“PSB tem um nome que é João Azevêdo e o PDT tem que assimilar isso”, alerta Rosas

“PSB tem um nome que é João Azevêdo e o PDT tem que assimilar isso”, alerta Rosas sobre pretensões da legenda para lançar nome de Lígia

 As declarações do presidenciável Ciro Gomes (PDT) em apoio à candidatura da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) ao Governo da Paraíba, em 2018, continuam repercutindo, mas de forma, indiferente no jardim dos girassóis.

Depois do deputado estadual Gervásio Maia (PSB), e do governador Ricardo Coutinho (PSB), agora foi a vez do presidente estadual da legenda, Edvaldo Rosas, também frustrar as pretensões da sigla comandada pelo casal Feliciano.

O dirigente disse que respeita as movimentações do PDT, mas lembrou que o PSB tem candidato e que esse nome já está posto através da pessoa do secretário João Azevêdo (PSB).

"Cada partido tem seu projeto, o PSB tem seu candidato, que é João Azevedo. De forma pragmático, tem um nome natural, que é João Azevêdo, e o PDT vai ter que assimilar isso. O PSB tem o interesse de massificar o nome do companheiro João Azevedo, como já vem fazendo e vai continuar assim", avisou.

Ontem, durante passagem na Paraíba, o presidenciável Ciro Gomes e a cúpula nacional do PT ovacionaram o nome da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) como um ótimo nome para sucessão estadual.

Ricardo Coutinho (PSB), por sua vez, descartou uma mudança de planos e avisou que no Governo não há espaços para duas candidaturas, e por isso espera manter o PDT aliado em 2018.

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Da Redação com Roberto Noticia

Lançada pelo PDT, Lígia evita falar de candidatura nas eleições de 2018

 A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) evitou comentar sobre a defesa que o ex-ministro Ciro Gomes e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, fizeram de uma candidatura sua ao Governo do Estado.

Questionada sobre o assunto, Lígia Feliciano desconversou e disse que só discute assuntos relacionados as eleições no próximo ano.

“Eu não vou dizer que não vejo com orgulho quando cita meu nome mas a questão de candidatura é em 2018 quando vamos sentar e tomar as decisões”, pontuou Lígia em entrevista.

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Da Redação com Roberto Noticia com

Roberto Targino e Albemar Santos

Estela diz que população se sente acuada e amedrontada em vez de protegida pela Polícia na Paraíba

 Um pronunciamento da deputada socialista Estela Bezerra, na Comissão de Constituição e Justiça, surpreendeu os presentes. Em determinado momento, a presidente da CCJ afirmou que a população, sobretudo nas áreas mais vulneráveis, se sente mais acuada e amedrontada, do que protegida com a presença da Polícia.

Em áudio captado pelo jornalista Thiago Morais, na Assembleia Legislativa, a deputada afirma: “Digo isso com a tranquilidade de quem transita nas comunidades mais vulneráveis dessa cidade, sabendo que muitos trabalhadores e trabalhadoras que ali estão se sentem mais acuados do que protegidos com a presença da Polícia.”

E ainda: “Mas com relação à polícia, muitas vezes chegamos em uma situação que tem polícia, não é só pela situação de violência, mas a gente se afasta, amedrontado com a violência e às vezes com a própria postura da polícia.”

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Da Redação com Roberto Noticia
 

Manoel Júnior vive a expectativa de ser o prefeito de João Pessoa

 O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior, do PMDB, tem deixado escapar em conversas informais que está absolutamente confiante na hipótese de assumir a titularidade plena do cargo a partir de janeiro de 2019. A hipótese só será viável se o prefeito Luciano Cartaxo, do PSD, lograr vitoriar na disputa ao governo do Estado no próximo ano. A projeção é de que por conta da campanha de 2018 Júnior venha a ser mais exigido nas tarefas administrativas, enquanto Cartaxo ganha liberdade e espaço para pavimentar a candidatura ao Palácio da Redenção num páreo ainda indefinido.

