MANIFESTAÇÕES DE 7 DE SETEMBRO - Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada

 Para quem pensava que o presidente Jair Bolsonaro tinha perdido sua força. Hoje teve que mudar de opinião ou não? O povo saiu às ruas neste dia 7 de setembro a acendeu novamente a chama do “Bolsonarismo” por todos os lugares do Brasil. São inúmeras as interpetrações, os favoráveis ao presidente, estão comemorando, os contra ficaram de orelha em pé, pelo que viram.

O Jornal Nacional passou 10 minutos tentando justificar as manifestações. As pesquisas indicam que Bolsonaro não tem apoio da população. Os que foram para as ruas representam grande parte de eleitores de Bolsonaro e não a maioria da população.

 

As manifestações convocadas para hoje em favor do governo foi um teste decisivo para o futuro do presidente Jair Bolsonaro. Com a popularidade não tão alta, refém do Centrão no Congresso Nacional e pressionado pelo fraco desempenho da economia, o capitão reformado  mostrou que tem respaldo popular para manter as críticas ao Judiciário e defender o que bolsonaristas entendem por liberdade de expressão. 

 

O apoio das ruas é a cartada de Bolsonaro para virar o jogo e mostrar que ainda tem força política. Mas são grandes os obstáculos que se acumulam à frente do chefe do Planalto. Ainda que tenha o respaldo de apoiadores para uma guinada mais radical.

Bolsonaro aposta forte no teste das ruas. Estimulado pelo povo nas ruas, o presidente confia em seus adeptos para manter as investidas contra o Judiciário e ganhar fôlego político até 2022. Enquanto os mais céticos avaliam que os problemas do governo vão continuar, aliados acreditam em hora da virada.

As manifestações de 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, região central de Brasília, dividem opiniões. Mesmo depois que o ato em apoio a Bolsonaro foi encerrado, internautas seguem em discussão para saber se o movimento fracassou ou foi um sucesso. Isto vai continuar por muito tempo.

Os apoiadoras do presidente Bolsonaro foram ao Twitter para comemorar e argumentar o que foi o 7 de setembro no Brasil Segundo eles, a Esplanada estava realmente lotada e a manifestação em apoio ao governo, contrária ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema eleitoral, foi um sucesso.

O ato a favor do presidente Jair Bolsonaro neste 7 de Setembro reuniu pessoas de todo o país em Brasília e outras cidades do Brasil. Desde o fim de semana caravanas chegaram à capital. A Polícia Militar e os organizadores não divulgaram estimativa de público. Porém, nas redes sociais, opositores do governo apontam que público nos movimentos foi muito abaixo do que o esperado.

 No contexto de instabilidade política e crise institucional, o feriado de 7 de Setembro deixa de lado as comemorações pela Independência do Brasil para dar lugar a manifestações populares lideradas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e por opositores ao chefe do Executivo. Capitais de todo o país registraram atos nesta terça-feira.

Conclusão de tudo que aconteceu neste dia 7 de setembro. “O povo na rua jamais será vencido”. Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada. Se avexe não. A lagarta rasteja até o dia em que cria asas. Se avexe não...

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OPINIÃO - Chore em casa, rede Globo; o povo brasileiro não é criança

 Por Adrilles Jorge

Derrocada do jornalismo da emissora nasce na pretensão de querer ser babá social e moral do espectador, editando o que ele deve ver, consumir, e surrupiando e invertendo os fatos

Jornalismo é interpretação do mundo embalada na percepção do jornalista e sua leitura dos fatos. Simples assim. Expor os fatos, mostrá-los, escolher os que devem ser exibidos é editar a realidade. Não há realidade bruta. Há angulação da realidade editada pelo olhar de quem observa e edita a realidade. Isto não significa dar lição de moral sobre como o espectador deve reagir, viver, se comportar. A arte, a literatura e até o jornalismo podem ser didáticos quando humildemente expõem uma percepção da realidade, com suas ambiguidades e complexidades.

Sem querer impor goela abaixo do leitor/espectador uma visão única de mundo e de como viver. “Fique em casa”, berrava o jornalismo da Globo no ano passado. Não saia. Não se movimente. Sua liberdade de ir e vir pode matar. Sua liberdade de vida pode matar. Colou para a maioria. Durante um ano, baseando-se em pretensa ciência, pessoas abdicaram de viver. Nenhum resultado satisfatório provou que isto salvou alguma vida, como prometido. Ceifou a liberdade de viver e de trabalhar. Não a dos jornalistas da Globo, que seguiram com seu trabalho essencial para eles mesmos, vivendo os riscos de viver — que eles guardaram só para eles mesmos.

