João Azevêdo rebate boatos da oposição e garante unidade da base governista para 2026: “Vão arrumar o que fazer”

 O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), mandou um recado direto à oposição, ao rebater as especulações de que há um racha em sua base aliada com vistas à sucessão estadual de 2026. Em tom firme, Azevêdo ironizou os rumores e desqualificou as narrativas de desunião.

“Vão arrumar outra coisa para fazer, rapaz”, declarou o governador em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM.

A reação do chefe do Executivo estadual ocorre após parlamentares e lideranças da oposição intensificarem a retórica de que há divisões internas entre os partidos que compõem o bloco governista. O movimento ganhou mais repercussão com as declarações do ex-senador Cássio Cunha Lima (PSD) e logo em seguida, o seu filho, o presidente estadual do PSD na Paraíba e ex-deputado federal, Pedro Cunha Lim, que “abriu as portas” da oposição para o prefeito de João PessoaCícero Lucena (PP), um dos nomes fortes cotados para a disputa ao Governo da Paraíba.

Sem se alongar sobre as insinuações da oposição, Azevêdo preferiu enfatizar o foco da base aliada na construção de um projeto comum e garantiu que a definição da chapa majoritária para 2026 está próxima. Segundo ele, o anúncio será feito quando houver alinhamento completo entre os partidos que integram o grupo. “Essa definição da chapa deve sair logo. A gente vai fazer o anúncio em breve, assim que todos os parceiros estiverem alinhados”, afirmou.

Senado no radar e liderança preservada

 

Durante a entrevista, João Azevêdo também confirmou mais uma vez que pretende disputar uma vaga no Senado em 2026. Com a reeleição ao governo estadual vetada pela Constituição, o governador quer usar seu capital político para manter influência sobre o processo sucessório e a manutenção de seu legado administrativo.

A liderança de Azevêdo na construção da chapa é reconhecida por aliados, apesar da movimentação de nomes fortes dentro da base, como o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), o prefeito Cícero Lucena, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB)Adriano Galdino (Republicanos).

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Lucas Ribeiro diz que chapa para 2026 ainda não está fechada, mas admite: “Martelo está perto de ser batido”

 Em declaração dada nesta quinta-feira (12), o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), negou que a formação da chapa majoritária para as eleições de 2026 já esteja definida, mas reconheceu que as conversas com os aliados estão avançadas e que o anúncio oficial pode acontecer em breve.

“Sim, acredito que sim, a gente tem dialogado, conversado constantemente com os partidos aliados, com aqueles que têm contribuído para uma Paraíba tão em crescimento como nós estamos vendo. Portanto, essas conversas têm acontecido de forma natural, tranquila”, afirmou Lucas, demonstrando confiança na coesão da base governista.

A fala do vice-governador ocorre em meio ao aumento das especulações sobre os nomes que irão compor a chapa que representará o grupo político do governador João Azevêdo (PSB) na sucessão estadual. Lucas é considerado um dos cotados para encabeçar a candidatura ao governo.

Aliado direto de Azevêdo e um dos principais nomes do Progressistas na Paraíba, Lucas Ribeiro tem intensificado sua agenda institucional e política, fortalecendo sua presença em eventos e debates sobre o futuro do estado. Apesar de adotar um tom cauteloso, sua declaração deixa claro que o processo de definição está em fase final.

 

O clima entre os aliados é de construção conjunta, sem rupturas ou disputas públicas, o que tem sido ressaltado por outras lideranças do governo nos últimos dias.

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Rixa de Hugo Motta com Veneziano trava federação entre Republicanos e MDB

  As negociações para a formação de uma federação entre MDB e Republicanos seguem travadas por divergências regionais, com destaque para o impasse na Paraíba. O principal entrave envolve o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), aliado do governador João Azevêdo (PSB), e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que faz oposição ao governo estadual desde que rompeu com Azevêdo às vésperas das eleições de 2022.

A disputa paraibana tem sido um dos pontos sensíveis nas tratativas entre os presidentes nacionais dos dois partidos, Baleia Rossi (MDB) e Marcos Pereira (Republicanos), que devem se reunir nas próximas semanas para tentar superar as resistências e viabilizar a federação em âmbito nacional.

