‘Acorda Bolsonaro, acorda idiota’: José Nêumanne Pinto condena demissão de Mandetta e não pouca críticas ao presidente – VEJA VÍDEO

 José Nêumanne Pinto não poupou críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por sua decisão de demitir o então ministro da saúde Mandetta. Ele chamou o presidente de “idiota” e mandou ele “acordar”.

“O presidente Jair Bolsonaro foi proibido pelo STF, em votação unânime, de impedir decisões de isolamento social decretada por governadores estaduais e prefeitos municipais. Ainda assim, manteve o mesmo trololó negando a ciência adotado pelo resto do mundo e demitiu Luiz Henrique Mandetta do Ministério Saúde, mentindo covardemente sobre ter sido esta uma decisão compartilhada com o demitido, na hora mais imprópria, à véspera do pico da curva de contágio e mortes da pandemia,” destacou.

confira na integra

 

 

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88 e José Nêumanne Pinto

 

Lúcio Cardim, o cantor -compositor atormentado por Lupicínio Rodrigues

Dom Cardoso

Lúcio Cardim, um cantor paulista nascido em Santos, no ano de 1932, tinha dois desgostos na vida: o primeiro era o de ter alcançado o sucesso somente aos 32 anos; e o segundo é que este mesmo sucesso – Matriz e Filial, eternizado na voz de Jamelão, a partir de 1964 e de Simone, na década de 1970-, era atribuído ao compositor Lupicínio Rodrigues. Por isso, Cardim, que morreu, quando sua música tipo dor de cotovelo começou a subir os degraus da preferência popular, dizia, nas rodas de amigos, que ganhava mais dinheiro com apostas do que com direitos autorais

  Verdade. Ao compor Matriz e Filial, Cardim começou a copiar o estilo de Lupicínio Rodrigues que, em 1932, já era uma legenda no mundo musical. Esta semelhança composicional levava Cardim a reunir amigos endinheirados em cassinos, bares e buates e a perguntar-lhes se alguém sabia quem era o autor do samba-canção Matriz e Filial. Quando ninguém citava o nome dele, Cardim ensaiava um sorriso matreiro, distribuía os cartões de apostas e lançava um desafio: “Não é”, respondia. “Todos vocês estão errados”. Depois, exibia a contracapa do disco e uma certidão da gravadora, provando que ele era o autor do samba, e recolhia as apostas. El Confessava que, com essas apostas, ganhava uma nota.

 Hoje em dia, qual é o boêmio, apaixonado ou freqüentador de cabarés que não conhece esta canção, admirada por todos os amantes brasileiros? Este samba-canção, muito divulgado pela grande mídia, não emprestou sua popularidade ao autor, que teve vida e carreira, perseguidas pela necessidade financeira.. Paralelamente, fez composições de grande sucesso, interpretadas por Cauby Peixoto, Ângela Maria, Jamelão, Simone e outros. Começou a compor aos 16 anos.

    Em 1964, mesmo com o público sempre atribuindo Matriz e Filial e outras composições do santista à caneta de Lupicínio, Cardim, incorporou-a a seu repertório oficial e nunca deixou de interpretá-la em seus shows. Morreu em 1982, em São Paulo, a cidade que amava e onde nasceu e viveu. Era incansável em esclarecer: “Fui eu quem fiz a composição de “Matriz e Filial. Atribuí-la aLupicínio é apenas um equívoco”.

