A batalha perdida da Globo e a morte prematura do governo paralelo – Por Gilvan Freire

 O pânico social ainda é grande, mas o povo brasileiro parece perceber que é bem menor do que a Globo o vinha infundindo no país por interesses escusos.
A Globo induz tanto ao confinamento e ao caos que durante seus jornais todos ficam com a falsa sensação de que a morte está nas ruas e não nas pessoas.
É como se o mundo tivesse infestado de um gás letal que matará aqueles que tiverem de abrir a porta e sair de casa.
A velha loba desdentada fez isso para prender a sociedade pelo terror, assim como já fez noutros tempos prendendo pelo controle da comunicação e da informação subsidiados por governos podres.
Desamojada das tetas oficiais, não resta a Globo senão encurralar o Estado através de movimentos de sublevação em hora de depressão social .
O coronavírus chegou quando a fera ferida cambaleava e ninguém socorria, mas seus urros ofegantes ainda eram ecoados em vários pontos do território nacional.
Até que outros predadores zambeteiros, antigos desafetos e inimigos, não menos acossados e caçados pela ira popular, viessem se juntar no esforço de salvação do bando.
E aí se forma, circunstancialmente, o maior conglomerado de bichos de rapina que o país teve, unidos pelo instinto de sobrevivência e pelo cheiro de carniças.
Globo, lulopetistas, Maia, Alcolumbre, ex-tudo e ex-nada, prisioneiros, delinquentes habituais, jornalistas engajados, acadêmicos sem cátedra, escritores sem leitores, todos se unem na vala comum.
Mas, qual seria o objetivo final dessa fauna de animais decadentes que mistura espécies zangas tão diferentes entre si?
O objetivo – o último objetivo dessa coalizão de saqueadores de cofres públicos – , é criar um governo paralelo, derrubar o governo que os enfrenta e soterrar a maioria eleitoral.
O plano , contudo, caminha para o fiasco. A Globo está perdendo a guerra do isolamento absoluto para o distencionamento gradual iminente, e o povo recobra a razão inevitável de como viver.
Os esquerdistas voltam a falar mal da Globo para não ficarem assemelhados a ela; Maia e Alcolumbre e governantes globelezas afrouxam com medo do povo; e vai se desfazendo o golpe político do Covid-19.

Bolsonaro completa mil dias de um governo marcado por retrocesso e mortes

 Jair Messias Bolsonaro (sem partido) completou esta semana mil dias de governo. Desde janeiro de 2019, quando assumiu a presidência, o Brasil sofre com o negacionismo de um líder que não pensou e ainda não pensa nos milhões de brasileiros que o elegeu.

Hoje, atingimos a marca de 14,7 milhões de desempregados; assistimos na TV, todos os dias, o aumento de impostos, inflação, menos comida na mesa e mais contas para pagar.

Definitivamente, a vida da maioria dos brasileiros piorou!

Temos um Brasil mais pobre, mais faminto, mais envergonhado (nacional e internacionalmente) e mais doente.

Enquanto os milhões de brasileiros sofrem, Bolsonaro articula para sua próxima campanha; diga-se de passagem, sua próxima ilusória campanha.

Durante esses mil dias, entrou ministro, saiu ministro. Trocas e trocas de integrantes do governo. Instabilidade a todo o momento. Denúncias, mentiras e mais mentiras. Escândalos e mais mentiras. Bolsonaro e sua família sempre envolvidos em investigações.

São tantas quedas, ataques à própria democracia, que não cabe enumerar.

Fake news, Kit Covid – sem eficácia comprovada -, xingamentos, tensões …

A mais recente, em seu discurso na ONU – além de todas as mentiras – afirmou que pagou um benefício de 800 dólares, ou seja, mais de R$ 4270 ao brasileiros no chamado Auxílio Emergencial do Governo Federal durante o ápice da pandemia da Covid-19. Quem vai pagar essa conta?

Em primeiro de junho, Bolsonaro tirou sarro da cara dos trabalhadores afirmando que “quem quer mais [auxílio emergencial] é só ir no banco e fazer empréstimo”.

Ele já afirmou – diversas vezes – que comprar fuzis é melhor que comprar feijões.

