Ricardo Coutinho surpreende ao cumprimentar Gervásio de “meu senador”, no Auto de Natal da ALPB

 A julgar pelas declarações do presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia e o que tem dito o governador nos bastidores, muita coisa pode mudar em termos de candidaturas no Jardim Girassol. Gervásio admitiu em entrevista que pode ser candidato ao Senado se a conjuntura for favorável. “Não é o meu projeto, mas se o cavalo passar selado, eu monto”, disse.

Após a fala de Gervásio, agora foi a vez do governador Ricardo Coutinho (PSB) dá a gestos nessa direção. Segundo testemunhas contaram ao Blog do Anderson Soares, que o governador cumprimentou Gervásio nessa quarta-feira (20), durante o auto de natal da Assembleia Legislativa, como “meu senador”. A saudação surpreendeu a todos que estavam ao redor.

Tudo levar a crer que o gesto não passa de brincadeira, até porque na lógica política não caberiam dois socialistas numa mesma chapa. Caso João Azevedo seja candidato, é difícil visualizar Gervásio concorrendo ao Senado. Da mesma forma, se Lígia for candidata, uma das vagas é de Ricardo e ficaria inviável uma outra para Gervásio. Entretanto, Ricardo gosta de contagiar a lógica.

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Da Redação com Roberto Noticia e Anderson Soares

“DEM tem envergadura para compor majoritária”, avisa Efraim Filho

 Aliado de primeira hora do PSB desde a campanha eleitoral de 2010, o Democratas na Paraíba chegará a 2018 com o mesmo posicionamento de aliado.

Mas, dessa vez quer espaços. Segundo o deputado federal Efraim Filho (DEM), a legenda tem envergadura e nomes, seja para compor uma vice ou uma senatoria, sobretudo pelo tamanho que tem no Estado, com mais de 20 prefeituras situadas em importantes polos do território paraibano.

Os nomes cotados giram em torno do próprio Efraim Filho, e também do deputado estadual Raoni Mendes e do secretário e ex-senador Efraim Filho.

“O DEM está à disposição e tem envergadura política para compor a chapa majoritária, não necessariamente o meu nome e não necessariamente na vaga de vice. Você tem também duas vagas de senatoria e também tem outros nomes que podem compor esses espaços, são nomes técnicos, nomes políticos, nomes que estão chegando e podem agregar, a exemplo do deputado estadual Raoni Mendes, o ex-senador Efraim Morais, então o DEM nesse momento não trata de nomes, mas sim de presenças, de conjunto, de um partido que tem hoje 10% dos prefeitos da Paraíba, cerca de 20 prefeituras importantes, que irradiam polos regionais, a exemplo de Solânea no Brejo, Alhandra no Litoral Sul, São Bento no Sertão, só para citar alguns exemplos e por isso, nessa força política e nessa envergadura é que nós entendemos que temos capacidade sim de participar da chapa majoritária”, arrematou.

Em 2010 Efraim Morais disputou uma vaga ao Senado na chapa do governador Ricardo Coutinho. Em 2012 foi a vez do deputado Efraim Filho figurar como vice na chapa da socialista Estela Bezerra, na disputa pela prefeitura de João Pessoa. Desde então o partido não mais figurou na majoritária e espera em 2018 voltar a figurar na cabeça da chapa.

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Da Redação com Roberto Noticia

Ex-líder da oposição na ALPB diz não ter certeza sobre unidade do grupo na disputa ao Governo do Estado

 O ex-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, Renato Gadelha (PSC), não está bem certo de que o agrupamento político que integra no Estado marchará unido nas eleições de 2018. O motivo, na avaliação do parlamentar, é a decisão do PMDB de seguir confirmando a pré-candidatura da legenda ao Governo do Estado.

Com tantas pré-candidaturas postas, Gadelha avaliou que não tem como ter certeza da unidade das oposições. “Não tenho. Porque Maranhão diz que é candidato e não abre mão. Ele tem um partido grande, é um nome forte e já mostrou isso. Foi governador duas vezes, deputado, senador…”, salientou. O deputado avaliou que será necessário esperar as definições. “Não sei quais são os candidatos e se haverá uma mudança de pensamento. Se houver duas ou três (candidaturas) vamos fazer a escolha sabendo quem são os nomes. No momento é tudo hipótese”.

