Girassóis estão com ciúmes de Heron Cid, o suposto ‘conselheiro’ de João Azevedo

 Artigo publicado no blog de Flávio Lúcio, porta-voz extraoficial de Ricardo Coutinho, revela um certo ciúmes dos girassóis com o jornalista Heron Cid, o suposto ‘conselheiro’ de João Azevedo.

Ricardo Coutinho estaria enciumado e não quer João Azevedo dando ouvidos para Heron Cid. O Poste teria que garantir exclusividade aos ‘conselhos’ do Mago?

Ou RC tem receio que Heron vire secretário de Comunicação?

Ciúme de macho é complicado…

Confira o artigo:

Heron Cid, o novo porta-voz e conselheiro de João Azevedo?

No curtíssimo período de um, no máximo dois meses, alguns conhecidos jornalistas paraibanos mudaram da água pro vinho quando passaram a comentar sobre João Azevedo, não por acaso, depois que ele passou a sentar na cadeira de governador da Paraíba.

Muitos desses jornalistas foram cassistas, isso enquanto Cássio foi governador, e enquanto manteve expectativas de voltar ao Palácio da Redenção.

Uma dúvida importante agora é se – e até quando – eles permanecerão cartaxistas, apesar de não ser uma incongruência absoluta permanecerem com os pés nas duas canoas, como é hoje o caso.

A permanecer essa situação teremos um parâmetro para sabermos o alcance das “mudanças” na política paraibana pós-2019.

Como  não é recomendável tratar de questões dessa natureza sem apontar nomes eu passo a fazê-lo. Um desses jornalistas é Heron Cid, radialista e apresentador de TV do Sistema Arapuã e proprietário do site MaisPB.

Heron assumiu recentemente a condição de porta-voz informal de João Azevedo na imprensa, não se sabe se com a concordância do governador. Luiz Torres deveria se preocupar com esse movimento de Heron?

Heron Cid foi escolhido por João Azevedo, por exemplo, para conceder aquela rumorosa entrevista em que as diferenças do atual governador com Ricardo Coutinho foram acentuadas, e o próprio Heron cuidou de ecoar logo em seguida no seu blog.

Depois disso, o jornalista passou a receber informações de reuniões fechadas da direção do PSB estadual, e a fazer análises sempre focadas no desenrolar de um presumível conflito entre João Azevedo e Ricardo Coutinho – aliás, essa não é mais uma pauta, é uma obsessão desse setor da imprensa paraibana.

Ontem, ao tratar de uma reunião previamente marcada do PSB com João Azevedo – um fato que deveria ser tratado como corriqueiro já que, até onde eu tenha conhecimento, o governador ainda é filiado à legenda, – o jornalista registrou em seu blog mais uma conjectura, cujo titulo resume bem a intenção do texto: “João é água, o PSB é fogo”.

Ou seja, a reunião que ainda iria acontecer seria entre um grupo de incendiários e um bombeiro, bem ao estilo centrista que, agora, bolsonaristas envergonhados procuram adotar.

E ele continua: “Pelo desenho dos bastidores, o encontro promete. A comitiva socialista, designada para ‘dialogar’ com João, vai armada até os dentes.”

Notem que “dialogar” é grafado entre aspas e p armados até os dentes, não. Heron é um jornalista bem independente, como você pode notar.

Ainda segundo ele, o “propósito real” da reunião é “enquadrar” o governador. É isso significaria, caso João Azevedo aceite a condição que o jornalista sugere, se “auto-anular enquanto governante”.

Depois, vem o que não pode faltar: “Foi nesse João – comedido, discreto e ponderado – que o Jardim Girassol apostou e a maioria dos paraibanos votou. E dificilmente será agora, depois dos 60 anos, que ele tomará por empréstimo outra personalidade.”

João Azevedo deve ter ido às lágrimas ao ler essas palavras que parecem ter vindo de um amigo de infância e que buscam descrever com exatidão a personalidade do governador.