Outros pontos de divergências regionais estão na Bahia e Roraima, de acordo com matéria do Metrópoles.

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Cícero Lucena mantém nome para 2026 e descarta indicação de Mersinho na majoritária

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), reafirmou, nesta segunda-feira (26), que seguirá com sua agenda de articulações políticas por diversas cidades da Paraíba, em meio à expectativa de uma possível candidatura ao governo do estado em 2026. Em entrevista, o gestor adotou um tom conciliador, defendendo o diálogo interno dentro do Progressistas, mas destacou que seu nome permanece como a principal opção do partido para liderar a chapa majoritária.

“Não é uma questão de nome, é uma questão de dar continuidade a esse governo. E quem vai decidir, no meu entender verdadeiramente, vai ser a população,” afirmou Cícero, referindo-se à sucessão do atual governador João Azevêdo (PSB), de quem é aliado.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de abrir mão da cabeça de chapa em favor do deputado federal Mersinho Lucena (PP), seu filho, o prefeito foi categórico:
“Não vou indicar o nome de Mersinho para a chapa, já que o meu está sendo colocado na mesa, não seria justo.”

Nos bastidores, Cícero tem reforçado sua presença no interior do estado, numa estratégia que alia sua gestão municipal à projeção estadual, mostrando que sua pré-candidatura é um movimento concreto e decidido.

Sobre sua disposição em participar da disputa majoritária, ele comentou:
“Sempre me coloquei à disposição para ajudar no processo, principalmente para dar continuidade a esse modelo de gestão que está fazendo tão bem à Paraíba. Disponibilizo minha experiência e minha formação de municipalista para apoiar os municípios, que precisam ser fortalecidos para oferecer melhor atendimento à população.”

 

Cícero também falou sobre sua aceitação dentro do estado e como pretende consolidar sua posição dentro do Progressistas: “A política é feita com diálogo. Vamos buscar aquele que melhor possa contribuir para dar continuidade ao governo. Não é uma questão de nome, mas de seguir com o projeto. A decisão, no meu entender, será da população.”, emendou.

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Pedro Cunha Lima elogia o governador Tarcísio e acena para bloco bolsonarista de olho em 2026

 O presidente estadual do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima, publicou no domingo (25) uma foto ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em suas redes sociais e classificou o gestor de “um dos melhores políticos do Brasil”, reforçando os elogios que já vem fazendo ao governador nos últimos meses.

A publicação ocorre em meio às movimentações nacionais rumo à disputa presidencial de 2026. Tarcísio de Freitas é apontado como um dos nomes mais fortes do campo bolsonarista para a sucessão do presidente Lula (PT), especialmente se optar por deixar o governo paulista antes do fim do mandato.

Pedro Cunha Lima, que foi candidato ao governo da Paraíba em 2022, evitou se posicionar no cenário nacional naquele pleito. Não declarou apoio a Lula nem a Jair Bolsonaro, o que gerou críticas de aliados e alimentou tensões internas. No segundo turno da disputa estadual, no entanto, Pedro recebeu apoio de parlamentares alinhados ao bolsonarismo, como Cabo Gilberto Silva e Walber Virgolino.

A neutralidade de Pedro em 2022 também foi alvo de críticas de Nilvan Ferreira, então no PL e terceiro colocado na eleição estadual, que alegou ter adotado postura semelhante por causa da falta de definição do candidato do PSD. Desde então, Pedro e Nilvan têm trocado farpas publicamente.

Caso Tarcísio confirme candidatura à Presidência, é esperado que conte com o apoio do PSD, presidido nacionalmente por Gilberto Kassab, além do Progressistas de Ciro Nogueira e, possivelmente, do PL — embora Jair Bolsonaro defenda que o candidato do grupo saia de seu próprio partido.

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II Encontro Paraibano de Câmaras Municipais já tem mais de 650 inscritos

 Mais de 650 pessoas, de 133 municípios paraibanos, já se inscreveram para participar do II Encontro Paraibano de Câmaras Municipais. O evento, que tem o objetivo de compartilhar experiências e buscar soluções conjuntas para melhorar o funcionamento das Casas Legislativas, acontece de 28 a 30 de maio, no Pavilhão de Congressos do Centro de Convenções de João Pessoa. As inscrições podem ser feitas no site da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), promotora do encontro, através do link (https://joaopessoa.pb.leg.br/encontro-de-vereadores/inscricoes/).

