Parabéns! Marineide! Sua vontade de viver, me causa entusiasmo para as “batalhas” da vida

Hoje, dia13 de janeiro, é o aniversário de minha irmã Maria Gomes de Souza, carinhosamente chamada por todos da família de “Marineide”. Escrever sobre ela é muito fácil, se resume em uma frase. ”Vontade de viver”.

Todos nós ao vir ao mundo, já trazendo consigo obstinações, que teremos que conviver no dia-a-dia, uns com mais determinações outros nem tanto, de uma coisa tenho certeza, são desígnios de DEUS.

Marineide, um ser humano, incansável na vontade de viver, sincera em tudo, e que adora conversar e conhecer pessoas. Digo isso, por tenho tido agora, uma convivência diária, por ser deficiente visual, e com algumas sequelas da Diabete, que impede de está em todos os lugares, ela demonstra ser uma pessoa mais alegre da face da terra e de facilidade de conviver.

Por um passa, deixa saudades, sempre querendo saber quem são as pessoas que o cercam e de memória invejável. O trata a todos com muita cordialidade e afagos.

Nestes seus 56 anos de vida, hoje ficando mais velha, está sempre pronta para viver muito mais a sua vida cotidiana, que merece ser mais intensa e de convívio social. Sua vontade de viver, me causa entusiasmo para as “batalhas” da vida.

O que é entusiasmo? É algo misterioso que transforma uma pessoa comum em indivíduo excepcional. Entusiasmo – A palavra vem de duas palavras gregas “en” e “theos”. Literalmente traduzida significa, “Deus em mim”. Falamos de tais pessoas como inspiradas.

Pessoas entusiasmadas têm como frase: “Eu posso! É possível! Nós o faremos!” Entusiasmo é a fonte da eterna juventude, procurada há tanto tempo. O entusiasmo não admite senão o sucesso.

O entusiasmo abrirá uma porta quando as outras chaves falharem. E falando nisso… Como anda seu entusiasmo? Como anda seu entusiasmo pela sua família, pelos seus filhos, pelo sucesso de seus amigos, por viver? Criar coisas novas, pela sua saúde?

Se você é daqueles que acham impossível entusiasmar-se com as condições atuais, acredite – jamais sairá dessa situação. É preciso acreditar em você. Acreditar na sua capacidade de vencer, de ter uma boa saúde, de transformar realidade, de iniciar projetos, realizar sonhos.

Deixe de lado o negativismo. Deixe de lado o ceticismo. Abandone a descrença e seja entusiasmado com sua vida e principalmente, entusiasmado com você. Você verá a diferença. Não importa a fase da vida em que você se encontre! A esperança é algo que traz o sol às sombras das nossas vidas. É nosso vínculo com um amanhã melhor.

Hoje é dia de desejar toda felicidade do mundo a você Marineide, pelo seu aniversário e que DEUS lhe der o que você mais precisa saúde, e longos anos de vida. Todos nós te amamos. É o que deseja seus irmãos Roberto, Rivaneide, Carlinhos, Neném e Roberta.

Roberto Notícia
Jornalista

“Quando a esperança se vai, também se vai nossa força vital. Enquanto a esperança permanece viva, também permanece nossa determinação de prosseguir”.

(Yitta Halberstam) .

 

 

Sai a musa Edilane, assume Larissa. A TV Cabo Branco mantém o nível

 Edilane Araújo tem se constituído, ao longo de uma trajetória de 32 anos na TV Cabo Branco, afiliada da Globo na Paraíba, na grande musa televisiva local, sem demérito para outras apresentadoras e para apresentadores de valor que brilham na telinha.

A avaliação sobre o perfil de Edilane é minha, com todo o passionalismo e a carga de admiração que isto possa embutir, mas não é gratuita nem reflexo puramente da amizade que construímos quando formamos o núcleo que levou ao ar a Cabo Branco em 1987, junto com Aldo Schuller, Nelma Figueiredo, Karla Almeida, Naná Garcez, Otinaldo Lourenço, Chico Maria, sob a batuta de regentes espetaculares como Erialdo Pereira (in memoriam) e Sílvio Osias.

A Paraíba acostumou-se com a voz de Edilane ancorando o JPB Segunda Edição da mesma forma como, durante muito tempo, telespectadores e telespectadoras de todo o país repetiam, mecanicamente, o “boa noite” de Cid Moreira ao fim de mais uma jornada do “Jornal Nacional” na Vênus Platinada.

