IBOPE: Pesquisa mostra ranking das TVs na capital com briga pelo terceiro lugar – CONFIRA PONTUAÇÃO

 Os números do IBOPE das TVs em João Pessoa foram divulgados na tarde desta quarta feira (11). Na média geral, a TV Cabo Branco afiliada da Rede Globo na capital paraibana, manteve sua liderança absoluta obtendo 38,98 pontos (cada ponto equivale a 6054 domicílios).

A segunda colocação ficou com a TV Correio, afiliada da Rede Record no estado, com 21,03 pontos, seguida pela TV Tambaú, SBT local, que garantiu 8,86 e se manteve no pódio.

A TV Arapuan ficou com 7,19 pontos e garantiu o quarto lugar.

As TVs Manaíra e Miramar, aparecem em quinto e sexto lugar e ficaram com 2,48 e 1,50 respectivamente. Os números são de share.

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Da Redação com Roberto Noticia 

Se você ainda acha que não há provas contra Lula na Lava Jato, precisa ler esse texto


 
 

Luiz Inácio Lula da Silva está acuado. Há pouco mais de um ano, a “alma mais honesta do país”informou à sua sucessora de que sua defesa não seria mais jurídica. Ia aproveitar a militância do PT e ir às ruas. Os advogados foram postos em segundo plano, sua campanha para 2018 alçada à condição de principal elemento de defesa e a narrativa imposta atribui a Lava Jato um ardiloso plano para impedi-lo de se candidatar à presidência.

O desespero entre as hostes petistas fez a frase “Não temos provas, mas temos convicção” ser inventada e atribuída aos Procuradores Federais responsáveis pela condução da investigação.

 

 

 

Lula procurou velhos inimigos para tentar barrar o avanço das investigações. Quer levar milhares de pessoas para fazerem pressão durante o seu depoimento ao juiz Sergio Moro. E até à ONU foi se queixar do trabalho da “República de Curitiba”.

O ex-presidente é um animal político. Após quatro derrotas, se reinventou para ser eleito, domou os radicais do seu partido e fez o que julgava necessário para garantir a simpatia do mercado. Quando as forças de oposição acreditavam ter dado um xeque-mate em sua carreira política, mostrando que o até então maior escândalo de corrupção da história do país ocorria a apenas algumas salas da sua, Lula chorou, se disse traído e foi reeleito com uma votação acachapante em 2006.

Não é difícil entender tamanho fervor contra a Lava Jato. Nas palavras de Emílio Odebrecht, o ex-presidente “é um bon vivant”. E Lula teve sua boa vida destruída.

Podia ir ao seu sítio nos finais de semana, desfrutar da sua adega e brincar com seus netos. Ia passar todo final de ano olhando para os fogos na praia. Tinha se tornado um homem milionário, mas que praticamente não tinha gastos, seus “amigos” bancavam tudo. Sua família era bem assessorada, seus filhos e sobrinho recebiam “ajudas” para engrenarem na carreira, até seu irmão levou um “por fora”. Desde 2002 não pegou um único voo comercial, não sabe o que é enfrentar filas, fazer check-in, contar milhas e despachar bagagem como todo brasileiro – seu único meio de transporte são os jatinhos particulares. Lula precisa explicar à Lava Jato e ao Brasil qual empreiteira construiu esse mundo de fantasia.

1. Triplex

Apesar da ação penal que investiga a relação do ex-presidente Lula com um triplex ter sido aberta somente no último trimestre de 2016, Lula tem uma história bem mais antiga com o imóvel.

Um dos prédios que deveriam ser erguidos pela Bancoop (cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo), o Edifício Solaris – localizado na praia de Astúrias, no Guarujá, litoral de São Paulo -, foi repassado para a construtora OAS após problemas financeiros da entidade e ficou pronto, com atraso, apenas no final de 2013. Ainda no final de 2014, o jornal “O Globo” noticiou que Lula era dono de um apartamento no prédio e que, após passar por diversas reformas, o imóvel estava pronto para receber o ex-presidente no réveillon.

A reportagem já detalhava os luxos do apartamento. Para se deslocar entre os três andares do imóvel, a família de Lula contava com um elevador privativo, inexistente nas outras três coberturas do prédio. Todo o local havia sido decorado com porcelanato e a cobertura da piscina recebeu uma boa área gourmet. Na época, o Instituto Lula não negou a propriedade do imóvel, afirmando que ele foi adquirido na planta e constava na declaração de bens de 2006 do líder petista.

Uma semana depois, após a comoção gerada pelo apartamento de Lula já estar pronto enquanto outros três mil cooperados da Bancoop tinham que esperar pacientemente, o Instituto ligado ao ex-presidente divulgou nota negando a propriedade do imóvel. De acordo com o documento, os cooperados ligados ao edifício “puderam pedir ressarcimento do valor pago ou comprar um apartamento no empreendimento”.