Uma vez efetivado prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior terá a possibilidade de concorrer à reeleição em 2020. Na prática, ele estará resolvendo uma “Sena” acumulada que possui em relação a cargos administrativos em João Pessoa. Em 2004, Júnior foi indicado pelo PMDB para vice de Ricardo Coutinho à prefeitura. A chapa foi vitoriosa, selando a coligação PMDB-PSB. Ricardo, porém, não abriu espaços para a ascensão de Júnior, que praticamente passou em “brancas nuvens”. Em represália, o peemedebista decidiu candidatar-se a deputado federal em 2006, obtendo resultado positivo.

Por três vezes prefeito de Pedras de Fogo, Manoel Júnior foi deputado estadual e, na Câmara, aprofundou o conhecimento e a discussão dos temas municipalistas. Fontes ligadas ao prefeito Luciano Cartaxo garantem que a relação entre ele e o vice é de absoluta confiança. Júnior tem sido útil para encaminhar, em Brasília, demandas administrativas que estão congeladas. Utiliza como trunfo as relações com pessoas influentes que costurou quando do exercício do mandato federal. Ele percorre com desenvoltura gabinetes de ministérios e outros escalões do governo de Michel Temer, pegando “carona” no fato de ser filiado ao partido do presidente. “Os dois tocam de ouvidos e essa afinidade é essencial para uma campanha estruturada”, revela uma fonte ligada a Júnior, comentando sua relação com Luciano, que, aliás, lhe transferiu o cargo em algumas ocasiões, devido a viagens ao exterior.

Um problema para Júnior, em tese, seria a articulação do senador José Maranhão para o PMDB ter candidato próprio ao governo da Paraíba em 2018, na figura do próprio Maranhão. O atual vice-prefeito de João Pessoa, pelo estatuto partidário, teria que se engajar no palanque de Maranhão. O próprio senador José Maranhão já fez insinuações a respeito, afirmando que é mais vantajoso para o PMDB ter o governo do Estado do que a prefeitura de João Pessoa. Júnior confia, porém, em que esse contencioso será resolvido na base do diálogo – e, providencialmente, evita alimentar atritos com peemedebistas.

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Da Redação com Roberto Noticia e
Nonato Guedes

 

 

Governador Ricardo Coutinho pensa que é Lula e também vai tentar eleger a sua Dilma

 Assim como o ex-presidente Lula, em 2010, o governador Ricardo Coutinho também tentará eleger seu sucessor, em 2018. Proporções a salvo, a narrativa de ambos é bem parecida. RC acredita que faz um bom governo e este merece ter continuidade nas mãos de um “técnico” sem experiência no executivo e até então desconhecido do eleitorado.

Dilma era pra Lula o que João Azevedo é hoje para Ricardo Coutinho; um braço direito. Mas o tempo mostrou que a “técnica” de Lula foi a presidente mais despreparada da história do Brasil, com dificuldades até para fazer um simples discurso à nação. Decisões político e econômicas equivocadas fez o Brasil se aprofundar ainda mais numa crise internacional originada na queda dos preços das commodities.

No plano nacional, Dilma será um eterno exemplo para desconstruir a estratégia retórica de presidentes que tentem eleger novamente um poste sem a mínima experiência administrativa. Porque ser secretário e ministro é uma coisa, mas pra comandar um Estado/Nação é preciso muito mais que um simples “rótulo” de técnico.

Diante de uma crise que ainda se arrasta e de fatos políticos tão recentes, será que o eleitor paraibano vai comprar esse discurso do sucessor “técnico”, mas sem história, serviço prestado, experiência administrativa e jogo de cintura na política?

O poste do Lula custou (e ainda custa) muito caro ao País, pois foi o poste do PT que pariu o vampiro Temer.