Por ora, as articulações mais avançadas parecem apenas dentro da família Gadelha. O deputado explicou que o grupo terá pelo menos um candidato ao legislativo estadual e um ao Congresso Nacional. “Quem pode disputar o Senado é Dalton Gadelha. Ele tem todas a condições e, se não for, será Leonardo Gadelha. Se alguém for chamado para majoritária facilita, mas não podemos antecipar a chapa porque vai depender das coligações”, justificou, em entrevista a uma rádio da Capital.

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Da Redação com Roberto Noticia

Cássio diz que até Pedro não iria compor chapa majoritária para ‘facilitar’ para Romero

 O senador Cássio Cunha Lima esteve nessa terça (19) no Master News e além de comentar sobre avanços do seu mandato, também adiantou planos para 2018.

O parlamentar começa relembrando que o seu “marco” legislativo em 2017 foi a Lei 1349, que garante um regime de cotas para pessoas com deficiência nas universidades públicas e nos institutos técnicos. Transposição do Eixo Leste e o foco de 2018 será a conclusão em 2018. De forma resumida, ele diz que sua atuação deu de forma ampla.

O senador avalia as recentes crises dentro do “ninho tucano” e diz que isso é coisa do passado. Segundo o senador o PSDB tem todas as chances de ocupar vagas entre os extremos Bolsonaro/Lula: “Alckmin não é carismático, mas o eleitor médio vai buscar estabilidade e segurança para ver o Brasil crescer”.

O momento delicado do impeachment da presidente Dilma Rousseff também entrou na pauta: “As pessoas que votaram em Dilma foram as pessoas que votaram em Temer. Quanto ao impeachment não há arrependimento, pois há crimes graves. Além disso a presidente não tinha mais governabilidade. O país estava se encaminhando para um precipício”. O senador citou como exemplo o desemprego, a falta de credibilidade, os juros e a inflação. “Minha declaração é muito clara, não era o impeachment, e sim novas eleições. Daria tempo de ter feito juntamente com as eleições municipais.

O governo de Michel Temer trouxe de positivo a conclusão da transposição: “Mas aí veio as delações da JBS e ficou impossível”.

Como o faro para a política vem de família, o senador não pode deixar de falar sobre suas convergências e diferenças com seu filho, Pedro Cunha Lima, deputado federal: “Tanto eu quanto Pedro temos críticas severas à reforma da previdência. Sempre fui defensor do trabalhador rural. Eu que ajudei a garantir o salário mínimo integral ao trabalhador rural e a redução da idade miníma do trabalhador do campo”.

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Ele garantiu que não acredita que Romero saia para ser senador: “Quem deixa uma prefeitura grande como Campina Grande, só abandona por um cargo maior, como governador. Romero tem apoio irrestrito e incondicional para concorrer ao cargo de governador. Estamos aguardando agora a resposta de Romero”.


Ao que parece a candidatura de Romero terá mesmo total apoio do Clã Cunha Lima. Cássio adianta que abrirá mão da reeleição no Senado caso Romero dispute o cargo de governador: “Isso facilitaria por não contar com dois nomes do PSDB para disputar na chapa majoritária”. Mas Cássio não é o único a colocar seu nome ao dispôr de Romero, Pedro Cunha Lima também não disputaria a chapa majoritária para “fazer espaço” para um nome indicado por Romero.

A união das oposições não causa grande comoção ao senador, que se mostra a favor da conversa: “Vamos procurar manter o diálogo para manter um candidato só. Mas não será o fim do mundo termos duas candidaturas. Tenho uma boa relação com Maranhão de trabalhar em conjunto com ele no Senado. E tem Cartaxo, que faz um grande trabalho por João Pessoa. Estamos levando isso com cuidado”.

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Da Redação com Roberto Noticia

 

Ricardo Coutinho diz que não tem plano B porque João Azevedo é o melhor plano

 O governador Ricardo Coutinho (PSB), disse que não tem ‘plano B’ para 2018 porque o melhor plano é João Azevedo, pré-candidato ao Governo do Estado, e que, na disputa nas regiões do estado, ele está “comendo pelas beiradas”.

“Em cada uma das regiões, você já percebe claramente a disputa, quando chega e quando se apresenta, João já está começando a comer pelas beiradas, igual aquele prato de para, que você come arrodeando, daqui a pouco você está no meio e acabou a disputa”, disse.