Curiosamente, Dona Marisa pôde esperar o prédio ficar pronto para tomar uma decisão – uma opção que nunca existiu para os outros cooperados, de acordo com Marcos Migliaccio, da Associação das Vítimas da Bancoop. Segundo Marcos, todos tiveram que decidir por uma das opções, ao ponto da OAS mover ações de imissão de posse contra quem já estava morando em apartamentos pagos à Bancoop, mas assumidos pela construtora.

Levado a depor pela Polícia Federal para explicar a estranha relação com o imóvel, Lulaafirmou que, mesmo sem ser o proprietário do apartamento, ou ter se decidido sobre o pedido de ressarcimento, foi levado por Léo Pinheiro, então presidente da construtora OAS, para visitar o local. Lá, o ex-presidente teria dito ao empreiteiro baiano que “o prédio era inadequado porque além de ser pequeno, um triplex de 215 metros quadrados é um triplex ‘Minha Casa, Minha Vida’”.

Ainda de acordo com Lula, Léo teria prometido trazer “um projeto pra cá” e Marisa visitou mais uma vez o imóvel, momento em que sacramentou sua decisão de não adquiri-lo. O ex-presidente também afirmou em seu depoimento à PF que visitou o apartamento outra vez com seu filho Fábio Luís (o Lulinha) e Léo Pinheiro, não tendo visto nenhum elevador, reforma, móveis montados ou qualquer coisa parecida.

A versão apresentada pela família “Lula da Silva” contradiz relatos de uma série de testemunhas.

Lenir de Almeida Marques, casada com Heitor Gushiken, primo do ex-ministro Luiz Gushiken, e moradora de um dos apartamentos do Edifício Solaris, afirma que Dona Marisa pegou as chaves do imóvel no dia 5 de junho de 2014, com todos os outros condôminos. Na ocasião, funcionários do prédio informaram que o triplex de Lula estava sendo reformado.

O engenheiro Armando Dagre, sócio-administrador da Talento Construtora e contratado pela OAS para realizar a obra, afirmou em depoimento ao Ministério Público de São Paulo que praticamente refez o apartamento. As modificações incluíram um novo acabamento, uma nova piscina, mudanças na escada e instalação do elevador privativo. De acordo com Dagre, os trabalhos foram realizados entre abril e setembro de 2014, ao custo de R$ 777 mil.

O engenheiro ainda relata que esteve reunido com representantes da OAS no interior do apartamento, quando Marisa, Léo Pinheiro e dois rapazes que mais tarde ele reconheceu como Lulinha e um engenheiro da OAS, entraram no imóvel. Dona Marisa teria elogiado a vista para o mar.

A OAS não economizou para agradar o casal Lula da Silva. De acordo com reportagemdo Estado de S. Paulo a partir de documentos da construtora baiana, “uma escada caracol custou R$ 23.817,85. Outra, que dá acesso à cobertura, R$ 19.352. O porcelanato para as salas de estar, jantar, TV e dormitórios foi estimado em R$ 28.204,65. O rodapé em porcelanato, R$ 14.764,71. O deck para piscina, R$ 9.290,08. O elevador comprado oferece a possibilidade de ser personalizado, com acabamento à escolha do cliente, e custou R$ 62.500”.

Quarto e cozinha também foram presenteados pela OAS. A construtora adquiriu uma geladeira de R$ 10 mil, um micro-ondas de R$ 5 mil, um tampo de pia de resina americana que tem design moderno que custou R$ 50 mil, e um forno elétrico de R$ 9 mil. A mando da empreiteira, a empresa Kitchens construiu uma cozinha planejada no valor de R$ 78,8 mil, que foi entregue em 12 novembro de 2014, pouco menos de um mês antes da reportagem original d’O Globo informar que o triplex estava pronto.

Outra testemunha a colocar Marisa e Lula dentro do prédio é o ex-zelador José Afonso Pinheiro. Prestador de serviços ao edifício entre 2013 e 2016, ele afirma que chegou a apresentar as áreas comuns do prédio à ex-primeira-dama, que teria elogiado a proximidade com o mar. Para Pinheiro, Marisa nunca agiu como alguém que estava interessado em comprar o imóvel, mas sempre como proprietária do local.

Ainda de acordo com o ex-zelador, a OAS o instruiu a não falar que o prédio pertencia a Lula. A construtora também decorava o prédio quando o ex-presidente ou sua família iam visitá-lo e o avisava para deixar o portão da garagem já aberto. Além disso, o elevador era segurado para que a comitiva não fosse incomodada – fato confirmado pelo assistente de engenharia da OAS Wellington Aparecido Carneiro, que se identificou como a pessoa que segurava o elevador.