Apesar de tudo e diante de um país mais destruído, Bolsonaro venceu! Ainda são 11% dos brasileiros que o apoiam.

Políticos, no “Papo de Segunda”, da GNT

 Imagino todos sabermos que GNT corresponde a um canal de televisão, que é brasileiro e “por assinatura”, em cuja grade consta, atualmente, o programa “Papo de Segunda”, apresentado – claro que às segundas feiras – já ao final da noite. Nesse “bate-papo” normalmente estão Fábio Porchat (o coordenador), Emicida (renomado “rapper”), João Vicente (ator e publicitário), Francisco Bosco (jornalista e ex-presidente da Funart) e, a cada vez, um convidado especial.

No mais recente programa (dia 27), na pauta desse “papo” constou a questão de nossa representação política e o quanto ela é – ou não é – representativa do povo e se realmente os eleitos estão empenhados na defesa dos interesses coletivos ou se bem mais de seus interesses pessoais.

Em artigos anteriores já expressei meu pensar de que as normas eleitorais enquanto dependerem da aprovação dos próprios integrantes do Congresso Nacional, estas normas tenderão a favorecer a “continuidade” dos mesmos mandatários, jamais a “renovação”. Só quando o Congresso Nacional tiver a hombridade de convocar segmentos sociais bem representativos, com especialistas da ciência política, para a elaboração de projeto com essa finalidade de regramento político-eleitoral, submetendo-o a um plebiscito ou “referendum”… aí, sim, a Nação poderá estar bem representada e continuamente renovada, porquanto obviamente a “renovação” estará imposta por força de dispositivos nesse sentido.

Quem acompanha meus escritos pode lembrar que aspiro ver, nessas regras eleitorais, condicionamentos tipo “para candidatar-se a governador, que já tenha exercido mandato de prefeito”; “para candidatar-se a presidente, que já tenha exercido o cargo de governador”; “para candidatar-se a deputado estadual, uma pré-condição é já ter atuado como vereador”; e assim sucessivamente: para deputado federal, ter sido deputado  estadual; para senador, ter integrado a Câmara Federal. Em todos os casos, porém, com a determinação limitativa de mandatos, como, por exemplo, o de duas vezes para cada cadeira legislativa.  E que também houvesse uma mais rigorosa limitação aos vínculos familiares. Diferentemente disso não haverá renovação política no grau que a sociedade aspira. E aqui na Paraíba há exemplos bem ilustrativos dessa falta (ou dificuldade) de renovação.

A propósito, em um destes recentes dias, eu sintonizado na TV Senado, eis que assisto a um pronunciamento do senador, por Santa Catarina, Espiridião Amim!… E aí, surpreso, pergunto ao meu genro, advogado Rafael Coelho, que se encontrava ao meu lado: – “E Espiridião ainda continua senador?!…”. Com o “sim” de meu genro, também um “por que?” que ele me expressa. E eu respondí: – “Em meados dos anos 90 eu estava como diretor institucional do Conselho  Federal  de Administração e minha diretoria promoveu um jantar no Hotel São Marcos (Brasília) para o  qual convidou administradores com assento no Senado ou Câmara Federal para debatermos questões do interesse desta nossa categoria profissional. Representando a Paraíba esteve o então senador Ney Suassuna. Representando Santa Catarina, Espiridião Amim. São passados mais de 20 anos… Espiridião Amim continua senador?!… Com esse direito de reeleição, ilimitadamente, há como se esperançar renovação da (e na) política?!…”.

TJPB derruba lei que exigia atendimento policial feminino para mulheres vítimas de violência

 O Tribinal de Justiça da Paraíba (TJPB) derrubou lei aprovada pela Assembleia Legislativa que exige atendimento obrigatório fminino para mulheres vítimas de violência. A decisão foi proferida pelo Pleno em julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade, movida pelo governo estadual. A Lei Estadual nº 11.319, de 24 de abril de 2019, dispõe sobre a obrigatoriedade em todas as Delegacias de Polícia do Estado da Paraíba. A relatoria do processo foi da desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti.