Ricardo disse que a pré-candidatura de João Azevedo tem uma grande facilidade pela qualidade do candidato, pela ficha limpa, pelo potencial e pelo conhecimento maior do que qualquer um outro dos que estão na praça. Segundo ele, João é o melhor perfil que o projeto do PSB tem, projeto que criou 1380 km de adutoras, 2.500 km de estradas, inaugura 60 escolas somente no próximo ano, que criou a rede de cardiologia pediátrica, que vai abrir o Hospital Metropolitano em Santa Rita e o de Oncologia em Patos.

“Esse projeto tem uma força muito grande por aquilo que faz, não é pela simpatia, o tapinha nas costas, de Ricardo, isso não entra no jogo; o que entra no jogo é o seguinte: a vida está melhor ou pior aqui dentro desse estado, apesar de toda essa loucura de Brasil? Está muito melhor”, disse Ricardo. “Eu vou defender esse legado”, assegurou, em entrevista ao programa Rádio Verdade, do sistema Arapuan de Comunicação.

Segundo Ricardo, seu governo não é um governo de uma nota só, tal como o de Cartaxo, que só fala em creche, e esquece do ensino fundamental, por exemplo.

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“PSB tem um nome que é João Azevêdo e o PDT tem que assimilar isso”, alerta Rosas

“PSB tem um nome que é João Azevêdo e o PDT tem que assimilar isso”, alerta Rosas sobre pretensões da legenda para lançar nome de Lígia

 As declarações do presidenciável Ciro Gomes (PDT) em apoio à candidatura da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) ao Governo da Paraíba, em 2018, continuam repercutindo, mas de forma, indiferente no jardim dos girassóis.

Depois do deputado estadual Gervásio Maia (PSB), e do governador Ricardo Coutinho (PSB), agora foi a vez do presidente estadual da legenda, Edvaldo Rosas, também frustrar as pretensões da sigla comandada pelo casal Feliciano.

O dirigente disse que respeita as movimentações do PDT, mas lembrou que o PSB tem candidato e que esse nome já está posto através da pessoa do secretário João Azevêdo (PSB).

"Cada partido tem seu projeto, o PSB tem seu candidato, que é João Azevedo. De forma pragmático, tem um nome natural, que é João Azevêdo, e o PDT vai ter que assimilar isso. O PSB tem o interesse de massificar o nome do companheiro João Azevedo, como já vem fazendo e vai continuar assim", avisou.

Ontem, durante passagem na Paraíba, o presidenciável Ciro Gomes e a cúpula nacional do PT ovacionaram o nome da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) como um ótimo nome para sucessão estadual.

Ricardo Coutinho (PSB), por sua vez, descartou uma mudança de planos e avisou que no Governo não há espaços para duas candidaturas, e por isso espera manter o PDT aliado em 2018.

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Da Redação com Roberto Noticia

Lançada pelo PDT, Lígia evita falar de candidatura nas eleições de 2018

 A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) evitou comentar sobre a defesa que o ex-ministro Ciro Gomes e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, fizeram de uma candidatura sua ao Governo do Estado.

Questionada sobre o assunto, Lígia Feliciano desconversou e disse que só discute assuntos relacionados as eleições no próximo ano.

“Eu não vou dizer que não vejo com orgulho quando cita meu nome mas a questão de candidatura é em 2018 quando vamos sentar e tomar as decisões”, pontuou Lígia em entrevista.

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Da Redação com Roberto Noticia com

Roberto Targino e Albemar Santos

Estela diz que população se sente acuada e amedrontada em vez de protegida pela Polícia na Paraíba

 Um pronunciamento da deputada socialista Estela Bezerra, na Comissão de Constituição e Justiça, surpreendeu os presentes. Em determinado momento, a presidente da CCJ afirmou que a população, sobretudo nas áreas mais vulneráveis, se sente mais acuada e amedrontada, do que protegida com a presença da Polícia.

Em áudio captado pelo jornalista Thiago Morais, na Assembleia Legislativa, a deputada afirma: “Digo isso com a tranquilidade de quem transita nas comunidades mais vulneráveis dessa cidade, sabendo que muitos trabalhadores e trabalhadoras que ali estão se sentem mais acuados do que protegidos com a presença da Polícia.”

E ainda: “Mas com relação à polícia, muitas vezes chegamos em uma situação que tem polícia, não é só pela situação de violência, mas a gente se afasta, amedrontado com a violência e às vezes com a própria postura da polícia.”