Após depor ao Ministério Público paulista, José Afonso Pinheiro relatou ter sofrido pressões da OAS e do síndico do prédio para “não falar mais nada”. Poucos meses depois, foi demitido e teve que desocupar o apartamento cedido pelo condomínio do Edifício Solaris. Aos 47 anos, e há 20 como zelador, José chegou ao ponto de se candidatar a vereador em busca de alguma oportunidade. Em suma, um negro pobre foi punido por depor contra um branco rico.

Presente nas visitas de Lula ao imóvel, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro afirmou em recente depoimento ao juiz Sergio Moro que Lula era sim o dono do apartamento. Esta não seria a primeira evidência vinda de Pinheiro. Quando preso, a Polícia Federalencontrou o seguinte diálogo, travado através do Whatsapp com o executivo da construtora Paulo Gordilho, no celular do empreiteiro:

Gordilho: – “O projeto da cozinha do chefe está pronto. Se (puder) marcar com a Madame pode ser a hora que quiser”.

Pinheiro: – “Amanhã às 19 hs vou confirmar, seria bom tb ver se o do Guarujá está pronto”,

Gordilho: – “O do Guarujá está pronto”.

Pinheiro: “Em princípio, amanhã às 19 hs”.

Para os investigadores, “chefe” é o ex-presidente Lula, e “Madame”, Dona Marisa. O projeto da cozinha inicialmente citado se refere à instalada no sítio de Atibaia [veja mais abaixo], no que Pinheiro inquire como a cozinha do apartamento estava indo.

Em outra mensagem interceptada, Gordilho informou a Léo Pinheiro que recebeu autorização de Marisa Letícia para o “projeto do Guarujá”. Ao que tudo indica, de acordo com a defesa de Lula, a OAS, dona do apartamento, estaria pedindo permissão à Marisa para mexer em seu próprio imóvel.

Ainda mais, a OAS nunca anunciou o apartamento milionário em algum jornal ou prospectou clientes. O imóvel nunca foi visitado por mais ninguém além dos empregados da OAS e a comitiva da família Lula da Silva. De fato, após Léo Pinheiro ser preso, o local foi fechado e desde então permanece assim.

Em um dos depósitos em que o ex-presidente guardou sua mudança após sair da Presidência da República, policiais federais encontraram caixas com as inscrições “praia” e “sítio”.

De acordo com os investigadores, entre aquisição do imóvel, reformas, e compras de bens, Lula recebeu R$ 2,4 milhões em propinas da OAS, que foram abatidas do “devido” ao PT – referente às propinas cobradas pela execução de obras – pela empreiteira.

2. Armazenamento OAS

Lula também é investigado pelo armazenamento do que chamou de “tranqueiras”. 9.037 peças acumuladas pelo ex-presidente ao longo dos seus oito anos na Presidência da República. Sem ter onde colocá-las, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, fez um orçamento com a empresa Granero para armazená-los.

Alvo da atenção dos investigadores da Lava-Jato, três dias após Okamotto assinar o termo de aceite junto à Granero – isto é, em 1º de janeiro de 2011 -, a OAS celebrou um contrato de armazenagem junto à companhia, alegando no documento que pretendia armazenar “materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da Construtora OAS Ltda”. Todavia, os materiais foram pegos em Brasília e, após cinco anos armazenados, saíram de lá para o depósito do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo Campo. No final, até Okamotto admitiu: o objeto do contrato da OAS eram as “tralhas” do ex-presidente.

Entre janeiro de 2011 e janeiro de 2016, a bondade da construtora baiana custou R$ 1.313.747,24. O valor era referente ao aluguel dos depósitos da companhia paulista.

Com o avanço da Lava Jato, a Granero passou a pressionar a OAS para retirar os materiais de Lula dos seus depósitos, chegando a enviar uma notificação extrajudicial para a empreiteira em agosto de 2015. A mudança só ocorreu em janeiro de 2016 e com supervisão do presidente do Instituto Lula.

Okamotto alega que os valores pagos pela OAS foram uma doação. O contrato não teriasido celebrado diretamente com o Instituto pela ausência de verba destinada a esta finalidade. Todavia, um contrato de “armazenagem do acervo pessoal que necessitava de depósito climatizado” foi feito no mesmo período pelo Instituto.

3. Sítio de Atibaia

Os moradores de Atibaia, no interior paulista, nunca imaginaram que o ex-presidente Lula tivesse escolhido a cidade para passar seus finais de semana. De acordo com seus advogados, o Sítio Santa Bárbara foi disponibilizado por seus donos Jonas Suassuna e Fernando Bittar – ambos sócios de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, para que o presidente pudesse curtir sua aposentadoria.

Como o comum para Lula é incomum para o resto do país, os ”donos” da propriedade parecem nunca ter tido algum poder de fato sobre ela.