      A confusão que o público fazia, em atribuir Matriz e Filial a Lupicínio Rodrigues, apoiava-se na linha melódica em ritmo de bolero, sempre associada ao clima de “inferninho”, e o tratamento dramático do tema paixão-rivalidade-arrependimento. A composição ainda seria (propositalmente?) lançada por Jamelão, o intérprete preferido de Lupicínio: “Quem sou eu / pra ter direitos exclusivos sobre ela / se eu não posso sustentar / os sonhos dela / se nada tenho e cada um vale / o que tem…

   Mas, quis a história, que o autor desses versos é e sempre foi o santista Lúcio Cardim, personagem da noite, como Lupicínio, e que integrou, em sua época, um restrito grupo de compositores paulistas, reconhecidos e gravados em outros estados. As reflexões e tiradas surpreendentes dos ambientes de cabarés, dominantes na obra de Cardim, podem ser apreciadas em “Matriz e Filial,” que ele chegou a gravar, juntamente com outras composições de sua autoria, como “Etâ, dor de cotovelo”, um LP (o único em toda a sua carreira) intitulado Obra-prima, que estourou nas paradas de sucesso, em 1978.

   Até a grande mídia fazia essa confusão e citava que a canção foi feita por Lupicínio, que gostava de abordar temas de paixões desenfredas e suplicantes em suas músicas. Matriz e Filial, por exemplo, trata de um a mulher muito amada por um admirador pobre, mas que o trocava por outro, bastando que o amante eventual, tivesse mais dinheiro. Mesmo assim, o pobretão a aceitava de volta, quando o endinheirado perdia o interesse pela mulher fatal..
   O cantor/compositor Lúcio Cardim deixou 250 composições, 90 delas gravadas nas mais importantes vozes da época, como as de Jamelão, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Altemar Dutra, Nora Ney, Lupicínio Rodrigues, Nelson Gonçalves, Chitãozinho e Chororó, Dupla Ouro e Prata, Wilson Miranda, Maria Bethânia, Marta Mendonça e Simone, sem falar de outros intérpretes que passaram em sua vida..
  Originalmente interpretado por Jamelão e cantado pelo próprio letrista e cantor Lúcio Cardim, Matriz e Filial encabeçou o rol de outras composições boêmias e dores de cotovelo, que competiam, propositalmente,  com as gravações de Lupicínio Rodrigues. Isto deixava transparecer uma hábil manobra publicitária da Odeon, tanto para promover Lupicínio – que era dietor da empresa e seu nome estava em declino –quanto Cardim, que também gravava no mesmo selo?

   Ao fazer shows por países sul-americanos demonstrou simpatia especial pelas guarânias paraguaias, ele mesmo gravando algumas em castelhano, para demonstrar ao público-fã sua intimidade com o ritmo e o idioma dos países fronteiriços com o Brasil.Quando passou a cantar na noite, por insistência do padrasto empregou–se no cais do porto. Teve algumas composições gravadas em 1959. Nesse ano, Oscar Ferreira gravou na Odeon o samba-canção “A voz da razão”, com Alberto Roy.

   Em 1960, teve gravadas as guarânias “Teu amor é minha vida”, parceria com Alberto Roy, por Wison Miranda, e “Você no meu pensamento”, parceria com Mário Zan, por Valdemar Roberto, ambas na Chantecler. Em 1961, o cantor Renato Guimarães gravou a guarânia “Teus Olhinhos” e, no ano seguinte, o samba canção “Deus perdoa”. Ainda em 1961 teve o samba canção  “Juízo final”, gravado por Antônio Martins e o bolero “Sigas sorrindo”, em parceria com Paulo Augusto, gravado por José Lopes.

    Nesse mesmo ano, a guarânia “Conflitos Emocionais”, foi gravada pelo cantor Mário Augusto. . Em 1962, a guarânia “A Borboleta E A Flor”, com Melo Nunes, foi lançada na Continental pelo artista Luis Leão, enquanto o samba canção “Deus Perdoa” foi lançado na Chantecler por Renato Guimarães. Em 1963, o cantor José Haroldo gravou os boleros “Pergunte a Deus”, da parceria dos dois, com declamação de Muybo Cury, e Olavo Ferreira e gravou a guarânia “Tua felicidade” e o bolero “Quem perde ganha”, parcerias com Edson Nenartavis. 