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Da Redação com Roberto Noticia
 

Manoel Júnior vive a expectativa de ser o prefeito de João Pessoa

 O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, do PMDB, tem deixado escapar em conversas informais que está absolutamente confiante na hipótese de assumir a titularidade plena do cargo a partir de janeiro de 2019. A hipótese só será viável se o prefeito Luciano Cartaxo, do PSD, lograr vitoriar na disputa ao governo do Estado no próximo ano. A projeção é de que por conta da campanha de 2018 Júnior venha a ser mais exigido nas tarefas administrativas, enquanto Cartaxo ganha liberdade e espaço para pavimentar a candidatura ao Palácio da Redenção num páreo ainda indefinido.

Uma vez efetivado prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior terá a possibilidade de concorrer à reeleição em 2020. Na prática, ele estará resolvendo uma “Sena” acumulada que possui em relação a cargos administrativos em João Pessoa. Em 2004, Júnior foi indicado pelo PMDB para vice de Ricardo Coutinho à prefeitura. A chapa foi vitoriosa, selando a coligação PMDB-PSB. Ricardo, porém, não abriu espaços para a ascensão de Júnior, que praticamente passou em “brancas nuvens”. Em represália, o peemedebista decidiu candidatar-se a deputado federal em 2006, obtendo resultado positivo.

Por três vezes prefeito de Pedras de Fogo, Manoel Júnior foi deputado estadual e, na Câmara, aprofundou o conhecimento e a discussão dos temas municipalistas. Fontes ligadas ao prefeito Luciano Cartaxo garantem que a relação entre ele e o vice é de absoluta confiança. Júnior tem sido útil para encaminhar, em Brasília, demandas administrativas que estão congeladas. Utiliza como trunfo as relações com pessoas influentes que costurou quando do exercício do mandato federal. Ele percorre com desenvoltura gabinetes de ministérios e outros escalões do governo de Michel Temer, pegando “carona” no fato de ser filiado ao partido do presidente. “Os dois tocam de ouvidos e essa afinidade é essencial para uma campanha estruturada”, revela uma fonte ligada a Júnior, comentando sua relação com Luciano, que, aliás, lhe transferiu o cargo em algumas ocasiões, devido a viagens ao exterior.

Um problema para Júnior, em tese, seria a articulação do senador José Maranhão para o PMDB ter candidato próprio ao governo da Paraíba em 2018, na figura do próprio Maranhão. O atual vice-prefeito de João Pessoa, pelo estatuto partidário, teria que se engajar no palanque de Maranhão. O próprio senador José Maranhão já fez insinuações a respeito, afirmando que é mais vantajoso para o PMDB ter o governo do Estado do que a prefeitura de João Pessoa. Júnior confia, porém, em que esse contencioso será resolvido na base do diálogo – e, providencialmente, evita alimentar atritos com peemedebistas.

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Da Redação com Roberto Noticia e
Nonato Guedes

 

 

Governador Ricardo Coutinho pensa que é Lula e também vai tentar eleger a sua Dilma

 Assim como o ex-presidente Lula, em 2010, o governador Ricardo Coutinho também tentará eleger seu sucessor, em 2018. Proporções a salvo, a narrativa de ambos é bem parecida. RC acredita que faz um bom governo e este merece ter continuidade nas mãos de um “técnico” sem experiência no executivo e até então desconhecido do eleitorado.

Dilma era pra Lula o que João Azevedo é hoje para Ricardo Coutinho; um braço direito. Mas o tempo mostrou que a “técnica” de Lula foi a presidente mais despreparada da história do Brasil, com dificuldades até para fazer um simples discurso à nação. Decisões político e econômicas equivocadas fez o Brasil se aprofundar ainda mais numa crise internacional originada na queda dos preços das commodities.

No plano nacional, Dilma será um eterno exemplo para desconstruir a estratégia retórica de presidentes que tentem eleger novamente um poste sem a mínima experiência administrativa. Porque ser secretário e ministro é uma coisa, mas pra comandar um Estado/Nação é preciso muito mais que um simples “rótulo” de técnico.

Diante de uma crise que ainda se arrasta e de fatos políticos tão recentes, será que o eleitor paraibano vai comprar esse discurso do sucessor “técnico”, mas sem história, serviço prestado, experiência administrativa e jogo de cintura na política?

O poste do Lula custou (e ainda custa) muito caro ao País, pois foi o poste do PT que pariu o vampiro Temer.

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