Edilane prepara-se para o rito de passagem. Vai deixar a bancada do JPB, afastar-se da superexposição no vídeo e cumprir outras missões delegadas pela cúpula da Cabo Branco, na área de Qualidade.

No seu lugar, caberá a Larissa Pereira dar boa noite a telespectadores daqui e d’alhures. Não é nenhuma neófita – já vem com pedigree. Larissa fez estágio probatório na própria TV Cabo Branco e, na sequência, foi embora pra Pernambuco, fixando-se na Rede Globo Nordeste, no eixo Olinda-Recife. Se não me engano, já saiu daqui com a condição de voltar em outra fase. Os bastidores televisivos têm disso.

É fora de qualquer dúvida que a TV Cabo Branco mantém o nível, a qualidade que é marca registrada e fator principal da sua “audiência até inercial” no Estado da Paraíba, como definia o “mago” Erialdo Pereira, formador de uma geração da qual tive o privilégio de fazer parte. A tal “audiência inercial”, conceito que prevaleceu por muito tempo, pode até ter desaparecido de circulação – afinal, a velocidade das transformações pede novos rótulos.

Mas é imperioso assinalar que tal conceito foi decisivo para alavancar a TV Cabo Branco, sempre, à liderança na audiência no mercado de televisão em nosso Estado. Foi uma emissora que se preparou para se adequar ao padrão Globo de qualidade – e, justiça se faça, nunca fez feio nesse terreno.

Erialdo Pereira tinha uma preocupação quase obsessiva em perseguir o tal padrão de qualidade, não se permitindo um deslize qualquer que fosse cometido. Para ele, o JPB Segunda Edição era o equivalente paraibano ou tupiniquim do Boeing noturno da Globo – o Jornal Nacional, que desde o início assimilou o conceito de integração – do Oiapoque ao Chuí, com a miríade de sotaques das mais longínquas regiões.

A Globo soube captar com percuciência o espírito da nacionalidade brasileira como nenhuma outra emissora. Nunca cedeu aos caprichos do populismo rastaquera, da baixaria que aparentemente vende audiência. O padrão sempre foi o da qualidade – muitas vezes confundido com elitismo. Saúdo meio sem jeito a despedida de Edilane, por ser seu fã assumido, mas o anúncio da chegada de Larissa pacifica minhas elucubrações.

Larissa é sangue novo, profissional jovem aplicada ao mister, submetida ao olho clínico da própria Globo. Está no ponto e, certamente, será a grata surpresa das noites paraibanas. Bem-vinda, Larissa. Boa sorte, Edilane!

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Da Redação com Roberto Noticia  e Nonato Guedes

A diferença está nas atitudes

A diferença não está no sexo, ser homem ou mulher, usar cueca ou calcinha, de cor azul ou rosa. A diferença está no ser humano, em suas atitudes, discernimento, sua maneira de agir, pensar, em seu comprometimento com o seu semelhante.

Durante este semana um assunto tomou conta das redes sociais, por uma simples fala da ministra dos Direitos Humanos, Damaris Alves, sobre usar azul ou rosa. A cor não vai mudar o caráter ou opção sexual da criança, ou do ser humano.

Esse sim merece ser visto de com outro olhar. É preciso fazer mais, por nosso semelhante, é preciso mais atitude. Todos nós, com raríssima exceção, só olhamos para nosso umbigo. E esquecemos que tem sempre um alguém, precisando de algo mais.

Não gosto daqueles que fazem e saem falando e muito menos expondo o seu ato, mas hoje preciso partilhar um dia “diferente” dos muitos que tenho tido ao longo da minha vida com minhas duas irmãs, que são deficientes visuais.

Sei o quanto é difícil não enxergar, apenas em uma experiência vivida em um encontro de Casais com Cristo, do ECC do Valentina, pude ter a sensação, o quanto é emetrondador. Mas na vida tudo são os designíos de DEUS.

É sempre bom ver um sorriso no rosto do seu semelhante, e gratificante saber que estamos fazendo o bem a um irmão, parente, amigo, conhecido, ou seja, a uma pessoa, tornando sua vida mais digna.