José Cardoso

Advogado e Escritor

 

ABRIL É O MÊS DE FELICIDADE DA FAMÍLIA ROBERTO - Parabéns Rivaneide! Que tenha sempre 1001 Notícias de Felicidades com DEUS no comando sempre..

O mês de abril é mais de que especial e de felicidades para família Roberto. Todo começa no dia 6 de abril quando aniversaria o filho caçula de José Roberto Gomes e Ildauza Gomes de Souza (in memoriam) que leva o nome de nosso pai José Roberto Gomes Filho para os mais próximos e da família (Nenem). Em seguida é a vez de seu filho Luan Roberto que faz aniversário no dia 8 de abril, mais uma data marcante para família Roberto.

Hoje, dia 10 de abril é a vez de Maria Roberta Gomes (Rivaneide) a segunda das 3 mulheres da família. Pessoa de fino trato que agrada a todos pela sua simplicidade, apesar das dificuldades que a vida nos proporciona, mais de um coração generoso que traz em seu DNA a bondade de mamãe (Dauzinha), sem falar na preocupação com os irmãos e sobrinhos da família.

No próximo dia 28 de abril será a vez de Maria Roberta Souza, a caçula das mulheres, que tem em vida uma missão de cuidar das suas 2 irmãs que hoje são deficientes visuais e tem em Roberta o seu porto seguro. Tudo no tempo de DEUS.

Apesar de tudo, somos felizes por ter uma família determinada e com esperança de dias melhores, cada um seu quadrado, como se fala nos dias atuais, mais sem perder a coragem de fazer o melhor, cada um por si e DEUS por todos.

Hoje, mesmo sem festa, devido ao “Coronavírus”, não poderia deixar de homenagear a todos os aniversariantes do mês de abril da família Roberto em especial Rivaneide. Que DEUS lhe dê muitos anos de vida, saúde com 1001 Notícias de felicidades...

O sangue que corre nas minhas veias é o mesmo que o seu e nada me deixa mais feliz do que isso. Você é a irmã mais linda que existe, mais forte e inspiradora. Tenha um aniversário maravilhoso, querida!

Feliz aniversário, minha irmã! Eu gosto muito de você e nunca vou esquecer todas as coisas que você me proporcionou. Todo mundo deveria ter uma irmã tão maravilhosa como você.

Você foi sempre muito minha amiga, sempre cuidou de mim de forma muito particular. É por essas coisas que você é, além de minha irmã, minha grande amiga. Feliz aniversário!

Você sempre me escutou, me ajudou e fez do seu apoio minha grande arma contra a tristeza ou o fracasso. Feliz aniversário, querida irmã!

Em meu nome Roberto Notícia, Marineide, Carlos Roberto, José Roberto Filho (Nenem) e Roberta Souza te desejamos que DEUS lhe dê muitos anos de vida com saúde para enfrentar os desafios da vida.

A Palavra é “Gratidão”.

DEUS no comando sempre...

Roberto Notícia

 

 

Pior não é melhor

 Abaixo, reproduzo artigo em que o jornalista Walter Galvão responde a Ricardo Coutinho.


Ricardo Coutinho realizou um evento de mídia para detonar o Governo do Estado. Foi triste. Um equívoco embalado num engano a serviço do caos no meio da tragédia da pandemia.

O ex-governador não considerou o estresse causado pelo crash sanitário que tira o sono das pessoas, infelicita profissionais, aprisiona famílias, paralisa a economia. Estresse frente ao crash que produz cadáveres. De entes queridos. Pais, irmãs, filhos...
As pessoas estão com medo. As pessoas estão tremendo de medo. Da infecção. As pessoas estão morrendo infectadas pelo coronavírus.

Nos meios de comunicação, as mensagens se multiplicam. Pedidos de calma. Ases da psicologia estão online a serviço de quem precisa de massagem psicológica.