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Da Redação com Roberto Noticia e Alan Kardec

João Pessoa ganhará o seu primeiro BRT; investimento de R$ 112 milhões

 A Prefeitura Municipal de João Pessoa lançou, na quinta-feira (30), o edital para a realização do procedimento licitatório para implantação do BRT no corredor da Pedro II. Com obras orçadas em R$ 112 milhões, através de recursos do Governo Federal e contrapartida do município, esta primeira etapa da Rede Integrada de Corredores de Transporte Público da Capital fará a ligação do Centro de João Pessoa à Zona Sul, com a instalação de um Terminal de Integração Central no Varadouro e um terminal no bairro de Mangabeira, para receber as linhas dos bairros da região. O edital foi publicado na edição desta quinta-feira (30) do Diário Oficial da União (DOU).

Este é o primeiro dos quatro corredores que integram o planejamento da implantação do BRT em João Pessoa a passar para a fase do procedimento licitatório. Os demais corredores (Epitácio Pessoa, Cruz das Armas e 2 de Fevereiro) serão licitados à medida que o Governo Federal descontingenciar os recursos do PAC Mobilidade Grandes Cidades, contingenciados em virtude da crise econômica. Todos os corredores convergirão no Terminal de Integração Central no Varadouro – que já será construído junto às obras do Corredor Pedro II – para abrigar todas as linhas de João Pessoa e Região Metropolitana.

De acordo com a secretária de Planejamento, Daniela Bandeira, o prazo para a realização do processo de licitação é de aproximadamente três meses (90 dias), período no qual as empresas se candidatarão para participar e ser escolhida a melhor proposta para a administração pública. “Vamos iniciar a execução das obras com o Corredor Pedro II para ligar o Centro de João Pessoa à região mais populosa da cidade e que está em franco crescimento. Ele irá facilitar o deslocamento dos moradores desta região e interligar as linhas através dos terminais”, afirmou.

O superintendente de Mobilidade Urbana (Semob), Carlos Batinga, destacou que com a implantação do Corredor Pedro II, as linhas de bairro serão alimentadas pela linha principal através do terminal de integração, priorizando a circulação do transporte público nas interseções, inclusive nos semáforos, além de permitir o controle total da operação do sistema e a padronização das calçadas ao longo de todo o corredor.

“O BRT contribuirá para termos uma redução do número excessivo de ônibus circulando nos corredores, no tempo de viagem, nos níveis de emissão de gases poluentes, entre outras coisas. Além disso, ofereceremos mais conforto, frequência e confiabilidade para os usuários do transporte público”, destacou Carlos Batinga.

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Da Redação com Roberto Noticia

Projeto do Centro Administrativo do Governo Ricardo Coutinho ficou só na promessa

 O governador Ricardo Coutinho, ganhou fama de ser um bom administrador. Mas, me parece que entre a realidade e a promessa, existe uma distância muito longa. Hoje, o governador repete o mesmo ato dos administradores do passado, que costumavam lançar pedra fundamental, para tudo que erra obra e em seguida ficava apenas no papel, digo isto em relação o tão famoso Centro Administrativo da Paraíba. Obra fundamental para o funcionamento da maioria das secretarias e Órgãos do estado.

O assunto ficou no esquecimento da população, e até agora o projeto se quer saiu do papel. Entendo que o Estado tem inúmeras demandas de prioridades, porém, o anúncio de obra de tamanho importância, não pode ficar no esquecimento, apenas na vontade.

Vejam a seguir na integra matéria publicada nos principais veículos de comunicação, onde o governador Ricardo Coutinho relato o que seria o novo Centro Administrativo da Paraíba.

O Governo do Estado deve iniciar em junho a construção de um novo Centro Administrativo, orçado em R$500 milhões. O novo prédio vai ficar situado na Costa do Sol, em uma área pertencente ao Estado, nas proximidades do Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima. O Centro será construído por contrato de parceria público privada (PPP) que terá duração de 35 anos.

A PPP foi firmada com as empresas KPMG e CPD, que já apresentaram projeto inicial aos secretários de Estado e ao governador Ricardo Coutinho (PSB), que pediu a readequação de alguns trechos, a exemplo de um prédio de oito andares para abrigar um elevado número de servidores. O pedido foi feito para que não haja degradação e poluição visual da área.

