandato, porém, esse vínculo com a base conservadora foi, no mínimo, enfraquecido. Muitos dos que lhe deram o voto com expectativas de alinhamento ideológico passaram a vê-la como mais uma representante do jogo político tradicional, pragmático, centrado em interesses partidários e pessoais. A mudança para o PSD de Gilberto Kassab — partido sem identidade clara — e, mais recentemente, seu retorno ao PP após divergências internas, reforçaram essa percepção.

Agora, a senadora anuncia que não será candidata à reeleição em 2026, caso seu filho, Lucas Ribeiro (PP), dispute o governo da Paraíba. Segundo suas próprias palavras, não haveria espaço para dois da mesma família na chapa majoritária. Com isso, confirma, ainda que indiretamente, que seu ciclo no Senado foi passageiro — um único mandato, sem retorno.

A verdade é que Daniella Ribeiro optou por trilhar um caminho mais moderado e institucional, que acabou por distanciá-la, em certa medida, de parte significativa do eleitorado que a conduziu ao Senado. Entre eles, especialmente os evangélicos, que hoje representam uma força política relevante e crescente. Esse afastamento, embora talvez estratégico, foi sentido — e gerou questionamentos.

Ao fim, restará o nome, o mandato — e uma vaga aberta para 2026, que certamente será disputada com mais clareza de posições por aqueles que desejam representar de fato os valores que a senadora, por prudência ou conveniência, preferiu suavizar ao longo de sua trajetória.

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ELEIÇÕES 2026 - “Picuinha política”: Cícero Lucena critica polêmica sobre ausência de João Azevêdo e Lucas Ribeiro em coletiva

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), não gostou do questionamento da imprensa sobre a ausência do governador João Azevêdo (PSB)  e Lucas Ribeiro (PP) na coletiva ao retornar de Israel. Nos bastidores, a ausência de João chegou a ser interpretada como um sinal de esfriamento na relação política, mas Cícero refutou a tese e tratou a especulação como picuinha.

“Não foi solidário pra mim? Já tinha falado comigo, tanto eu lá como depois que cheguei. Então, eu acho que tem que se preocupar com outras coisas, não com esse tipo de picuinha”, afirmou.

Cícero ressaltou que o momento exige foco em ações concretas e responsabilidade administrativa. “Temos que nos preocupar com o que importa: trabalhar por João Pessoa e pela Paraíba”, concluiu.

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“Oposição não está parada e vai chegar forte em 2026”, afirma George Morais sobre cenário político na Paraíba

 O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado George Morais, afirmou nesta semana que o grupo oposicionista está se articulando ativamente e não depende de eventuais desentendimentos dentro da base do governo João Azevêdo (PSB) para construir um projeto competitivo para 2026.

Segundo George, a oposição observa sinais de desgaste e disputa interna no grupo governista, mas garante que não está apenas à espera de um “racha” para crescer. “Temos percebido movimentações que indicam desconfortos na base governista, com muita gente disputando poucos espaços. Mas nós não estamos parados, nem reféns de ninguém. A oposição está se movimentando”, declarou.

Ele citou como exemplo as agendas políticas dos principais nomes da oposição no interior do estado. “Neste fim de semana, Efraim Filho esteve em Campina Grande, eu estive em Solânea, Veneziano também tem viajado por toda a Paraíba. Estamos trabalhando com união, com harmonia e com um discurso coeso — diferente do que temos visto do outro lado”, destacou.

George também reforçou que a oposição está aberta para receber lideranças insatisfeitas com o tratamento dado na base aliada. “Estamos de portas abertas para dialogar com quem não se sentir confortável ou prestigiado dentro do governo. Queremos construir um projeto alternativo e viável para a Paraíba”, afirmou.

 

O parlamentar lembrou ainda o desempenho expressivo da oposição nas eleições de 2022, quando o grupo obteve mais de um milhão de votos. “Batemos na trave. Agora, com um ciclo municipal melhor estruturado e mais programado, vamos chegar fortes e competitivos em 2026”, concluiu.