Ainda em 2010, José Carlos Bumlai, antigo amigo do ex-presidente, foi procurado por Dona Marisa para reformar o sítio. Bumlai admitiu ter deslocado engenheiros da Usina São Fernando, da qual era proprietário, para realizar o serviço. No entanto, como a execução do serviço estava lenta, Marisa o dispensou e procurou ajuda de profissionais.

No final do mesmo ano, a então primeira-dama procurou o executivo da Odebrecht Alexandrino Alencar para concluir a reforma do sítio. Em dezembro de 2010, a construtora começou a obra tendo cuidado para que os funcionários não usassem o macacão da companhia e pagando todas as compras feitas na região em dinheiro vivo. R$ 1 milhão e um mês depois, a propriedade rural foi entregue com adição de quartos à casa principal e um campo de futebol.

De acordo com Alencar, o advogado e compadre de Lula Roberto Teixeira o procurou em março de 2011 para discutir formas de formalizar a obra. O executiva da Oderebcht, então, acordou em emitir notas fiscais escalonadas, a fim de que os pagamentos não parecessem impossíveis de Fernando Bittar pagar.

Patrícia Fabiana Melo Nunes, 34, à época proprietária do Depósito Dias, afirma queforneceu cerca de R$ 500 mil em materiais para a empresa. Tudo pago em dinheiro vivo. De acordo com Patrícia, havia pressa para terminar a obra até a segunda quinzena de janeiro e, em dado momento, a loja praticamente trabalhou apenas para a Odebrecht.

Cumprido o prazo, o Governo Federal determinou que 200 caixas – 37 delas de bebida – pertencentes à família do ex-presidente fossem enviadas para o sítio.

Apesar de Fernando Bittar e Jonas Suassuna serem donos do sítio, a Polícia Federal não encontrou um único objeto que pertencesse a qualquer um dos dois na propriedade. Por outro lado, achou um barco com as inscrições “Lula e Marisa”, frascos de cosméticos e medicamentos com o nome de Marisa Letícia, e camisas de futebol de Lula, recebidas de presente, na suíte principal da casa.

A cozinha da casa foi reformada pela OAS. Curiosamente, Paulo Gordilho, o arquiteto da construtora, viajou até Atibaia com o único propósito de colher as opiniões não de Jonas Suassuna e Fernando Bittar, mas de Lula e Marisa. Em mensagem encontrada em seu celular, Gordilho comenta: “Sigilo absoluto hem. Amanhã vou em um churrasco em Atibaia com Léo. É na fazenda de Lula e vamos encontrar com ele na estrada e vou passar o dia lá com ele e d. Marisa&rdq

Defesa de Lula pede suspensão de processo sobre triplex ao TRF4

 A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, com um habeas corpus que pede liminarmente a suspensão do processo sobre o triplex da empreiteira OAS. Também solicita maior tempo para análise de documentos. O TRF4 confirma o recurso, em análise nesta segunda-feira (8).

O advogado de Lula alega que "é materialmente impossível" a defesa analisar a documentação do processo até o próximo dia 10, data em que o depoimento do ex-presidente ao juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal de Curitiba, está marcado.

Após a suspensão do processo, a defesa também pede "a concessão da ordem para que seja concedido prazo razoável para a análise dos documentos, além da apresentação da íntegra da relação antes requerida e deferida pelo Juízo, com a eventual renovação dos atos processuais subsequentes que tenham sido prejudicados pela decisão ilegal."

Conforme a defesa de Lula, existem "5,42 gigabytes de mídia e cerca de 5 mil documentos estimados cerca de 100 mil páginas."

Moro retomou na quinta-feira (4) os depoimentos de réus no processo em que o Ministério Público Federal (MPF) acusa Lula de receber um tríplex da construtora OAS como pagamento de propina. As audiências deveriam ter sido realizadas em 28 de abril, mas foram adiadas a pedido dos advogados, em função da greve geral marcada para aquele dia.

Lula também teve o depoimento adiado, mas a pedido da Polícia Federal, que alegou não ter conversado com as autoridades competentes para garantir a segurança no dia 3 de maio, data original da oitiva.

 

O processo

 

Nesta ação penal, o MPF acusa o ex-presidente de receber um apartamento triplex, no Guarujá, litoral paulista. O imóvel faz parte de uma série de obras que a OAS assumiu após a falência da antiga cooperativa de crédito do Sindicato dos Bancários de São Paulo, a Bancoop.

Quando ainda era parte do Bancoop, a família Lula possuía uma cota de um apartamento no edifício que seria construído. No entanto, a defesa do ex-presidente diz que a ex-primeira-dama Marisa Letícia decidiu suspender o negócio quando houve a transferência de responsabilidade para a OAS, recebendo os valores já pagos para o Bancoop.