O governador solicitou aos secretários um levantamento referente aos gastos de cada pasta com segurança, limpeza, água e energia. A obra deve ser executada em até 4 anos, sendo dividida em duas fases: a primeira entregue em 2 anos e a segunda em mais 2 anos. Com a PPP, o Governo do Estado deve reduzir uma série de gastos.

O novo complexo administrativo vai reunir todas as secretarias de Estado. A parceria deve ser efetivada pelo governador Ricardo Coutinho em janeiro, quando serão iniciados os trâmites burocráticos. A partir da PPP, as duas empresas terão um período de 20 anos para explorar serviços de vigilância e limpeza do novo Centro.
Conforme o projeto, 70% dos recursos serão empregados nas obras civis para construção das quatro torres: portaria e atendimento ao cidadão, sede administrativa do governador, e dois prédios administrativos. O projeto apresentado prevê a aplicação de 24% dos recursos em imobiliário, enquanto outros 6% serão empregados na aquisição de equipamentos e sistemas, como geradores e nobreaks, controle de acesso e segurança, e limpeza de fachadas.

Durante solenidade de diplomação dos eleitos, no último dia 17, o governador Ricardo Coutinho afirmou que a construção de um novo Centro Administrativo estava sendo discutida e destacou os valores elevados que o Governo do Estado tem empenhado para pagamentos de aluguel de imóveis.

“Nosso Centro Administrativo é da década de 70, o nosso prédio na Epitácio Pessoa foi interditado pelo Ministério Público do Trabalho causando um prejuízo enorme porque aumentou muito o nosso custeio de locação de imóveis. É um quadro muito difícil então, estamos pensando e discutindo”, disse o governador.

O Governo do Estado ainda vai definir o que será feito com o atual prédio do Centro Administrativo após a conclusão das obras do novo complexo, contudo, a maior probabilidade é que o prédio seja vendido.

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Da Redação com Roberto Noticia

 

Por que o governador começou a sofrer seguidas derrotas no TJ, MP e TCE?

 Algo de novo está ocorrendo na relação entre o governador Ricardo Coutinho, setores do Judiciário, Ministério Público e até Tribunal de Contas do Estado. Após navegar em céu de brigadeiro, sem ser praticamente incomodado, ao longo de seu mandato, quando ganhou praticamente todas as demandas em que se envolveu, eis que trovoadas começam a ser formar no horizonte.

Judiciário – Num curto espaço de tempo, três decisões do desembargador Fred Coutinho, suspendendo a votação da LOA 2018 (Lei Orçamentária Anual), por conta da redução em repasses orçamentários decretados pelo governador contra Ministério Público, Tribunal de Justiça e Defensoria Pública, surpreenderam a praça. Foi um fato novo, sem dúvida. O governador terá de recuar, ou a crise se agrava. Também tem perdido ações para a UEPB.

Em três decisões, certamente históricas, a juíza Flávia Lins Cavalcante (1ª Vara da Fazenda) também fez o governador perder a empáfia, cumprir suas sentenças, e ainda teve uma multa aplicada em sua conta pessoal. A magistrada, certamente alertada pelo hábito do governador de descumprir decisões, primeiro se respaldou em denúncia remetida à ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça.

MPPB – Poucas semanas após a posse do novo procurador-geral de Justiça, Seraphico da Nóbrega, o Ministério Público do Estado, pelo visto, deu sequência a várias investigações contra autoridades governamentais, que, aparentemente, estavam tomadas de mofo em gavetas no MPPB. A mais emblemática delas, o famoso propinoduto, cujo inquérito policial havia sofrido curiosa combustão espontânea.