O mandamento moral jornalístico piorou mais com a guerra política contra um presidente que priorizava o trabalho e a liberdade, além do risco de viver. Duelo de percepções de vida. Um militar que mandava enfrentar os riscos numa guerra contra um vírus e uma emissora que mandava se esconder do vírus — que penetrava em transportes e periferias lotadas por eventuais “trabalhadores essenciais”, nos lares de quem ficou em casa — e foi contaminado — em casa. Países que mais mandaram ficar em casa tiveram números maiores dos que não ficaram, na maior parte dos casos. Duelo de percepção de vida. Mas a Globo acreditava que falava em nome dos fatos, da realidade, do jornalismo, da ciência. 

A Globo errou. Errou sobretudo em tratar a apuração da realidade com lição de moral. Lição esgotada em seu erro fatal. O que as pessoas suportam cada vez menos é uma certa mania jornalística de transformar apuração em lição de moral de como se deve comportar, agir, como se deve emocionar, viver, deixar de viver.

Apuração dos fatos virou didática da realidade para o jornalismo da Globo e em grande medida para a maior parte do jornalismo da grande mídia. Jornalistas querem ensinar o que pensar, com o que se emocionar, com quais fatos se preocupar. Escrever, pesquisar sobre a realidade é dialogar com quem lê, não impor uma realidade editada por convicção narcisista. Jornalistas da Globo e da grande mídia parecem crer que o espectador seja uma criança que deva ser levado pela mão à interpretação social, ideológica e política da realidade que ele, jornalista, aprendeu — errado — em faculdades ideologicamente doutrinadoras de comunicação ou na própria redação de jornal.

A Globo errou. Erro feio. Tem errado feio não só na campanha do “fique em casa”, como nesta guerrilha ideóloga estúpida contra o governo federal. Faz ilações sobre o assassinato de Marielle Franco e o presidente, esconde manifestações populares de apoio a Jair Bolsonaro, responsabiliza ele por mortes por Covid-19 por não ter “ficado em casa”, chama de antidemocráticos atos de pessoas que se insurgem contra atos antidemocráticos do STF, endossa prisões arbitrárias de pessoas que criticam juízes tiranos, embarca num tipo de propaganda de pseudo progressismo identitário que chama indiscriminadamente pessoas de racistas, homofóbicas e machistas por serem meramente conservadoras. Fecha os olhos para a humilhação de cientistas, mulheres massacradas por corruptos notórios, inocentes que tem sigilos bancários abertos em investigação promovida por corruptos notórios pelo único objetivo de demonizar um presidente.

A Globo se transformou num órgão de militância política comportamental contra o que ela crê ser autoritário, reacionário, fascista. A Globo se transformou num juiz moral injusto que não enxerga a própria injustiça e erro. Como um ministro que compõe nosso STF atual. Recebe, por óbvio, críticas acerbas de diversas fatias da sociedade por ter trocado um jornalismo que busca triangular, apurar os fatos, dialogando com o espectador sobre a realidade, por um ativismo militante moral e social. Agora, numa campanha narcísica, chora as pitangas por se crer vítima de disseminadores de fake news. Fake news, segundo a Globo, seria tudo que não se coaduna com as teorias lançadas por ela de como se comportar e ler a realidade, a ciência, a vida, a presidência, a justiça. Fake news, segundo a Globo, é não viver e pensar como a Globo quer que você viva e pense. 

Agora, lançam uma campanha dizendo como jornalistas da emissora são humanos, e compartilham a intimidade dos profissionais com suas famílias. De como são mártires sociais que sofrem as pedradas de quem não comunga com sua visão de mundo. Agora, o ego, o narcisismo ferido do jornalista da Globo é a notícia. Nada mais tradutor da egolatria da rede Globo que trocou o jornalismo por um didática ególatra da moral social. 

A derrocada do jornalismo da Globo nasce na pretensão do jornalista que quer ser babá social e moral do espectador, editando o que ele deve ver, consumir, qual ângulo da notícia, surrupiando e invertendo os fatos, como deve se comover. Nenhum cidadão suporta ser tratado como criança. A Globo faz pior: virou uma babá vitimista ressentida com a contrariedade de quem ousa não ser tratado como criança. O povo brasileiro não é criança, rede Globo. O povo sai às ruas para trabalhar, viver, se arriscar, pensar e agir por conta própria. O povo brasileiro não vai chorar por seu narcisismo contrariado. Chore em casa, rede Globo. Não na nossa casa.

 

Obras que serão executadas pela PMJP no bairro do Valentina de Figueiredo em João Pessoa são de quem?