O MPF sustenta, porém, que a OAS queria entregar o apartamento a Lula, como contrapartida por supostos serviços prestados por ele, atuando em favor da empresa junto a contratos com a Petrobras.

A afirmação está baseada, entre outras coisas, em visitas feitas pela família de Lula ao imóvel, em 2014. O apartamento recebeu uma série de melhorias após essa visita, incluindo a instalação de um elevador privativo para dar acesso aos andares do imóvel.

Em depoimento, o ex-presidente da empresa, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, afirmou que, quando houve a divulgação de que o triplex pertenceria a Lula, ele procurou João Vaccari Neto e, depois, Paulo Okamotto para saber como proceder, uma vez que o triplex estava em nome da OAS.

“A orientação que foi me passada naquela época foi ‘toque o assunto do mesmo jeito que você vinha conduzindo. O apartamento não pode ser comercializado, o apartamento continua em nome da OAS, e, depois, a gente vai ver como fazer a transferência ou o que for’”. De acordo com Pinheiro, assim foi feito.

Segundo o empresário, a cota pertencente a Lula e a Dona Marisa era de um apartamento típico do edifício Solaris (a unidade 141), e não de um triplex (a unidade 164). A diferença de preço entre o imóvel adquirido pela família do ex-presidente e o triplex ficava em torno de R$ 750 mil e R$ 800 mil. Essa diferença, segundo o réu, foi abativa no encontro de contas com João Vaccari.

"Eu fui orientado que esse apartamento eu poderia negociá-lo, porque o apartamento da família seria o triplex". Essa orientação, ainda de acordo com Léo Pinheiro, partiu de Vaccari e de Okamoto.

Pinheiro disse que o triplex tinha área três vezes maior do que a dos demais apartamentos e que valor era duas vezes e meia maior. Ainda segundo o réu, em momento algum foi falado que o presidente pagaria a diferença de preço.

 

Versão diferente

 

Outros ex-executivos da OAS que prestaram depoimento deram versões diferentes sobre o caso do apartamento. Eles disseram que não tinham conhecimento de que as obras executadas no apartamento seriam, de fato, para que o ex-presidente pudesse ficar com o imóvel. Fábio Yonamine e Paulo Gordilho disseram que as melhorias foram requisitadas por Pinheiro e que eles apenas obedeceram às ordens.

Os dois, porém, confirmaram à Justiça as visitas da família Lula ao apartamento, em 2014. Uma delas, inclusive, teve a presença do próprio ex-presidente, e a outra, apenas de dona Marisa e Fábio Luis Lula da Silva, filho do casal.

 

Fase final

 

Após o depoimento de Lula, o processo chegará à fase final. O MPF e as defesas poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais. Em seguida, os autos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus. Não há prazo para que a sentença seja publicada.

 

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Da Redação com Roberto Noticia 
 

Janot pede para STF anular decisão de Gilmar Mendes que mandou soltar Eike Batista

Procuradoria Geral da República (PGR) enviou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Gilmar Mendes deixe a relatoria de um habeas corpus no qual concedeu liberdade ao empresário Eike Batista. Além disso, Janot quer a anulação de todas as decisões sobre o habeas corpus, incluindo a que mandou soltar o empresário.

No último dia 28, Eike obteve liberdade no STF após três meses de prisão por conta de investigação em que é suspeito de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral em troca de contratos no estado.

O pedido de Janot foi enviado à presidente da Corte, Cármen Lúcia, para ser pautada em plenário e ser decidido pelos 11 ministros.

O procurador alega que Gilmar Mendes não poderia atuar na causa porque sua esposa, Guiomar Mendes, trabalha no escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, que defende Eike Batista.

“Em situações como essa há inequivocamente razões concretas, fundadas e legítimas para duvidar da imparcialidade do juiz, resultando da atuação indevida do julgador no caso”, diz Janot no pedido.

"A situação evidencia o comprometimento da parcialidade do relator do habeas corpus [...] tendo ele incidido em hipótese de impedimento ou, no minimo, de suspeição. Por tal motivo, suscita-se a presente arguição contra o ministro Gilmar Ferreira Mendes, a fim de se reconhecer a sua incompatibilidade para funcionar no processo em questão, bem como para que se declare a nulidade dos atos decisórios por ele praticados", afirma.

O procurador citou o Código de Processo Civil, que prevê impedimento do juiz quando a parte for cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge. Além disso, a lei diz que o magistrado deve deixar o caso por suspeição se a parte for credora de seu cônjuge.

"Com efeito, o julgamento por um magistrado de uma causa penal na qual figure como parte um cliente do escritório de advocacia do cônjuge do julgador ou um devedor de seu cônjuge, como previsto nos arts. 144, inciso VIII, e 145, inciso III, do Código de Processo Civil, contraria diretamente a exigência de imparcialidade, particularmente em seu aspecto objetivo", afirma o PGR.