Não sabia que Heron Cid tinha essa intimidade toda com João Azevedo a ponto de descrever traços que só os muito próximos seriam capazes. Em certas ocasiões, deve provocar engulhos ser governador.

Termos semelhantes, eu lembro bem, Heron utilizou em seguidos textos no ano passado para estimular Lígia Feliciano a permanecer no cargo, o que teria praticamente inviabilizado a candidatura e a vitória de João Azevedo caso Ricardo Coutinho não tivesse optado por ficar no cargo de governador e, com isso, trocar uma eleição certa para o Senado para eleger João Azevedo.

Ou seja, toda peroraçao de Heron Cid tem uma utilidade, serve a um desfecho planejado: fazer crescer o ego de João Azevedo, estimulando-o a abandonar seus companheiros de jornada em troca da “companhia de outros braços”, de braços frios, desconhecidos, que até bem pouco tempo atrás não estavam abertos, mas fechados para o então candidato.

Eis o desfecho:

“Antes de olhar no olho do governador, hoje, o PSB deve pensar antes numa coisa: é um erro tentar tratar João como Luciano Agra. Um herdou, por gravidade, a Prefeitura de João Pessoa. O outro foi aos debates e as urnas e, representando o modelo de gestão de Ricardo Coutinho, conquistou confiança e votos. Essa é uma grande diferença.”

O caminho de João Azevedo parece estar traçado pelo novo porta-voz do governo. Basta que ele ofereça seu ouvidos e sua disposição política. Isso mostraria que João Azevedo não teria independência, autonomia?

Em todo caso, substituir Ricardo Coutinho por Heron Cid como “conselheiro” produziria uma queda e tanto na qualidade do que João Azevedo iria ouvir.

Mas, há sempre quem goste de fazer essas apostas.

Vamos ver. 

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Da Redação com Roberto Noticia  e Lúcio Flávio

 

Só existe uma explicação para Roberto Santiago não estar no presídio, como manda a lei: porque é rico...

 Gente, vamos parar com o cinismo e combinar o que é óbvio gritante: o ilustríssimo Roberto Santiago não foi mandado para um presídio, como determina a lei, mas para uma cela especial num batalhão da PM, pelo simples fato de ser quem é: um megaempresário do ramo de Shopping Center e, portanto, um homem muito rico, e neste pais do faz-de-conta, rico pode tudo. O resto, é lero-lero...

 

A lei é clara: se o sujeito não tem curso superior, não tem essa de cela e tratamento especiais. Portanto, o lugar deste é no presídio e não onde se encontra trancafiado, numa cela especial Batalhão da Polícia Militar.

Do lado dos que morrem de pena de Roberto Santiago, independentemente dos crimes de que ele é acusado, a alegação beira a raia do cinismo. Argumentam: sendo Santiago, uma figura conhecida, um homem muito rico e que (pasmem!) “desperta até inveja por ser bem sucedido” - como alegou um comunicador em comentário na imprensa local - estaria correndo risco de morte se posto num presídio ao lado de outros marginais. Ora, mas e a lei, deixa de ser cumprida? A regra não estabelece exceções.

A débil alegação de risco de morte cai por terra quando se toma como exemplo (aliás muito recente) a prisão do jornalista Fabiano Gomes, diga-se de passagem, envolvido nas mesmas investigações que Roberto Santiago com quem, tudo indica, teria formado parceria na mesma lambança.

Quem, de fato, corria mais risco de morte se levado para um presídio: Fabiano Gomes que diariamente bradava nos microfones e nas telinhas de TV que “bandido bom é bandido morto”; que detonava os Direitos Humanos acusando-o de só defender bandidos, ou Roberto Santiago, de quem nunca se ouviu uma só palavra contra ou a favor de bandido? Santiago é o tipo que vive dedicado ao seu trabalho e aos seus empreendimentos, embora para enriquecer ainda mais muito provavelmente cometeu crimes pelos quais está preso. Que razões os eventuais companheiros de presídio teriam para sequer ameaçar Santiago? Fabiano, apesar de todo o risco que verdadeiramente corria, foi mandado para o PB-1, mesmo tendo dito o que disse contra os bandidos, além de ser infinitamente mais conhecido na Paraíba do que Roberto Santiago.