 Com o anúncio do pacote de obras  pelo prefeito Cícero Lucena para cidade de João Pessoa, principalmente o calçamento de 500 ruas muitos políticos e lideranças de bairros estão pegando “carona” e usam as redes sociais para falar que foram eles que conseguiram algumas destas obras.  No bairro do Valentina de Figueiredo não tem sido diferente, muitos destes que se dizem lideranças e tem atuação política no bairro já estão espalhando aos quatro cantos que foram eles que conseguiram junto ao prefeito Cícero Lucena estas obras para o bairro Valentina de Figueiredo.

Ao bem da verdade, algumas ruas serão calçadas no Valentina de Figueiredo, como também a conclusão do Terminal de Integração, mas são ações da prefeitura de João Pessoa e não dos que se dizem líderes no bairro. Este filme parece reprise, e os moradores já sabem que o roteiro é o mesmo que um representante do bairro dizia que toda obra era ele que tinha conseguido.

Hoje, os tempos são outros e a população sabe diferenciar o joio do trigo, e não se engana mais com conversa de rede sociais e a falta de compromisso com os reais problemas que existem no bairro, na área de infra-estrutura, geração de emprego e renda, lazer, esporte e muitas outras áreas.

Algumas destas obras que serão realizadas nos bairros de João Pessoa são parcerias com o Governo Federal, Estadual e outras das emendas impositivas dos vereadores de João Pessoa, principalmente o calçamento de algumas ruas.

Outro exemplo é o Terminal de Integração do Valentina de Figueiredo, no qual está sendo feita uma nova licitação, mas está  obra já tem inúmeros “pai da criança”, mas é um benefício que chega para população de João Pessoa e em especial do Valentina, que foi iniciada na gestão passada no governo do ex-prefeito Luciano Cartaxo e terá sua conclusão na administração de Cícero Lucena.

Investindo no cuidado com a cidade e na melhoria da qualidade de vida da população, o prefeito Cícero Lucena e o vice-prefeito Leo Bezerra lançaram, na segunda-feira (21), um pacote de obras com investimentos superiores a R$ 1 bilhão. O impacto destas intervenções na economia é imediato, gerando aproximadamente 40 mil empregos – 10 mil diretos e 30 mil indiretos.

A mobilidade e o sistema viário passarão por um grande impacto na cidade. Além da implantação de 150 km de malha asfáltica e do calçamento de 500 ruas, a gestão municipal pretende realizar obras que devem mudar a vida da população.

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ELEIÇÕES 2022 - Oposição lança Romero para governador e quer vice ou senador de João Pessoa, enquanto João Azevêdo deve ter Adriano Galdino na vice e Efraim Filho ou Aguinaldo para senador

 Enquanto a oposição sai da inércia e começa a definir um rumo para disputa das eleições em 2022. A fala do deputado Adriano, presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba começa dar o tom que a situação deva definir muito em breve os nomes que vão compor com João Azevêdo a chapa da situação para a disputa em 2022.

O dilema da oposição como a ser resolvido em parte, com o lançamento da pré-candidatura de Romero Rodrigues ao Governo, ficando outros nomes a ser definidos para vice e senador, com tendência deste nome ser de João Pessoa, a escolha podendo ser Nilvan Ferreira ou Ruy Carneiro. 

No lado da situação as peças do tabuleiro político se afunilam para as escolha do nome de Adriano Galdino para vice ficando a disputa entre Afraim Filho e Aguinaldo Ribeiro para o senado. Nesta queda de braço Afraim Filho pode sair vencedor. Por que tem se articulado melhor e conta hoje com um grande número de prefeito lhe apoiando, além de dividir as suas áreas de atuações com muitos dos aliados de João Azevêdo.

 

Pretensos candidatos ao Senado nas eleições de 2022, os deputados federais, Aguinaldo Ribeiro (PP) e  Efraim Filho (DEM, estiveram nesta segunda-feira (21) em evento da Prefeitura de João Pessoa. Mesmo trabalhando para fortalecer seus nomes para o pleito, os parlamentares afirmaram manter uma boa relação política.

“Eu tenho uma relação com todos os parlamentares. Graças a Deus sou conhecido por ter um perfil de ter bom trânsito e boa relação com todo mundo. Dou-me muito bem com o deputado Efraim”, disse Aguinaldo.

Já Efraim Filho considerou legítima a disputa por espaços e afirmou que tem feito sua parte nesse sentido.

No momento, já é ventilado a possibilidade do lançamento do nome de Lucas Ribeiro, vice-prefeito de Campina Grande para concorrer uma vaga na Assembléia Legislativa, fortalecendo ainda mais o grupo Ribeiro que teria chance real de ter um senador, Daniella Ribeiro, Aguinaldo com real chance de voltar a Câmara Federal e ainda ter Lucas Ribeiro como deputado Estadual.