“A expectativa é de que presidentes de câmaras da Paraíba, além de vereadores e assessores, participem do evento. A presença de cada um dos parlamentares e assessores é essencial para a construção de um Legislativo forte, eficiente e afinado com os anseios da população”, destacou Dinho Dowsley (PSD), presidente da CMJP.

Para Dinho, o encontro servirá como um momento para responder questionamentos comuns sobre como legislar com eficiência, interagir melhor com o cidadão, além de fiscalizar o Executivo e manter a gestão da Câmara Municipal em patamares de excelência.

Programação

Com o tema “Inteligência Artificial, Governança e Conexão Cidadã nas Câmaras 4.0”, o encontro já tem confirmadas as presenças dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil); do ministro Weder de Oliveira, do Tribunal de Contas da União (TCU); do conselheiro Fábio Nogueira, presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TEC-PB) do governador da Paraíba, João Azevêdo, e do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena.

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Efraim Filho critica articulação do Governo da Paraíba e prevê saída do Republicanos da base

 O senador Efraim Filho (União Brasil) fez críticas à articulação política do Governo da Paraíba em relação à composição da chapa majoritária para as eleições de 2026. Em entrevista,  o parlamentar avaliou que o Republicanos pode acabar deixando a base aliada para integrar o grupo de oposição.

Efraim destacou que há um impasse envolvendo cinco forças políticas para apenas quatro vagas na chapa majoritária, o que, segundo ele, revela a dificuldade do governo em acomodar seus aliados. “Estamos falando de uma vaga para João Azevêdo (PSB), uma para Cícero Lucena (PP), uma para o grupo Ribeiro, uma para Hugo Motta e outra para Adriano Galdino — os dois últimos do Republicanos. O governo não tem como oferecer duas vagas ao Republicanos. Essa conta não fecha”, argumentou.

Segundo o senador, a insatisfação de aliados pode abrir espaço para uma reconfiguração política na Paraíba, com a formação de um novo bloco oposicionista. “Desde dezembro venho antecipando essa dificuldade de composição. Acredito que essa situação vai resultar em uma nova ordem política. Podemos unir os insatisfeitos com os que já fazem oposição e construir um caminho vitorioso para 2026, com um projeto que comporte todos”, afirmou.

 

Efraim se descreveu como um “bom jogador de xadrez” político, afirmando que enxerga movimentos estratégicos com antecedência. Ele ainda sugeriu que o nome escolhido para liderar esse novo grupo será aquele que melhor representar esse consenso.

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Lula volta de giro internacional pressionado por crise do INSS e atritos internos

 De volta de viagens internacionais, o presidente Lula (PT) tem pela frente a administração da crise interna causada pelo escândalo dos descontos ilegais em aposentadorias e pensões no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com a possível instalação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) no Congresso, tudo isso em meio a atritos internos entre ministros e dentro de sua instável base de apoio.

 
Os novos focos de desgaste acontecem num momento em que o governo trabalhava para reverter a queda de popularidade da gestão. Os dois episódios foram amplamente usados pela oposição para atacar o Executivo e, segundo pesquisas internas, neutralizaram o esforço de recuperação da avaliação do presidente.
 
A viagem à China ficou marcada pelo vazamento de uma conversa que o petista e a primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, tiveram com o líder chinês, Xi Jinping, sobre a rede social TikTok.
 
Embora Lula tenha negado desconforto com as autoridades de Pequim, o episódio expôs o governo, com acusações sobre quem foi o responsável pela divulgação à imprensa, e irritou o presidente da República, que publicamente criticou o ocorrido.
 
Como a coluna Mônica Bergamo informou, o petista fez questão de deixar claro aos ministros que viajaram que estava contrariado e inconformado com o vazamento da conversa.
 
De acordo com dois integrantes da comitiva, Lula, inclusive, proibiu que qualquer autoridade que viajava com ele de volta ao Brasil descesse do avião em parada na Rússia -o que foi interpretado como uma tentativa do presidente de impedir novos vazamentos, explicitando o clima de desconfiança entre os integrantes do governo.
 