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João Azevêdo rebate boatos da oposição e garante unidade da base governista para 2026: “Vão arrumar o que fazer”

 O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), mandou um recado direto à oposição, ao rebater as especulações de que há um racha em sua base aliada com vistas à sucessão estadual de 2026. Em tom firme, Azevêdo ironizou os rumores e desqualificou as narrativas de desunião.

“Vão arrumar outra coisa para fazer, rapaz”, declarou o governador em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM.

A reação do chefe do Executivo estadual ocorre após parlamentares e lideranças da oposição intensificarem a retórica de que há divisões internas entre os partidos que compõem o bloco governista. O movimento ganhou mais repercussão com as declarações do ex-senador Cássio Cunha Lima (PSD) e logo em seguida, o seu filho, o presidente estadual do PSD na Paraíba e ex-deputado federal, Pedro Cunha Lim, que “abriu as portas” da oposição para o prefeito de João PessoaCícero Lucena (PP), um dos nomes fortes cotados para a disputa ao Governo da Paraíba.

Sem se alongar sobre as insinuações da oposição, Azevêdo preferiu enfatizar o foco da base aliada na construção de um projeto comum e garantiu que a definição da chapa majoritária para 2026 está próxima. Segundo ele, o anúncio será feito quando houver alinhamento completo entre os partidos que integram o grupo. “Essa definição da chapa deve sair logo. A gente vai fazer o anúncio em breve, assim que todos os parceiros estiverem alinhados”, afirmou.

Senado no radar e liderança preservada

 

Durante a entrevista, João Azevêdo também confirmou mais uma vez que pretende disputar uma vaga no Senado em 2026. Com a reeleição ao governo estadual vetada pela Constituição, o governador quer usar seu capital político para manter influência sobre o processo sucessório e a manutenção de seu legado administrativo.

A liderança de Azevêdo na construção da chapa é reconhecida por aliados, apesar da movimentação de nomes fortes dentro da base, como o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), o prefeito Cícero Lucena, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB)Adriano Galdino (Republicanos).

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Lucas Ribeiro diz que chapa para 2026 ainda não está fechada, mas admite: “Martelo está perto de ser batido”

 Em declaração dada nesta quinta-feira (12), o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), negou que a formação da chapa majoritária para as eleições de 2026 já esteja definida, mas reconheceu que as conversas com os aliados estão avançadas e que o anúncio oficial pode acontecer em breve.

“Sim, acredito que sim, a gente tem dialogado, conversado constantemente com os partidos aliados, com aqueles que têm contribuído para uma Paraíba tão em crescimento como nós estamos vendo. Portanto, essas conversas têm acontecido de forma natural, tranquila”, afirmou Lucas, demonstrando confiança na coesão da base governista.

A fala do vice-governador ocorre em meio ao aumento das especulações sobre os nomes que irão compor a chapa que representará o grupo político do governador João Azevêdo (PSB) na sucessão estadual. Lucas é considerado um dos cotados para encabeçar a candidatura ao governo.

Aliado direto de Azevêdo e um dos principais nomes do Progressistas na Paraíba, Lucas Ribeiro tem intensificado sua agenda institucional e política, fortalecendo sua presença em eventos e debates sobre o futuro do estado. Apesar de adotar um tom cauteloso, sua declaração deixa claro que o processo de definição está em fase final.

 

O clima entre os aliados é de construção conjunta, sem rupturas ou disputas públicas, o que tem sido ressaltado por outras lideranças do governo nos últimos dias.

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Rixa de Hugo Motta com Veneziano trava federação entre Republicanos e MDB

  As negociações para a formação de uma federação entre MDB e Republicanos seguem travadas por divergências regionais, com destaque para o impasse na Paraíba. O principal entrave envolve o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), aliado do governador João Azevêdo (PSB), e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que faz oposição ao governo estadual desde que rompeu com Azevêdo às vésperas das eleições de 2022.