A Lei, de autoria do deputado estadual Ricardo Barbosa, estabelece em seu artigo 1º que “o atendimento às mulheres vítimas de violência e o respectivo procedimento específico, nos quais as circunstâncias do caso recomendem o atendimento especializado, deverá ser realizado por policial do sexo feminino em todas as Delegacias de Polícia do Estado da Paraíba”. Já o parágrafo único do citado artigo diz que o atendimento não poderá ser feito por policiais do sexo masculino mesmo por ocasião de licenças, férias ou afastamentos previstos em lei ou regulamento.

Segundo o governador do Estado, João Azevêdo (Cidadania), tal legislação contém vício formal de inconstitucionalidade, por afronta ao artigo 63, § 1º, II, b, da Constituição Estadual, dispositivo que, guardando simetria com o artigo 61, §1º, II, b, da Constituição Federal, estabelece ser de competência do Chefe do Poder Executivo a iniciativa de Lei que disponha sobre organização administrativa.

A relatora do processo entendeu que a norma questionada usurpou iniciativa privativa do Chefe do Poder Executivo, o qual detém atribuição exclusiva para iniciar projeto de lei que verse sobre a organização administrativa. “Frise-se, por oportuno, que a obrigatoriedade, sem exceções, da presença de policiais do sexo feminino nos atendimentos acarreta em determinação irrazoável ao Chefe do Poder Executivo, tendo em vista a necessidade de reorganização administrativa sumária, sem a presença de um planejamento prévio relativo ao grupo de pessoal, estrutura das delegacias, entre outras questões inerentes ao funcionamento das unidades”, ressaltou a desembargadora-relatora.

 

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PP da Paraíba e de outros Estados impõem resistência à filiação de Bolsonaro, diz jornal

Por Josival Pereira

O PP da Paraíba e o deputado Aguinaldo Ribeiro estariam impondo resistência à filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido juntamente com lideranças de diversos outros Estados e de outras legendas. 

A informação consta de reportagem publicada no jornal Extra, edição deste domingo, com o título “PP, Republicanos e PSL e PL impõem resistências a planos de filiação de Bolsonaro”. Os principais problemas ocorreriam nos Estados, onde as legendas já têm alianças adiantadas. 

No caso específico do PP, segundo a reportagem, além de parte da legenda já se preparar para declarar apoio ao ex-presidente Lula,  Bolsonaro estaria encontrando resistência nos diretórios dos Estados nordestinos da Bahia, Maranhão, Pernambuco e Paraíba. 

Na matéria, existe um parágrafo que cita o deputado Aguinaldo Ribeiro: “Outro nome de destaque entre os que não são alinhados a Bolsonaro é Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), próximo ao ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ). No início do ano, decidiu não apoiar o candidato do Planalto à presidência da Câmara, o colega de partido Arthur Lira. Ex-ministro das Cidades de Dilma Rousseff, Ribeiro é contra a entrada de Bolsonaro no partido”.

Diálogo nos Estados

Em relação ao PP, a reportagem mostra ainda que Bolsonaro teria dificuldades em entrar na legenda em São Paulo, onde o Progressistas integra o governo João Dória, e ainda de concretizar seu plano de ter o controle do partido para o filho Eduardo Bolsonaro. 

Os próprios aliados de Bolsonaro no PP reconhecem que o partido tem uma característica de respeitar os diálogos regionais e conferir independência aos diretórios estaduais, o que dificultaria o alinhamento total com a campanha do atual presidente. 

Julian Lemos

Enumerando os problemas que o presidente Bolsonaro encontra para se filiar ao Republicanos, PL e PSL, a matéria do jornal Extra revela que, recentemente, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP), tentou convencer o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, a reabrir diálogo com o presidente da República em torno da possibilidade de seu retorno à legenda. 

A notícia destaca que o diálogo não evoluiu e registra que o presidente regional do PSL, deputado Julian Lemos, reiterou que não abre mão do comando da legenda na Paraíba. 

De acordo com a reportagem, o mais provável é que o senador Ciro Nogueira e o deputado Arthur Lira, diante os obstáculos nas legendas de maior dimensão, recomendem ao presidente Bolsonaro a se filiar em uma legenda de porte menor. Bolsonaro já informou que abriu diálogo com o ex-deputado José Maria Eymael, presidente do partido Democracia Cristã, o DC.