João Azevêdo aconselha aliados a conter a ansiedade sobre sucessão estadual: “Só em 2026”

 O governador João Azevêdo (PSB) comentou sobre a ansiedade dos aliados que integram a base governista e pediu que eles acalmem os ânimos a respeito do debate da sucessão estadual. As declarações foram feitas, nesta quarta-feira (5), durante entrevista ao programa Hora H, da Rede Mais Rádios, na agenda do Consórcio do Nordeste em Brasília.

“As pessoas estão numa ansiedade muito grande como se a eleição fosse esse ano. As eleições serão em 2026. Já tivemos várias reuniões, conversamos muito e vamos continuar conversando esse ano inteiro, para que em 2026 a gente possa ter um posicionamento de uma forma, eu diria, harmônica dentro do nosso grupo que dá sustentação ao governo”, explicou o governador. 

Na ocasião o Chefe do Executivo Estadual rechaçou “imposições” de lideranças para composição da chapa majoritária em 2026.

“Nós estamos lidando com a tranquilidade e a clareza que o processo exige, dialogando com cada partido da base, conversando com todos os protagonistas desse processo, para que a gente chegue em 2026 de uma forma tranquila e segura para apresentar uma chapa que possa dar continuidade a essas conquistas que a Paraíba teve, sem que isso seja imposição de quem quer quer seja. Não é assim que funciona. Eu acho que 2026 será tratado a partir de 2026”, afirmou. 

Azevêdo ressaltou ainda que com essa construção durante o ano de 2025 será possível avaliar como será a participação de cada legenda na composição da chapa majoritária.

“Não sei se todos os pleitos e as vontades e desejos pessoais, todos os projetos pessoais, eu não tenho certeza se serão contemplados. Mas, vamos, buscar a unidade de todo o grupo. Fazer com que todo mundo tenha sim parte da construção desse processo, que a gente continue com a Paraíba avançando”, concluiu.

Como divulgado pelo portal Fonte83, para 2026 a vaga de Governador da Paraíba vem sendo concorrida por diversas frentes políticas. Aliados e opositores do governador João Azevêdo (PSB), já colocaram os nomes à disposição para corrida eleitoral como possíveis candidatos ao Governo da Paraíba.

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ELEIÇÕES 2026 - Suplente Ricardo Barbosa vai disputar a Câmara Federal, mas pelo Republicanos

 Suplente de deputado federal pelo PSB, o presidente da Companhia das Docas da Paraíba, Ricardo Barbosa, vai tentar a vaga na Câmara dos Deputados, mas pelo Republicanos.

Em entrevista ao programa Ô Paraíba Boa (100.5 FM Líder), Ricardo Barbosa disse já ter comunicado a decisão ao governador João Azevêdo, que assume o comando do PSB na Paraíba em abril próximo.

“Já comuniquei ao governador minha decisão de ser candidato a deputado federal pelo Republicanos. Estou em tratativas praticamente consolidadas. Claro que decisões podem ser ajustadas aqui e acolá, mas essa é a minha intenção”, explicou.

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Deputado Adriano Galdino quer duas vagas na chapa do governo para o Republicanos: ‘Nada mais justo’

 Durante a abertura dos trabalhos legislativos na Assembleia Legislativa da Paraíba nesta terça-feira (4), o presidente da Casa de Epitácio Pessoa, Adriano Galdino, disse que o Republicanos pode indicar dois nomes na chapa majoritária que vai disputar o governo do estado em 2026.

“O Republicanos tem a maior bancada estadual e a maior bancada federal. O partido tem 50 prefeitos na legenda e tem mais de 30 que estão em outras legendas e que segue nossa orientação. O Republicanos tem um presidente da Câmara Federal, tem um presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, então nada mais normal, nada mais justo essa questão de ‘justiça eleitoral’.” defendeu.

Ao Correio Debate da 98FM, Galdino também afirmou que um dos nomes pode ser o dele, depois de reuniões com a cúpula do partido na capital federal.

“Sou candidato agora muito mais fortalecido e, após a visita à Brasília, eu fui incentivado a manter a nossa pré-candidatura pelo presidente Hugo, pelo presidente do meu partido Marcos Pereira, então foi uma conversa muito proveitosa.” disse o parlamentar.