A disputa paraibana tem sido um dos pontos sensíveis nas tratativas entre os presidentes nacionais dos dois partidos, Baleia Rossi (MDB) e Marcos Pereira (Republicanos), que devem se reunir nas próximas semanas para tentar superar as resistências e viabilizar a federação em âmbito nacional.

Outros pontos de divergências regionais estão na Bahia e Roraima, de acordo com matéria do Metrópoles.

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Cícero Lucena mantém nome para 2026 e descarta indicação de Mersinho na majoritária

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), reafirmou, nesta segunda-feira (26), que seguirá com sua agenda de articulações políticas por diversas cidades da Paraíba, em meio à expectativa de uma possível candidatura ao governo do estado em 2026. Em entrevista, o gestor adotou um tom conciliador, defendendo o diálogo interno dentro do Progressistas, mas destacou que seu nome permanece como a principal opção do partido para liderar a chapa majoritária.

“Não é uma questão de nome, é uma questão de dar continuidade a esse governo. E quem vai decidir, no meu entender verdadeiramente, vai ser a população,” afirmou Cícero, referindo-se à sucessão do atual governador João Azevêdo (PSB), de quem é aliado.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de abrir mão da cabeça de chapa em favor do deputado federal Mersinho Lucena (PP), seu filho, o prefeito foi categórico:
“Não vou indicar o nome de Mersinho para a chapa, já que o meu está sendo colocado na mesa, não seria justo.”

Nos bastidores, Cícero tem reforçado sua presença no interior do estado, numa estratégia que alia sua gestão municipal à projeção estadual, mostrando que sua pré-candidatura é um movimento concreto e decidido.

Sobre sua disposição em participar da disputa majoritária, ele comentou:
“Sempre me coloquei à disposição para ajudar no processo, principalmente para dar continuidade a esse modelo de gestão que está fazendo tão bem à Paraíba. Disponibilizo minha experiência e minha formação de municipalista para apoiar os municípios, que precisam ser fortalecidos para oferecer melhor atendimento à população.”

 

Cícero também falou sobre sua aceitação dentro do estado e como pretende consolidar sua posição dentro do Progressistas: “A política é feita com diálogo. Vamos buscar aquele que melhor possa contribuir para dar continuidade ao governo. Não é uma questão de nome, mas de seguir com o projeto. A decisão, no meu entender, será da população.”, emendou.

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Pedro Cunha Lima elogia o governador Tarcísio e acena para bloco bolsonarista de olho em 2026

 O presidente estadual do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima, publicou no domingo (25) uma foto ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em suas redes sociais e classificou o gestor de “um dos melhores políticos do Brasil”, reforçando os elogios que já vem fazendo ao governador nos últimos meses.

A publicação ocorre em meio às movimentações nacionais rumo à disputa presidencial de 2026. Tarcísio de Freitas é apontado como um dos nomes mais fortes do campo bolsonarista para a sucessão do presidente Lula (PT), especialmente se optar por deixar o governo paulista antes do fim do mandato.

Pedro Cunha Lima, que foi candidato ao governo da Paraíba em 2022, evitou se posicionar no cenário nacional naquele pleito. Não declarou apoio a Lula nem a Jair Bolsonaro, o que gerou críticas de aliados e alimentou tensões internas. No segundo turno da disputa estadual, no entanto, Pedro recebeu apoio de parlamentares alinhados ao bolsonarismo, como Cabo Gilberto Silva e Walber Virgolino.

A neutralidade de Pedro em 2022 também foi alvo de críticas de Nilvan Ferreira, então no PL e terceiro colocado na eleição estadual, que alegou ter adotado postura semelhante por causa da falta de definição do candidato do PSD. Desde então, Pedro e Nilvan têm trocado farpas publicamente.

Caso Tarcísio confirme candidatura à Presidência, é esperado que conte com o apoio do PSD, presidido nacionalmente por Gilberto Kassab, além do Progressistas de Ciro Nogueira e, possivelmente, do PL — embora Jair Bolsonaro defenda que o candidato do grupo saia de seu próprio partido.

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