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Oposição vai à Justiça para anular Congresso Estadual do PT na Paraíba

 O advogado José Samaroni anunciou na tarde de hoje (6) que vai requerer à Justiça a nulidade do Congresso Estadual do PT, realizado neste sábado (6) no Hotel Ouro Branco, em João Pessoa, no qual o sindicalista Jackson Macedo foi eleito presidente estadual do partido. O resultado não foi aceito pela chapa Muda Partido, de oposição, que realizou um encontro paralelo e elegeu presidente o deputado Anísio Maia.

 

Segundo Samaroni, a atual direção partidária, que integra a tendência (CNB – Construindo um Novo Brasil), liderada pelo ex-presidente Lula, descumpriu duas ordens judiciais e se recusou a credenciar os delegados da chapa oposicionista, que o advogado garante ter vencido o Processo de Eleição Direta (PED) realizado no dia 12 do mês passado.

Apoiada pelo deputado federal Luiz Couto e os estaduais Anísio Maia e Frei Anastácio, a vitória da chapa Muda Partido no PED foi reconhecida pelo juiz Keops Vasconcelos, da 15ª Vara Cível de João Pessoa. Em duas liminares, o magistrado atestou que nas eleições de abril último 3.197 votos (de um total de 6.647 votos) foram dados à oposição.

Com aquela votação, os oposicionistas teriam direito a 120 delegados no Congresso Estadual, mas os atuais dirigentes partidários acataram um recurso contra o resultado eleitoral e excluíram os votos obtidos pela chapa Muda Partido nos municípios de Areia, Alagoinha, Casserengue, Lagoa de Dentro, Juarez Távora, Bananeiras e Bayeux.

Com isso, uma recontagem baixou para 2.597, de um total geral de 5.863, os votos da oposição. A Justiça entendeu, contudo, que o resultado inicial deve ser mantido e ordenou à direção do PT acatar a vitória da chapa Muda Partido no PED de abril. Mas essa determinação não foi respeitada, observou Samaroni, que representa Couto, Anastácio e Anísio na ação que tramita na 15ª Vara Cível da Capital.

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Da Redação com Roberto Noticia e Rubens Nóbrega 

Governador Ricardo Coutinho sentiu o golpe e passou recibo

 

Por Flávio Lúcio Vieira

Desde o início da semana passada está em andamento um esforço articulado de ocupação da mídia por parte de parlamentares estaduais ligados ao grupo de Ricardo Coutinho, que envolve até mesmo o governador, para tentar desqualificar a aparição conjunta do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, e do senador Cássio Cunha Lima.

 

Os dois foram juntos no domingo retrasado em Riachão, a convite do prefeito Fábio Moura, para participar de eventos em comemoração ao aniversário da cidade, que fica no Curimataú paraibano.

O bloco ricardista sentiu de tal maneira o golpe que por toda a semana passada nomes foram escalados para desferirem ataques ao encontro, mirando especialmente em Cássio Cunha Lima.A começar pelo líder do governo na Assembleia, Hervásio Bezerra, que logo na segunda (1/5) abriu as baterias pela manhã, dando entrevistas com ataques virulentos ao encontro entre Cássio e Cartaxo.

Ao meio-dia, Bezerra foi à Radio Tabajara passar recados ao prefeito pessoense comparando os governos RC-Cássio e lembrando, sem muita cerimônia, o envolvimento do senador campinense nos recentes escândalos que abalaram o alto tucanato.

No dia seguinte, na terça, foi a vez do próprio governador conceder longa entrevista aos radialistas Nilvan Ferreira e João Costa, da Rádio Arapuã, onde novamente RC comparou seu governo ao de Cássio, continuou a bater na tecla de que é necessário dar continuidade ao “projeto” em 2018, impedindo assim um retorno ao passado, e, por fim, desautorizou quem defende publicamente qualquer aliança entre ele e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.

Nesse ponto, a fala de RC foi tão sem convicção que cabe mesmo compará-la com a fábula “a raposa e as uvas”, de Esopo, em que a raposa, sem conseguir pegar as apetitosas uvas, justifica sua desistência sob o argumento de que estariam verdes.

Aliança Cartaxo-Cássio

Ao que parece, o encontro claramente surpreendeu os ricardistas e eu apostaria em dois motivos: o primeiro é que seria muito cedo para Cunha Lima e Cartaxo aparecerem juntos pelo Estado porque, até onde se sabe, Cássio é – ou era − um dos pretendentes à cadeira onde hoje senta RC, cadeira que também é almejada por Luciano Cartaxo.

Então, das duas uma: ou passamos a acreditar que fatos como esse acontecem movidos pelo acaso, abstraindo-se deles toda a simbologia de que estão carregados, ou Cássio sinalizou para a desistência antecipada de sua candidatura em benefício de Luciano Cartaxo, fato que deve provocar calafrios no governador.