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Hugo Motta defende debate sobre possibilidade de parlamentarismo no Brasil

 O presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Hugo Motta (RepublicanosPB), defendeu que o Congresso Nacional promova debates sobre a possibilidade de adotar o parlamentarismo no Brasil. A declaração foi dada, nesta terça-feira (4), durante entrevista à Globonews.

Motta ressaltou que o debate precisa ser conduzido com cautela, evitando uma reação contrária da população. “A discussão deve existir no Congresso, mas não para 2026. A discussão se faz necessário por um período, até para que a população entenda. Já temos esse modelo em vários países, na Europa. O Brasil não tem condições de discutir isso, a longo prazo”, pontuou.

O parlamentarismo é um sistema de governo em que o chefe de Estado — o presidente, no caso brasileiro — tem um papel mais simbólico, enquanto o chefe de governo, normalmente um primeiro-ministro, é escolhido pelo Parlamento e pode ser substituído caso perca a confiança dos parlamentares.

Ainda durante a entrevista, o presidente da Câmara dos Deputados comentou o projeto sobre mudança na Lei da Ficha Limpa para reduzir tempo de inelegibilidade de políticos. Uma frente paralela da oposição ao projeto da anistia decidiu apostar na articulação da alteração na lei para reduzir a punição de oito para dois anos.

“Essa ou qualquer outra matéria que chegue à presidência da Casa nós trataremos com muita transparência, previsibilidade e planejamento”, afirmou.

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Jantar em São Paulo une petistas e bolsonaristas em apoio à campanha de Hugo Motta

 Um jantar de apoio a candidatura de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados uniu petistas, bolsonaristas e líderes partidários do centrão nesta segunda-feira (27) em uma pizzaria no bairro de Higienópolis, em São Paulo.

O que aconteceu

Os ministros Márcio França e Silvio Costa Filho representaram o governo no evento. Estavam presentes também os petistas Carlos Zarattini, Luiz Carlos Motta e Arlindo Chinaglia. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro também estavam no jantar, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do PP, senador Ciro Nogueira.

Evento foi organizado pelo deputado Maurício Neves, presidente estadual do PP. Durante o jantar, Motta se sentou ao lado de Lira e do secretário estadual de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite. Nos discursos, Motta já foi tratado como presidente da Câmara. A eleição será no próximo sábado (1º).

O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, discursaram no evento. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o governador de estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e os líderes dos partidos também usaram o microfone para reforçar o apoio ao candidato.

Motta tem o apoio de quase todos os partidos da Casa. Pastor Henrique Vieira (PSOL) e Marcel Van Hattem (Novo) também são candidatos.

Quem estava presente

Presidentes de partidos. Valdemar Costa Neto (PL), Antônio Rueda (União Brasil), Marcos Pereira (Republicanos), Ciro Nogueira (PP), Paulinho da Força (Solidariedade), Gilberto Kassab (PSD), Renata Abreu (Podemos) e Baleia Rossi (MDB).

Ministros. Márcio França (PSB), do Empreendedorismo, e Silvio Costa Filho (Republicanos), de Portos e Aeroportos.

Deputados federais. Alencar Santana, Alfredinho, Arlindo Chinaglia, Carlos Zarattini, Kiko Celeguim, Luiz Carlos Motta e Odair Cunha (PT); Antônio Carlos Rodrigues e Paulo Bilynskyj (PL); Antônio Brito, Cezinha de Madureira, Gilberto Nascimento e Ribamar Silva (PSD); Arnaldo Jardim (Cidadania); Professor Luizinho, Maurício Neves (PP) e Isnaldo Bulhões (MDB).

Deputados estaduais. André do Prado (PL), presidente da Alesp, e Capitão Telhada (PP).

Crédito: UOL

Imagem: Victoria Bechara/UOL

“Não há ressentimentos”, diz deputado Felipe Leitão sobre encontro entre João e Adriano

 O deputado estadual Felipe Leitão (PSD) afirmou nesta sexta-feira (24), que a relação entre o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), e o governador João Azevêdo (PSB) está pacificada.

“Foi um encontro para resolver qualquer mal-entendido ou rusga ocorrida nas últimas semanas, quando uma fala do governador foi mal interpretada e algumas palavras, ditas no calor da emoção, foram proferidas por Adriano. Isso já é página virada entre eles, e não há resquícios de ressentimento”, declarou Felipe.