Já o senador Vaneziado Vital, que também quer um espaço na majoritária de João Azevêdo, pode se contentar com o nome de Ana Claudia para deputado federal, recebendo algumas bases de Efraim Filho e do governador João Azevêdo.

O ex-prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo e seu irmão Lucélio do PV, além da senadora Daniella Ribeiro não foram convidados para a reunião da oposição que aconteceu nesta segunda-feira.

Alguns membros da oposição acham que estes nomes não devem fazer parte do grupo, Daniela e Aguinaldo estão bem articulados com João Azevêdo, e os Cartaxos têm uma linha mais de esquerda.

O ex-prefeito de Campina Grande e pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2022 pela oposição, Romero Rodrigues (PSD), minimizou as ausências da senadora Daniella Ribeiro (Progressistas) e ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), no encontro do bloco. “Eles são muito bem-vindos.

“Minha relação com a senadora Daniella Ribeiro e o ex-prefeito Luciano Cartaxo é muito boa”, disse Romero Rodrigues. Ele afirmou que não soube o motivo das ausências e esteve no encontro como ‘convidado’, mas acredita que nas próximas reuniões eles possam estar presentes.

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Chegando aos 60 anos com a intensidade da vida

O que é ser sessentão? Se tiver um lado bom ou ruim não sei! O importante é que vivi com toda intensidade da vida. Apenas guardo nas lembranças as coisas boas. Tudo na vida é ensinamento. Já diz a celebre frase, na vida o homem está realizado quando planta uma árvore, tem um filho e escreve um livro. São três coisas que cada pessoa deve fazer durante sua vida. Não quero alguém que me conquiste com grandes realizações, quero alguém que me surpreenda com gestos simples e atitudes sinceras.

Alguém disse que todo homem, deve: “Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho”. Bem! Já plantei árvore, jardim e tenho filhos. Quanto ao livro... Se juntar todas as “besteiras” que andei escrevendo por ai, durante os meus 40 anos de jornalista. Com jeitinho, sai um livrinho. Portanto, já cumpri com meu dever, né?

Para ser feliz de verdade, é preciso viver intensamente! Por isso, não tenha medo dos meus sentimentos e expresse-os. Seja verdadeiro com si mesmo e com os outros. Andá com fé eu vou... Que a fé não costuma faiá...

 

Planejei comemorar todos os meus aniversários quando chegasse na casa dos sessenta. Afinal, é um privilégio poder usufruir tanto tempo de vida. Quando fechei as seis décadas, a pandemia continua presente! No momento atual estou isolada de tudo e de todos.

 

Hoje, sobra vida para festejar e falta ânimo. Alguns poucos amigos que fiz na vida, sabe o quando é bom festejar. Tudo no tempo de DEUS. Estou à espera de um milagre para comemorar. Quem sabe, no próximo ano, voltaremos a entrar em campo, conquistaremos novas taças e faremos um brinde à saúde e à vida.

 

Hoje, a vida começa mesmo é aos 60, tendência que já é responsável pela criação do termo “gerontolescência”, a adolescência da idade madura. Por trás dessa ideia de recomeço, constantemente em evolução, em vez de chuteiras dependuradas estão idosos e idosas superbem dispostos, que aproveitam essa nova fase da vida para se arriscar e apostar em novos e velhos sonhos. São eles que garantem: a vida renasce aos 60. Como diz a canção, Andá com fé eu vou... Que a fé não costuma faiá...

Chegar aos 60 tem algumas vantagens. Como o desconto em ingressos, viagens, redução de impostos e até mesmo prioridade para acionar a justiça são apenas alguns dos benefícios para quem já entrou na melhor idade.

Hoje, é necessário valorizar aqueles que envelhecem até o último dia de vida e manter vivos aqueles que amamos em nossas lembranças. Não podemos deixar que uma determinada condição de saúde tire o brilho de ser...

O homem que chega hoje, 7 de junho, aos 60 anos não é bem um homem, mas uma errata. Uma vida iluminada por um monte de erros crassos reescritos a muitas mãos. Mas fica para história, o legado do bem que fez sem olhar a quem.

Nunca parar de sonhar, não parar de amar, esse é o legado de Roberto Notícia e de tantos homens e mulheres pelo mundo todo que inventam e se reinventam sem olhar no relógio do tempo porque reinventam o relógio e o tempo.

As realizações de um homem na vida são os efeitos acumulativos de sua atenção ao detalhe.

 John Foster Dulles.

 

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