O segundo motivo é que, ao aparecer ao lado de Cássio, Cartaxo não se mostra preocupado com uma possível contaminação de sua imagem em razão do envolvimento do tucano na Operação Lava Jato, na qual o senador já é investigado formalmente pelo STF.

Ou seja, Cartaxo sinaliza que, por enquanto, quer o apoio de Cássio e do PSDB para sua candidatura ao governo, e isso se configura em um fato político de grande relevância em um quadro de grandes indefinições que marca a política paraibana atualmente.

E isso tende a produzir consequências também relevantes.

Uma delas é tornar a candidatura de Luciano Cartaxo ao governo não apenas o principal, mas o único desaguadouro do oposicionismo, podendo ajudar a esvaziar o ensaio de candidatura que José Maranhão tenta alavancar, atraindo-o para o bloco cartaxo-cassista, já que todos eles (Cartaxo, Cássio e Maranhão) têm em comum pertencerem a partidos que apoiam o governo Michel Temer em Brasília.

Nesse sentido, é bom que ninguém se engane: 2018 será uma luta de vida ou morte para esses partidos e suas lideranças nacionais, e, portanto, haverá pouco espaço para a “flexibilização” de alianças nos estados com personalidades da oposição (ao governo Temer), como Ricardo Coutinho.

Isso provavelmente deve se entender a partidos como Dem e PPS, hoje no colo do governador, e que, nacionalmente, atuam em aberta confrontação ao campo nacional a que RC faz parte, que hoje inclui o PT.

A segunda consequência desse movimento de consolidação da candidatura de Cartaxo é que ela tende a antecipar a decisão estratégica de Ricardo Coutinho, ou seja, a definição se ele ficará no governo ou se será candidato a algum cargo em 2018 (Senado ou Vice-Presidência da República).

Definições que estão intimamente relacionadas a quem será o/a candidato/a apoiada por RC. Caso ele seja candidato, a tendência é que Lígia Feliciano assuma o governo e seja candidata à reeleição. Caso RC fique, os nomes de Estela Bezerra e João Azevedo aparecem como favoritos para sucedê-lo.

Mas é sempre bom lembrar que tem muita água para correr debaixo dessa ponte e, mesmo com essa aproximação entre Cartaxo e Cássio, não significa dizer que a aliança vá mesmo acontecer.

Como eu já afirmei por aqui há muitas variáveis em jogo para serem consideradas e ajustadas e meses em política representam uma eternidade. Nem mesmo se pode descartar uma reaproximação entre Cartaxo e RC. Tudo dependerá de como o impacto da conjuntura nacional afetará politica e eleitoralmente a Paraíba.

Mas, a preço de hoje, como se diz por aí, Cássio e Cartaxo deram um passo decisivo para mostrarem uma aproximação. E isso preocupa sobremaneira o Palácio da Redenção.

  • Flávio Lúcio Vieira, Professor Doutor da UFPB, é analista político convidado pelo blog

1001 Notícias FM bate mais um recorde e fica entre as 10 primeiras web rádios do Brasil no mês de abril

 

(Foto: 1001 Noticias FM)

 


Dividir com os milhares de amigos internautas as boas notícias é sempre bom.  Melhor ainda é compartilhar nossos vitórias, como tem sido durante os primeiros meses do  ano, com a absoluta liderança entre as principais web rádios do Brasil. Uma crescente constante tem sido a meta da 1001 Notícias FM - 87.9 - Acesse: http://1001noticiasfm.com/

Desde janeiro, repetindo o ano anterior a web rádio 1001 Notícias tem crescido em sua audiência, Ultrapassando a marca de mais de 100 mil acessos mensais. Com picos diários de até 15 mil ouvintes, ou internautas ligados na 1001 Notícia FM.

No mês de abril alcançamos a marca de  163, 351 (Cento e sessenta e três mil e trezentos e cinqüenta um acessos). Não é fácil chegar onde estamos colocados entre as primeiras  web rádios do Brasil.

Além de uma programação que atende a todos os gostos do ouvinte, é possível o internauta ficar bem atualizado no site da site, rigorosamente atualizada, a toda hora. Neste mês de Abril, os ouvintes ganharam um novo site com um Layout  moderno e atrativo, que facilita a sua visualização, com espaço para o ouvinte pedir a sua música e interagir com os locutores que fazem parte da grade de programação da 1001 Notícias FM.

O momento é de agradecer a todos que contribuíram para chegarmos a onde estamos entre a 10 primeiras web rádios do Brasil e a primeira da Paraíba. Com esses números aumenta ainda mais a responsabilidade e reforça o nosso compromisso de sempre levar o melhor da web rádio aos internautas e ouvintes da 1001 Notícia FM.