O Papa pediu calma. A monja Coen também.
Ricardo preferiu transitar na  contramão. Investiu no medo. Tocou o terror a partir do território pantanoso do Facebook. Forno de fake news.
Disse que nada está sendo feito na Paraíba. Que o Estado está paralisado. Acusou o Governo de não ter um plano estratégico para enfrentar a pandemia.
Afirmou que o que foi feito está errado, o que foi pensado não presta, o praticado até agora de nada valeu. Aumentou o estresse. Reforçou o medo Atiçou o pânico.
Ricardo está errado. Por muitas razões.
É preciso lembrar. Foi o Governo da Paraíba o primeiro no País a tomar uma medida de largo espectro para o enfrentamento da crise sanitária.
Antes de qualquer caso de contaminação no Estado, quando ainda não havia o que está acontecendo, João Azevedo anunciou: contratação de mais de duas mil e quinhentas pessoas para fortalecer o sistema de saúde na Paraíba.
Bingo. Ao mesmo tempo estabeleceu dinheiro novo na economia, sinalizou com geração de empregos, providenciou proteção para a população, garantiu apoio a profissionais que estão na linha de frente do combate ao vírus, antecipou com estratégia inteligente a defesa da vida e a defesa da economia. Foi pouco? Não acho.

Além disso, teve mais. Muita coisa. Quase duas dezenas de medidas. Compra de insumos. Máscaras, respiradores, coisas que ainda não chegaram, mas chegarão, se Trump não roubar no meio do caminho, os testes rápidos chegaram. O hospital de campanha foi providenciado.
Teve o pacote econômico. Milhões para a sustentabilidade do ambiente de negócios. Edital para garantir renda à cultura. O Governo instituiu, persistiu, manteve o isolamento social. O pessoal da Saúde foi convocado, exército indispensável, para operar permanentemente.
Um pessoal que sabe o que faz. E Ricardo sabe bem disso, sabe quem sabe fazer saúde, equipes altamente qualificadas e que estão agindo, trabalhando sem descanso, planejando, clinicando, se expondo ao risco. O ex-governador nem lembrou que boa parte desse pessoal trabalhou com ele. Preferiu ignorar competências, desconhecer saberes, desqualificar a prática técnica a serviço da salvação de vida.
Será que isso aconteceu porque ele só está de olho na vida dele próprio? Vida política, vida eleitoral?<m
Ah, quase esqueço. Teve esse caso dos leitos e ventiladores do hospital de Taperoá. Leitos e ventiladores desativados, sem uso. Ricardo considerou a transferência para João Pessoa um escândalo. Taperoá não é Oregon. Nosso município tem apenas treze mil habitantes. O Estado norte-americano, quatro milhões. Mesmo, assim, o Oregon decidiu encaminhar para Nova York todo o equipamento de que dispõe para atender às vítimas da pandemia. Porque ainda não foi atingido com força pela Covid-19.
O caso de Taperoá é aquela história de “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Isso faz mal à alma quando a solidariedade para com quem mais precisa deve estar em primeiro lugar.
A vida deve estar em primeiro lugar. Até acima da campanha política para prefeito. Devemos buscar o melhor na crise. Pior nunca foi melhor. Ricardo sabe disso.


Walter Galvão



Jornalista

 

A “Dama de Ferro” e lembranças de tudo quando começou no Jornal Correio da Paraíba

 Recém-chegado de São José de Piranhas para residir e estudar em João Pessoa na casa de minha prima Maria. O meu primeiro emprego foi no Jornal Correio da Paraíba lá pelos idos de 1980, comprado recentemente  pelo Grupo Poli útil dos empresários Roberto Cavalcanti e Paulo Brandão, que tinha na época como diretor José Fernandes. 

 

Jovem na época, com apenas 18 anos e querendo trabalhar, minha prima Maria que conhecia Pedro Moreira um dos melhores repórteres que já consegui vê em minha vida, escrevia uma notícia em um papel de bombons, completo em tudo além de um excelente texto. Pedro Moreira na época Editor do Jornal Correio da Paraíba, era casado com uma conterrânea me dava a primeira oportunidade de trabalho. 