Fabiano, como todos sabem, foi mandado para o PB-1. Ali viveu uma das mais arriscadas rebeliões, que foi quase uma tomada do presídio, embora sem ter qualquer participação. Mas poderia ter sido fuzilado a título de vingança pelos seus reiterados comentários contra a bandidagem. Saiu ileso e, pelo eu ele mesmo disse, não sofreu em ameaças de bandido nenhum.

Outro caso emblemático: a prisão do Playboy Rodolfo Carlos, que atropelou e matou um agente de trânsito, em João Pessoa. Quase fica na impunidade também pelo fato de ser neto do magnata do café, José Carlos de Silva Júnior. Mas com a pressão através da cobrança permanente da sociedade e de alguns veículos de comunicação, terminou indo para o Presídio do Roger e foi mostrado em rede de TV perfilando entre bandidos a caminho da cela, algemado, cabisbaixo e humilhado. Ficou no presídio, embora por pouco tempo, mas não se soube que os bandidos tenham sequer reclamado da sua honrosa presença.

E mais...

Os presídios estão abarrotados de gente pobre que para ali foi levada para ficar cara-a-cara com inimigos mortais. Estes, sim, correndo sério risco de morte ou de matar. Como se trata de gente sem status elevado, porém, parte da sociedade e dos que defendem os privilégios para Roberto Santiago, talvez desejem mesmo é que “estas almas sebosas se matem...”

É só não...

Se o sujeito não quer “desfrutar” dos dissabores de uma cadeia, de correr os eventuais e possíveis riscos, faça por onde não os merecer. Não tem outra regra. Não é admissível e é até imoral contrariar-se as leis por excesso de zelo com fulano, beltrano ou cicrano, dependendo do seu status social ou do volume de sua conta bancária.

A propósito me digam: quem mais, afora Roberto Santiago, encontra-se em preso em cela especial de batalhões de polícia, sem que tenha diploma de curso superior? Por que qualquer um outro que não tenha tanto dinheiro e status como Roberto Santiago envolvido nas mesmas circunstancias desceriam imediatamente para o presídio ele não?

Parêntese

Detalhe importante: é bom lembrar que no Brasil, dito país da impunidade, um homem com o status e a riqueza de Roberto Santiago não iria preso, jamais, sem que, no mínimo, recaísse sobre ele acusações das mais graves possíveis e indícios de culpa fortes demais...

Contextualizando

Roberto Santiago está preso em cela especial num Batalhão da PM, em João Pessoa. Ele foi preso na Operação Xeque-Mate acusado de participar de uma organização criminosa que praticou corrupção e fraudes licitatórias, no município de Cabedelo, onde inclusive teria comprado o mandato de um prefeito.


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Da Redação com Roberto Noticia  e Wellington Farias

Operação Calvário: a Lava Jato da Paraíba

 Por Ivandro Oliveira

A Operação Lava Jato é, sem dúvidas, um divisor de águas no combate à corrupção no Brasil. Queiram ou não, os livros de história terão que reservar espaço cativo ao trabalho da chamada ‘República de Curitiba’, assim ‘carinhosamente’ nominada pelo ex-presidente Lula, investigado, condenado em primeira, segunda e até, pasmem, ‘terceira’ instâncias do judiciário brasileiro, e, claro, preso por causa de um dos muitos processos criminais.

Se a palavra convence e o exemplo arrasta, o referencial da maior operação do combate à corrupção da história do Brasil vem estimulando procuradores e juízes, muitos deles jovens, a selarem uma verdadeira trincheira contra os arvoradores da dilapidação do erário público, vide o exemplo do Rio de Janeiro, em que pelo menos cinco ex- governadores estiveram ou estão atrás das grades.