Nosso compromisso neste mês de maio e superar o números de abril e ultrapassar a marca de 200 mil ouvintes. Para que isso venha acontecer. Só tem um caminho, melhorar ainda mais e pedir aos nossos ouvintes e internautas que acessem: www.1001noticiasfm.com

 

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Roberto Notícia.

Datafolha: após delações da Odebrecht, Lula amplia liderança para 2018; Bolsonaro aparece em 2º

 A primeira pesquisa Datafolha feita após a divulgação das delações dos executivos da Odebrecht mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mantém na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2018. Apesar de ter sido citado nos depoimentos, Lula aparece oscilando entre 31% e 29% das intenções de voto no primeiro turno, vencendo em todos os cenários de possíveis concorrentes.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu e aparece no segundo lugar na corrida para a Presidência em 2018, empatado tecnicamente com a ex-senadora Marina Silva (Rede), com oscilação entre 11% e 16%.

O Datafolha fez 2.781 entrevistas, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27), antes da greve geral de sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Datafolha: após delações da Odebrecht, Lula amplia liderança para 2018
Datafolha: após delações da Odebrecht, Lula amplia liderança para 2018

O senador do PSDB Aécio Neves (MG), que terminou em segundo em 2014 e hoje é investigado sob suspeita de corrupção e caixa dois, registrou queda, chegando a 8% das intenções de voto, próximo do também tucano Geraldo Alckmin, com 6%

Nas pesquisas sobre o primeiro turno em que o prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), é citado, ele aparece em 4º lugar, com 9%. Na frente seguem Lula (31%), Marina (16%) e Bolsonaro (13%).

No cenário em que o juiz federal Sérgio Moro aparece como um dos possíveis candidatos, ele fica em 4º, com 9%. Lula segue em primeiro (29%), Marina Silva (11%) e Bolsonaro (11%).

Rejeição

A pesquisa Datafolha também apurou quais são os possíveis candidatos mais rejeitados. O presidente Michel Temer aparece em primeiro, com 64%. Lula está em segundo, com 45%, e Aécio em terceiro, com 44%.

Segundo turno

Nas pesquisas de intenção de voto para o segundo turno, Lula venceria de Aécio (43% contra 27%); de Alckmin (43% contra 29%); Bolsonaro (43% contra 31%) e Dória (43% contra 32%). Já se o confronto fosse contra Moro, ele perderia (42% contra 40%). Lula também sofreria derrota contra Marina (41% contra 38%).

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Deputado Pedro Cunha Lima diz que Reforma Trabalhista não acaba com direitos e cria postos de trabalho

 Nesta segunda-feira (1º), Dia do Trabalho, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) lamentou que ainda existam distorções dos itens propostos na Reforma Trabalhista e ressaltou que as medidas não retiram direitos dos trabalhadores. 



Redução de salários; aumento da carga horária; possibilidade da precarização do trabalho; suspensão das férias; e fim da carteira assinada, da licença maternidade, do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do pagamento de horas-extras. Todas essas são, segundo o parlamentar, inverdades disseminadas, pois esses direitos, fruto de muita luta e garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estão garantidos mesmo com a aprovação do texto da Reforma Trabalhista (PL 6787/16). 

O Brasil tem 137 milhões de pessoas em idade laboral e apenas 38 milhões têm carteira assinada e 11 milhões são servidores. Sobram 88 milhões que vivem na informalidade ou se encontram sem emprego. Estima-se que 42% das pessoas que trabalham não são formalizadas. Segundo Pedro, a reforma veio para trazer formalização para categorias que não possuíam, além disso vai colaborar para a geração de postos de trabalho. 

“Só está contra a reforma trabalhista quem pensa pequeno e está indiferente a situação do País. Não temos dúvidas que as medidas, além de garantir direitos, ampliam-os e ainda possibilitam a geração de novos postos de trabalho. Além disso, nossa CLT – Consolidação das Leis de Trabalho – é de 1943. Precisávamos atualizá-la”, comentou. 

Pedro citou como exemplo da criação de novas vagas a regulamentação do teletrabalho, que vai possibilitar a contratação de pessoas para atuarem sem a necessidade de dar expediente presencial na empresa. “Hoje não existe segurança jurídica para tanto. A partir da sanção, isso já será possível. Uma ação simples que trará economia para o empregador e mais liberdade para o trabalhador”, frisou. 

Outro ponto de destaque, segundo avaliação do parlamentar, é o fim da contribuição sindical obrigatória. Conforme disse, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) já defende há tempos a liberdade sindical. Com a nova regra, o trabalhador tem autonomia para escolher se quer ou não contribuir com o sindicato de sua categoria. “Essa é uma diretriz internacional. Só o Brasil praticamente mantinha a contribuição obrigatória”, destacou.

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