TCE – Já o Tribunal de Contas do Estado, de forma também surpreendente, acompanhou decisão do conselheiro Fernando Catão e suspendeu o programa Empreender PB, após auditorias identificarem várias irregularidades que, a rigor, a rigor, deveriam ter sido flagradas desde 2014, durante as eleições, quando, segundo o Ministério Público Eleitoral, choveram ilegalidades na liberação de recursos públicos. Há inclusive uma ação que pede a cassação do governador por essas razões.

Final de mandato – Duas razões parecem explicar essa alteração na meteorologia política do Estado. A primeira delas, a mudança no comando do TJ e do Ministério Público do Estado. Depois, obviamente, o afunilamento do final de mandato do governador. A curva descendente já se iniciou, está claro. Será o momento do governador começar a colher tudo que plantou, especialmente no capítulo das perversidades.

Fora da curva – Como nem tudo são flores, a Assembleia Legislativa e o Tribunal Regional Eleitoral seguem como um ponto fora da curva. A submissão do Legislativo beira ao servilismo. O governador aprova tudo que quer, a toque de caixa quando necessário, sem enfrentar uma marola sequer. Uma situação que, aliás, reflete a relação do presidente da Casa, deputado Gervásio Filho, com o governador.

E o TRE? Bem, o TRE não é preciso dizer muito. Enquanto o contribuinte é chamado a trabalhar para pagar todas as suas contas, inclusive dos feitos eleitorais, os integrantes do Tribunal, certamente esfalfados com tantas tarefas, parecem flanar acima dos mortais, e não conseguem tempo sequer para julgar ações como essa AIJE do Empreender. Resta esperar que a História faça esse julgamento.

Helder Moura

Governador Ricardo Coutinho pode fazer reforma administrativa em janeiro

 O governador Ricardo Coutinho (PSB) pode antecipar para o mês de janeiro a reforma administrativa que terá que realizar em 2018 devido ao prazo de desincompatibilização de secratários, deputados e servidores públicos que vão disputar as eleições estaduais de 2018 e ocupam cargos no Governo do Estado.

A revelação foi feita pelo secretário estadual de Comunicação, Luís Tôrres, durante entrevista ao programa Correio Debate, da 98 FM de João Pessoa.

"O governador pode sim realizar uma reforma administrativa em janeiro", admitiu Tôrres.

Hoje, o prazo de desincompatibilização varia de acordo com o cargo público. Pela legislação vigente, ministros, secretários de Estado e municipais, auditores fiscais, diretores e superintendentes de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista têm de deixar os postos no mínimo seis meses antes da disputa, ou seja, em abril. Já dirigentes de entidade de classe, quatro meses antes, e servidores públicos em geral, três meses antes.

Olenka sinaliza saída da PMJP para marchar ao lado do PMDB em 2018

 As previsões que repercutiram essa semana em setores da imprensa paraibana de que filiados do PMDB estariam limpando as gavetas para deixar a gestão Luciano Cartaxo, na prefeitura de João Pessoa, estão prestes a se concretizar. Pelo menos foi isso que a secretária Olenka Maranhão (PMDB) deixou escapar, ao não descartar a saída do governo municipal para continuar marchando ao lado do PMDB.

Segundo Olenka, ela só está na prefeitura por uma indicação do PMDB e, caso o senador José Maranhão (PMDB) siga com a intenção de lançar candidatura própria da sigla em 2018, ela optará por permanecer ao lado do PMDB.

“Eu sou uma indicação do PMDB, componho a honrosa equipe de Cartaxo, tento contribuir com as ações administrativas. Mas essas discussões de 2018 devem ser melhor estabelecidas no ano de 2018. Eu acho que temos que ter a maturidade de discutir no momento certo. Mas a minha indicação é do PMDB. Eu não tenho mandato de secretária, meu mandato é do partido”, avisou.

Apesar das declarações, Olenka disse que defende a construção de um entendimento das oposições.

“Acho que isso é importante, até porque convivemos nesse grupo de oposição, mas se, de fato o senador José Maranhão se apresentar como postulante em 2018, eu como filiada ao PMDB apoio a intenção dele. Eu costumo fazer as coisas ás claras”, arrematou.

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