A Paraíba, embora ainda pequenina do ponto de vista econômico em comparação ao estado fluminense, passa por uma espécie de ‘pente fino’ ético e moral após o advento da Operação Calvário, que certamente já não só investiga desvios de recursos públicos na saúde em contratos entre Governo da Paraíba e Organizações Sociais, a exemplo da Cruz Vermelha gaúcha, mas diversas outras áreas da administração estadual, figuras e personagens ilustres da cena política e social paraibana dos últimos anos.

Coincidência ou não, como um novelo de lã e assim como a maior operação de combate à corrupção do país começou com uma simples investigações sobre um posto de combustível, a Lava Jato da Paraíba já pode ter ido muito mais além que a relação incestuosa entre Estado e OS na saúde.

Nos bastidores, a  certeza de que a ex-secretária de Administração dos governos Ricardo Coutinho e João Azevedo, ambos do PSB, Livânia Farias, que foi liberada esta semana por decisão da justiça e com a aquiescência do Ministério Público Estadual, leia-se GAECO (Grupo de Atuação contra o Crime Organizado) que está à frente das investigações, resolveu abrir o jogo e teria revelado detalhes de como a ORCRIM que desviava recursos públicos da saúde e demais áreas, além de vários integrantes do esquema.

A decisão de Livânia foi tomada ainda no período quaresmal e as revelações contadas em dois depoimentos aos integrantes da Força Tarefa da Operação Calvário, capitaneada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual, estão guardadas a sete chaves pelos investigadores que juntam as peças para formar o quebra-cabeça daquilo que promete entrar para a história como o maior esquema de corrupção da Paraíba.

Para quem ainda acredita que delação alguma houve, todos os sinais, a começar pela inexistência de solidariedade de antigos aliados ou ex-amigos, a dispensa de advogados que, na verdade, nunca dela foram, apontam para uma colaboração ampla geral e irrestrita.

Aliás, apenas para ilustrar, aqui mesmo no Tá na Área foi noticiado do inquérito no MPF sobre problemas graves na educação, cujo ‘modelo’ de OS seguiu o mesmo diapasão da saúde. Pois bem, como fermento, as investigações vem se avolumando num ritmo frenético e, em breve, tenderá a apequenar o escândalo na saúde até aqui apurado na Calvário.

E como nada está ruim que não possa piorar, pelo menos para essa gente, fatos pretéritos e reminiscências até então esquecidas do noticiário e dos próprios holofotes da justiça tendem a ressurgir como a fênix. Apenas para citar alguns, vale rememorar Cuiá, Gari Milionário, Jampa Digital e indefectível Propinoduto devem ganhar novos e assombrosos contornos.

Presidente do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa, o advogado Walfrido Warde, autor do livro “O espetáculo da corrupção – Como um sistema corrupto e o modo de combatê-lo estão destruindo o país”, analisa o momento atual do Brasil e compara o combate à corrupção ao câncer. Uma obra didática, que até tece algumas críticas aos métodos utilizados pela própria Lava Jato em episódios localizados, mas que descreve com precisão os danos da promiscuidade entre entes públicos e privados.

O tratamento contra a corrupção, da mesma forma que o câncer, é drástico, penoso e absolutamente invasivo, mas profundamente necessário para cessar os seus maléficos efeitos, pôr um fim às suas causas e ao próprio mal, e devolver a esperança a quem se sentia órfão dela.

Definitivamente, doa a quem doer, a Operação Calvário já é a Lava Jato da Paraíba.

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Da Redação com Roberto NoticiaIvandro Oliveira

 

Ex-governador Ricardo Coutinho de costas para os ideais

Por Lúcio Flávio Vasconcelos

O poder não é neutro, já nos ensinava o filósofo Michel Foucault.