Além disso, segundo relatos, o ministro Rui Costa (Casa Civil), apontado como principal suspeito de vazar a conversa, queixou-se a interlocutores durante o voo. De acordo com dois integrantes da comitiva, afirmou que não precisa se preocupar somente com seus adversários políticos, mas também com os próprios aliados.
 
Na véspera do retorno ao Brasil, aliados do presidente da República diziam esperar de Lula uma postura ativa para conter os atritos entre integrantes de seu governo e evitar que esses conflitos gerassem novos desgastes à imagem de sua gestão.
 
Além do clima de disputas internas relacionadas ao episódio do vazamento, recentemente Rui Costa expôs publicamente divergências com o ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius de Carvalho, sobre o escândalo do INSS.
 
Sob pressão no Palácio do Planalto, o chefe da CGU defendeu seus procedimentos, listando reuniões ocorridas ao longo do processo, mas não rebateu diretamente as críticas do colega da Casa Civil.
 
“Vivemos um momento em que algumas informações são tratadas de forma inadequada para gerar desinformação. É prejudicial”, disse. “O presidente Lula nos orienta a não tergiversar em relação ao combate às fraudes. 
 
 
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Bolsonaro diz que ‘vai morrer na cadeia’ se for condenado por tentativa de golpe

 O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta sexta-feira, 16, que vai “morrer na cadeia” se for condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.

“Eu, com 40 anos de cadeia no lombo, não tenho recurso para lugar nenhum, eu vou morrer na cadeia. Qual crime? Crime impossível, golpe da Disney. Junto com o Pateta, com a Minnie e com o Pato Donald, que eu estava lá em Orlando, programou esse golpe aí”, afirmou em entrevista ao canal no YouTube AuriVerde Brasil.

O ex-presidente fez referência ao fato de estar em Orlando, sede de parques da Disney, nos Estados Unidos, no dia 8 de janeiro de 2023, quando os prédios públicos foram depredados em Brasília.

Durante o julgamento que o tornou réu em 26 de março, os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino destacaram que a presença física na capital federal na ocasião não seria obrigatória para a responsabilização no caso.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outras sete pessoas acusadas de formar o “núcleo crucial” do plano de golpe. A votação foi unânime.

Os réus são acusados de cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. As penas em caso de condenação podem chegar a 43 anos de prisão.

“Está previsto 40 anos de cadeia. Me prendam. Estou com 70 já, quase morri em uma cirurgia. Vou morrer, não vai demorar”, disse Bolsonaro.

O ex-presidente também voltou a alegar que é alvo de perseguição por parte do que chama de “sistema”, que, segundo ele, busca impedir sua candidatura em 2026.

Na entrevista, Bolsonaro mencionou ainda a condenação pelo STF da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), classificando a decisão como “sem cabimento”.

Segundo ele, os casos de Zambelli e do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), também réu pela trama golpista, são ativismo judicial. “Eu não sei até quando vou resistir”, afirmou.

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Cícero Lucena rebate tese de candidatura natural e defende escolha com base na vontade popular

 O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), reagiu nesta sexta-feira (9) à ideia de que o vice-governador  Lucas Ribeiro (PP) seria o sucessor “natural” do governador João Azevêdo (PSB), caso este se afaste do cargo para disputar as eleições de 2026.

Durante entrevista, Lucena foi direto: “Não são as questões naturais que elegem, quem elege é o povo, é a vontade do eleitor”.

A declaração foi uma resposta indireta ao deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), que recentemente defendeu a candidatura de Lucas como uma continuidade automática, caso o vice assuma o governo.

Para Cícero, a escolha do candidato da base aliada deve ser feita com responsabilidade e “bom senso”, privilegiando quem tiver reais condições de vitória. “Lucas é um jovem preparado, com experiência e qualidades pessoais, mas estamos falando de política, e quem decide é o povo”, afirmou.

O prefeito ainda destacou que não está preocupado com nomes, mas sim com quem representa os anseios da população. “Pode ser Lucas, pode ser eu, Hugo, Adriano Galdino ou qualquer outro. O importante é saber o que o povo quer”, completou.

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