A declaração do parlamentar, que é aliado de Adriano Galdino, foi feita após o encontro entre João e Galdino, realizado na tarde de hoje, na Granja Santana. Felipe, que participou da reunião, destacou que, além de reconciliações, a pauta política também esteve em discussão, com a garantia de que ainda não há definições sobre o cenário eleitoral de 2026.

O episódio ocorre em meio a rumores de rompimento, intensificados após Adriano Galdino criticar publicamente, em entrevista à Arapuan FM, a declaração de João Azevêdo sobre considerar o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) como o “candidato natural” do grupo, classificando-a como “desastrosa”.

Publicamente, a oposição tem feito movimentos para atrair Galdino. O senador Efraim Filho (União Brasil), por exemplo, chegou a convidá-lo para integrar a base oposicionista, sinalizando a possibilidade de Galdino disputar as eleições de 2026 pelo grupo contrário ao governador João Azevêdo.

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Após desentendimento, João e Galdino selam a paz: “O que os une é maior do que os que os separa”

 O governador João Azevêdo (PSB) disse não guardar ressentimentos em relação às recentes declarações do deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos), que não gostou de uma declaração do socialista sobre a sucessão em 2026.

Os dois se reuniram na manhã desta sexta-feira (24), na Granja Santana, uma semana após Galdino ter exposto publicamente as “insatisfações”.

Em uma entrevista no início da semana passada, João afirmou que, caso decida por antecipar a saída do governo para disputar o Senado, o vice-governador Lucas Ribeiro provavelmente seria um potencial candidato à reeleição. Galdino não gostou e seu entorno interpretou como se o governador tivesse alçado Lucas como seu candidato.

“Relação tranquila. Sempre digo que as pessoas têm direito a suas opiniões e isso é comum na política, as pessoas buscarem seus próprios espaços dentro de uma disputa, dentro daquilo que vai acontecer em 2026. Da minha parte, não guardo ressentimentos pessoais porque não transfiro discussões políticas para o lado pessoal”, afirmou João em entrevista ao Hora H durante visita ao Salão do Artesanato, na tarde desta sexta.

Declarou ainda que o encontro foi marcado pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba para formalizar um convite para abertura do período legislativo, que acontecer no próximo dia 4 de fevereiro. Os deputados Murilo Galdino (Republicanos) e Felipe Leitão (PSD) também estiveram presentes ao encontro.

“O presidente esteve lá [na Granja] de manhã para me convidar para que eu fizesse a abertura no próximo dia 4. Farei isso com o maior prazer e tivemos oportunidade de colocar na mesa aquilo que incomoda cada um”, complementou.

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Efraim Filho avalia cenário para 2026 e diz que “Governo vai ter fratura. Todos querem o mesmo lugar”

 O senador Efraim Filho (União) declarou em entrevista que a base do Governo João Azevêdo está prestes a rachar. Efraim previu que “o Governo vai ter fratura, não tem espaço pra todo mundo. Todos querem o mesmo lugar”.

Para as Eleições de 2026, cada chapa majoritária contará com quatro espaços, considerando as candidaturas de governador, vice-governador e duas para o Senado. Porém, segundo a análise de Efraim Filho, “não é que tem quatro espaços: os Ribeiro querem o Governo, Cícero Lucena quer o Governo, Adriano quer o Governo, o próprio Deusdeth tem a pretensão do Governo”.

“O governador João Azevêdo quando vai dizer que o plano A dele é disputar o Senado e com isso, logicamente, Lucas é o candidato ao Governo, gerou toda essa fratura exposta que nós estamos vendo”, segue o senador, Efraim Filho avalia que a senadora Daniella Ribeiro pretende continuar no cargo e que “na hora que um Ribeiro estiver com a caneta na mão, não será fácil. Quem espera ou pleiteia um espaço na chapa ficou com o pé atrás”.

Como destacou Efraim, três partidos disputam os quatro espaços na chapa do governador João Azevêdo: PSB, Republicanos e PP. “Um dos partidos vai ficar com duas vagas. O PP pode muito bem, que tem a caneta na mão, pleitear essas duas vagas dentro da chapa”, analisa. Para o senador, “dentro da aba do governo tem desarmonia, desconfiança. Isso não chegará bem a 2026”.

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