Ele pode ser positivo ou negativo. Só depende das nossas atitutes.

Pode construir coisas belas, como as catedrais medievais, ou destrutivas, como as bombas atômicas do século XX.

O poder é assim: edifica, produz. Mas também fascina, deslumbra, vicia.

Quem o exerce dificilmente retorna a ser o mesmo que era.
A pessoa se transforma ou se revela. Depende do grau de poder que se teve. Varia de acordo com seus princípios.
Ricardo Coutinho teve muito poder na nossa província.

Foi vereador, deputado, prefeito e governador. Fez seu sucessor. Soube exercer o poder como poucos.
Mas, no final do seu mandato, demonstrou que não sabe viver sem usufruir do poder.

Primeiro, queria criar uma guarda particular com policiais pagos pelo povo da Paraíba. A reação da sociedade foi tamanha que ele desistiu da tropa pretoriana.

Em segundo lugar, mesmo sendo proibido pela justiça, passou a receber, integralmente, o salário de governador, no valor de 23 mil e 500 reais.

Em terceiro lugar, mesmo não tendo nenhum cargo federal ou estadual, utiliza do privilégio de circular com carro e motorista da Infraero.

Na democracia, o poder é limitado pelas leis, para todos.
A democraia impôe limites. Mesmo aqueles que já usufruiram do poder quase absoluto, deve saber que o poder é fugaz.
Eterno deve ser só nosso desejo de justiça e equidade social.

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Da Redação com Roberto Noticia e Lúcio Flávio Vasconcelos

 

 

FAÇA-ME O FAVOR!

 Por Alexandre Garcia

 

Eu não peço desculpas pelo que estou postando, pois é realmente assim como me sinto. Por favor, saiba que esta é a minha opinião e não está aberta para debate. Se você não concorda, é sua prerrogativa, mas eu não vou responder a nenhum dos comentários.

Já sobrevivi a 08 eleições presidenciais no Brasil antes de nosso atual presidente Bolsonaro. Em toda a minha vida, nunca vi ou ouvi falar de um presidente sendo examinado sobre cada palavra que ele fala, humilhado pela mídia até a desgraça, caluniado, ridicularizado, insultado, ameaçado de morte, ter por alguns tentado denegrir a imagem de nossa Primeira Dama, e ter seus filhos também insultados e humilhados.

Estou verdadeiramente envergonhado da mídia do meu país. Tenho vergonha dos insuportáveis inimigos de Bolsonaro, que não têm moral, ética ou valores, e da irresponsabilidade dos repórteres que acham que têm o direito de opinar pessoalmente apenas para influenciar suas audiências em uma direção negativa, mesmo se não houver qualquer verdade em sua mensagem.

Todos os outros presidentes foram eleitos e fizeram o juramento de posse, eles foram autorizados a tentar servir este país sem um constante escrutínio negativo de nossas fontes de notícias. SEMPRE PRESSIONADO enquanto as fontes de notícias buscam apenas resultados negativos do nosso Presidente. Isso não servirá ao povo de nosso país, nem criará brasileiros informados. BASTA!! CHEGA!!

ACABOU!! O POVO DE BEM ACORDOU!
Não canso de repetir,se você está num avião e não gosta do piloto, você não torce pra ele cair, torce? ENTÃO FAÇA-ME O FAVOR!!!

Todos que entraram tiveram paz e tempo para trabalhar. Vamos nos unir pelo bem do nosso Brasil. Chega disso! Vamos torcer para que tudo dê certo. De coisas erradas, já estamos vindo desde tempos atrás. Você pode não gostar do presidente, mas torcer contra sua pátria, contra seu povo e contra você mesmo é muita canalhice.

Se concorda comigo, passe para a sua rede de contatos . Se não concorda, finja que não leu, pois, como disse acima, não vou responder a ninguém. 

(Jornalista ALEXANDRE GARCIA, relembrando o papel dos militares na História do Brasil)