 

Residindo no José Américo, bairro que tinha sido acabado de ser inaugurado, sequer tinha transporte coletivo circulando pelas avenidas, tinha que sair a pé e ir até ao viaduto conhecido por “Sonrisal”, num barro vermelho infernal, chegavamos todos sujos. Começa aí o périplo de chegar a redação do Jornal Correio que funcionava no Distrito Industrial. 

 

Sem conhecimento algum jornalístico, Pedro Moreira me ofereceu a oportunidade de ser Arquivista. Topei de cara, precisava do trabalho para ser manter na Capital. Ai começou  a minha história no Jornal Correio da Paraíba. Não foi fácil os desafios, mas graças aos 2 neurônios que carrego comigo até hoje, graças a está na fila quando Deus passou por aqui distribuindo.

 

Em certo dia, fui apanhado de surpresa, Por Marcos Sousa editor setorial da página Internacional, irmão de Genásio Sousa, que chamo carinhosamente de “Genesinho” até hoje, um grande amigo que consegui nos Diários Associados, digo Jornal O NORTE. Filho de “Genesão” pai, homem culto e de uma simplicidade inigualável. Amigo por favor me pegue uma foto da “Dama de Ferro”, pensei na hora, acabei de perder o meu emprego. 

 

Mas como sertanejo, não fugi do desafio,  Quem será esta Dama de Ferro? Recorri aos meus neurônios e aos poucos conhecimentos de história e geografia dos bancos de escola da minha querida “Jatobá”, na escala Santa Emília e logo veio a menta o nome de Margaret Thatcher, fui em busca da foto e levei ao depois amigo Marcos Sousa.

 

 

Não foi fácil, mas com o passar do tempo, fui me adaptando ao trabalho e me tornei  um Arquivista com competência para a função. Já que tinha 2 outras pessoa exercendo este trabalho e por “maldade” ou não tentaram misturar as fotos para tentar me prejudicar. Muito tempo depois, soube por intermédio de alguns amigos que Marcos Sousa, falou para direção que podia contratar que seria útil ao Jornal Correio da Paraíba.Deus no comando sempre...

 

 

Depois de um período curto no Distrito Industrial, vem a mudança para onde funciona até hoje a sede do Sistema Correio de Comunicação. Lá começa a fase áurea do império que foi até hoje o Jornal Correio da Paraíba. Tive sorte em poder trabalhar com a melhor equipe do jornalismo paraibano, não irei citar nomes para não ser falho com alguns amigos.

 

Não passei um período longo no Jornal Correio da Paraíba, com as mudanças constantes na redação e a morte do meu amigo Pedro Moreira, fui demitido por Bosco Gaspar que assumia função de comando. Mas tive a honra de trabalhar com muitos jovens chegados da 1ª turma da UFPB, hoje grandes nomes do jornalismo paraibano como Walter Santos e muitos outros. 

 

Ainda como Arquivista tive o prazer de trabalhar com Damásio Roberto, e em seguida fui colega de profissão já no Jornal o Norte na função de Diagramador.

 

Após a demissão, tive o convite do amigo Antônio Costa, na época dispensado também do Correio da Paraíba para ser Diagramador no Jornal O NORTE para tirar as férias dos colegas. Que em tempos depois, após galgar várias funções no Jornal o NORTE a meu convite veio ser meu editor-adjunto para meu orgulho. 

 

Por fim, foram muitas as histórias proporcionadas pelo “Correio da Paraíba” em suas facetas distintas, diversificadas. A minha história particular com o “Correio” mistura emoções como carinho, amor, profissionalismo e admiração intraduzível pelo mais paraibano de todos os jornais que pontificaram em nosso Estado, uma das indiscutíveis escolas de jornalismo da melhor qualidade. A Paraíba fica menor em estatura sem o “Correio”.

 

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Roberto Noticia  -  Jornalista -  DRT 4511/88