Não custa nada, é apenas uma atitude, uma ação, um gesto ou uma vontade, que deve ser colocada em prática diariamente. O tempo existe, basta podermos saber administrar, não existe nada impossível quando queremos e se propõem a fazer.

Só para registrar, é muito gratificante, quando praticamos o bem. Hoje, repito, não foi diferente, quando sai em companhia de minha esposa Jaciara e minha filha Camilla, com minhas irmãs para fazer um périplo pela cidade, sem hora para chegar ou lugar para conhecer.

Tinha programado uma visita ao Shopping Mangabeira, mas de repente veio à ideia de ir mostrar o Ponto do jacaré, em Cabedelo. Local que reúnem paraibanos e turistas de todos os lugares.  Foi encantador, apesar de não enxergarem, mas sinto que veem com a alma.

De volta voltamos ao shopping, como tinha prometido, jantamos, se divertimos como não se tivesse amanhã. É muito pouco, pelo que merecem e quase não saem de casa. Não importa gênero, cor, opção, o importante é ter atitude, afinal somos todos iguais perante DEUS.

É quando vamos nos comportar, sem perceber, que um irmão, (ser humano) precisa apenas de uma mão amiga?

“É possível mudar nossas vidas e a atitude daqueles que nos cercam simplesmente mudando a nós mesmos”.

Rudolf Dreikurs  

 

Roberto Notícia

Jornalista

A MORTE BATACLAN

 O solo frenético das guitarras  

embalava os corpos inebriados dos jovens dançantes

que se contorciam em busca de amor e alegria.

De repente, no meio da noite

sequências tiros soaram como batidas secas de bateria...

Muitos se despediam da vida com gritos de pavor e dor…!

Correrias, desespero e quedas como pássaros

feridos em busca de liberdade.

Centenas olhos que antes brilhavam intensos de vida

jaziam pelo chão

como bolas de gude petrificadas.

A presença inesperada da morte

provinha de todos os lugares

e desenhava sua face cruel no chão ensaguentado.

A barbárie tinha o rosto negro do terror

abafada pelo som agudo de sirenes

que cortavam a noite como facas afiadas.

As armas da lei não foram suficientes

para evitar a tragédia

e agora pipocavam tentando silenciar assassinos em fuga.

Dezenas de corpos de inocentes eram recolhidos

diante de olhos atônitos de uma cidade violada.

Paris chora ao som da Marselhesa

por jovens que colheram a morte bataclan…!

 

(Jeff Mitchell/Getty Images)

HUMANISMO DE AÇOUGUE

 Desde que Jair Bolsonaro lançou a ideia de que todo brasileiro [observadas certas limitações] deve ter o direito à posse de uma arma de fogo logo surgiram os “bonzinhos de plantão”. O que se tem ouvido dessas pessoas é o surrado discurso de que “segurança pública é uma obrigação do Estado”.

Nenhuma novidade existe nisso... Ocorre que vivemos num país que mata, todos os anos, 60 mil cidadãos em média. Estamos entre os dez países que mais matam no mundo, e, diga-se de passagem, boa parte desses mortos é de cidadãos que trabalham; que pagam seus impostos corretamente; que geram emprego e renda; que vão à escola, à universidade, ao trabalho, e são, miseravelmente, atacados e mortos como porcos.

Claro, existem aqueles que não têm ânimo o suficiente para defender sua família [e a si próprios] das investidas de quem rouba, ameaça, estupra e mata porque este conta com um “humanismo de açougue” a seu favor e por isso mesmo adquiriu o “direito ao extermínio”.

Aprecio o pragmatismo americano. Senão vejamos... Certa vez um menino de menos de dez anos matou, acidentalmente, com um tiro, a sua irmãzinha, de idade aproximada. O pai não castigou o filho pelo incidente.

Ao invés disso aquele cidadão simplesmente passou a ensinar o filho a manejar a arma e a atirar justamente para que nunca mais incidentes como o que tirou a vida da menininha voltassem a ocorrer. Isso aqui no Brasil seria motivo para todo tipo de protestos, com gente gritando palavras de ordem, batendo no peito, rasgando as vestes, saltando de prédios, desmaiando, movimentos em favor de leis para isso e para aquilo, parlamentares discursando num Congresso em polvorosa... Chilique geral...

 

Enquanto prevalecer esse humanismo de açougue, o cidadão brasileiro vai continuar fazendo o papel de “ovelha pronta para o sacrifício”.

Um abraço.